quinta-feira, 21 de março de 2013

Conversas com... informática

Episódio 2 - "A importância do ensino da informática na escolas"
Transmitido em 20/03/2013



Pequeno vídeo de introdução a este episódio: http://youtu.be/_EVTM_rwQJ4
Link sobre as competências para o séc XXI: http://www.slideshare.net/csantos/workshop-sobre-educao

sábado, 16 de março de 2013

Lições com Valores


Um professor de economia em uma universidade americana disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira.

Esta classe em particular havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.

O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas." Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas'. Todos receberão as mesmas notas, o que significa que em teoria ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um "A".

Após calculada a média da primeira prova todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como um resultado, a segunda média das provas foi "D". Ninguém gostou.

Depois da terceira prova, a média geral foi um "F". As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina... Para sua total surpresa.

O professor explicou: "o experimento socialista falhou porque quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor. Tão simples quanto isso."

1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;
2. Para cada um recebendo sem ter de trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;
3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;
4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando dividí-la;
5. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

Hora da Poesia

Sucessão Primária

Ao princípio
a minha alma era uma rocha nua.
Tinha estado resguardada, protegida,
Pelas necessidades mais prementes de sobreviver.
Entretanto, chegou à superfície,
Porque era tempo, apenas.
Vulnerável e frágil,
Enrolou-se sobre si mesma,
Endureceu e ficou impermeável e serena.
Depois a Vida
Encarregou-se dos choques necessários
E fê-la estalar e abrir fendas.
Foi um processo lento, incómodo e surdo
Mas que abriu caminho a coisas inesperadas.
Foi essa camada então formada,
Simultaneamente dura e frágil,
Realmente,
Que recebeu em si as palavras amigas,
Os sorrisos, os gestos não esperados
E por isso mais caros
E fez deles plantas pioneiras.
Talvez também o adubo necessário,
Para as seguintes, mais fortes e urgentes,
Sucedendo-se a um ritmo diferente.
Quando a tal rocha nua percebeu
Que já não era rocha, era quase um jardim.
Estrebuchou, como lhe competia
(afinal, é o que faz qualquer rocha que se preze...)
isto é, estrebuchou desajeitadamente
com o único resultado de abrir mais profundamente
as feridas de lutas primitivas,
quase cicatrizadas,
o que permitiu criar raízes profundas ao que existia.
Julgo que foi assim,
Daquela rocha nua, vulnerável,
Ao sol e chuva da minha Vida
Que nasceu uma floresta onde há ninhos.
(Não sei porquê, acho que é importante haver ninhos,
é importante poder ouvir cantar os pássaros
e eles calam-se à noite
quando o que importa é o silêncio e o rumor das folhas).
É uma floresta ainda em crescimento
mas com todas as promessas que uma floresta tem.
Quer isto dizer
que, quando se chega a ser uma floresta
só um cataclismo natural
ou a acção inadvertida do Homem
a pode destruir – é já uma comunidade clímax
Mas quer dizer também
Que uma floresta está sujeita a incêndios,
quando o Sol é imprevidente
E às torrentes dos dias violentos
E à força livre dos grandes vendavais
( e até à intrusão dos que vão fazer pic-nics
sem serem convidados...)

Mas, mesmo assim,
Uma floresta ... é sempre uma floresta
Que envolve e protege os viandantes.

Carmo Cruz

segunda-feira, 11 de março de 2013

Congresso “Neuropiscologia e Desenvolvimento”

O Instituto de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade Lusíada de Lisboa apresenta o IV Congresso Internacional de Psicologia da Criança e do Adolescente que irá decorrer na mesma Universidade nos dias 10 e 11 de Abril de 2013, como tema “Neuropiscologia e Desenvolvimento”.

A lista de workshops já está disponível e pode ser consultado através do link 

As inscrições para os workshops serão efectuadas nos dias correspondentes.

A inscrição no Congresso é efectuada através do link

sábado, 2 de março de 2013

sexta-feira, 1 de março de 2013

Lições com valores

Para ler e refletir sobre esta mensagem de Abraham Lincon, estadista norteamericano do séc. XIX que deixou um enorme legado para a história da humanidade.

CARTA DE ABRAHAM LINCOLN PARA O PROFESSOR DE SEU FILHO

"Caro professor, ele terá de aprender que nem todos os homens são justos, nem todos são verdadeiros, mas por favor diga-lhe que, para cada vilão há um herói, para cada egoísta, há um líder dedicado.
Ensine-o, por favor, que para cada inimigo haverá também um amigo, ensine-o que mais vale uma moeda ganha que uma moeda encontrada.
Ensine-o a perder, mas também a saber gozar da vitória, afaste-o da inveja e dê-lhe a conhecer a alegria profunda do sorriso silencioso.
Faça-o maravilhar-se com os livros, mas deixe-o também perder-se com os pássaros no céu, as flores no campo, os montes e os vales.
Nas brincadeiras com os amigos, explique-lhe que a derrota honrosa vale mais que a vitória vergonhosa, ensine-o a acreditar em si, mesmo se sozinho contra todos.
Ensine-o a ser gentil com os gentis e duro com os duros, ensine-o a nunca entrar no comboio simplesmente porque os outros também entraram.
Ensine-o a ouvir todos, mas, na hora da verdade, a decidir sozinho. Ensine-o a rir quando estiver triste e explique-lhe que por vezes os homens também choram.
Ensine-o a ignorar as multidões que reclamam sangue e a lutar só contra todos, se ele achar que tem razão.
Trate-o bem, mas não o mime, pois só o teste do fogo faz o verdadeiro aço. Deixe-o ter a coragem de ser impaciente e a paciência de ser corajoso.
Transmita-lhe uma fé sublime no Criador e fé também em si, pois só assim poderá ter fé nos homens.
Eu sei que estou a pedir muito, mas veja o que pode fazer, caro professor."