sexta-feira, 17 de julho de 2015

II Congresso Português de Psicologia Positiva

O ISCSP organiza o II Congresso Português de Psicologia Positiva, que decorre entre os dias 11 e 13 de setembro de 2015, no Instituto. Esta iniciativa terá o tema "Comunidades Positivas e Bens Relacionais: co-construção da Felicidade Pública" debatido por um painel de especialistas, investigadores e intervenientes nacionais e internacionais.

A iniciativa visa criar um espaço de reflexão sobre práticas e teorias de mudança comunitária positiva, cruzando experiêncas de terreno, dados de investigação e modelos empíricos, que permitam o debate de práticas e teorias da nova ciência da psicologia positiva e respectivo impacto social, cultural e político. É ainda intenção deste encontro criar consequências reais para os intervenientes na iniciativa e para a comunidade envolvente. Através de extratos de poemas e cartas de Florbela Espanca, poetisa caliponense, a organização pretende integrar a literatura científica e as práticas de psicologia positiva na matriz e estrutura poética da autora.

A Escola de Liderança e Inovação do ISCSP (iFOR-ISCSP), a Plataforma para a Felicidade Pública, a Unidade de Coordenação de Gestão de Recursos Humanos e o Centro de Administração e Políticas Públicas do Instituto (CAPP-ISCSP) contribuíram também para a organização deste evento.

A organização aceita inscrições até ao dia 20 de agosto de 2015. Consulte o programa completo e faça a sua inscrição através do e-mail eventos@iscsp.ulisboa.pt ou 2congressoppositiva@iscsp.ulisboa.pt e do telefone 213 600 426.

bullet_red Programa - Download (.pdf)

Para acompanhar novidades e  informações sobre o Congresso, nomeadamente Inscrições visite FLORESCE

terça-feira, 14 de julho de 2015

Projeto de Investigação - Educação Especial

Comunicação em formato de Poster apresentada na Escola Superior de Educação de Santarém - 14 de julho.

(clique na imagem para aumentar e ler)

sábado, 11 de julho de 2015

Nova Portaria regula a transição para a vida pós-escolar de alunos com NEE-CEI

A Portaria n.º 201-C/2015, de 10 de julho vem revogar a Portaria n.º 275-A/2012, de 11 de setembro que regula o ensino dos alunos com NEE, com Currículo Específico Individual (CEI) e Plano Individual de Transição (PIT), com 15 ou mais anos de idade, em processo de transição para a vida pós-escolar, ao abrigo das disposições conjugadas dos artigos 14.º e 21.º do Decreto-Lei n.º 3/2008 de 7 de janeiro.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

terça-feira, 7 de julho de 2015

SÍNDROME DE TOURETTE EM CRIANÇAS

A Síndrome de Tourette é um distúrbio neurológico caracterizado pela presença de tiques motores e vocais, não necessariamente ao mesmo tempo. Os primeiros sintomas costumam aparecer na infância, normalmente por volta dos sete anos de idade, mas isso pode variar de pessoa para pessoa, podendo se manifestar mais cedo ou mais tarde e, em geral, os tiques motores (como piscadelas dos olhos por exemplo) surgem antes dos tiques vocais (que podem ser tosses, exclamações, gritos, entre outros).
As causas da Síndrome de Tourette ainda são desconhecidas, embora a influência de fatores genéticos e neurobiológicos seja considerada. Mas existem ainda muitos estudos a respeito do tema.
tratamento dos sintomas da Síndrome associa simultaneamente uma abordagem psicossocial e uma farmacológica. No primeiro, leva-se em conta o histórico, o ambiente familiar, social, escolar, entre outros para que a intervenção seja no sentido de orientar àqueles que convivem com o indivíduo, auxiliando a lidar com o problema e a diminuir os estigmas. Além disso, deve ser realizada uma cuidadosa avaliação acerca da intensidade dos sintomas, já que o tratamento farmacológico (quando necessário) terá o papel de diminuí-los, proporcionando certo alívio e melhora da qualidade de vida. Até o momento não há tratamento curativo para a Síndrome de Tourette.
Referências: ASTOC – Associação Brasileira de Síndrome de Tourette, Tiques e Transtorno Obsessivo Compulsivo
O vídeo infra é o trailer de um premiado documentário da HBO acerca da Síndrome de Tourette em Crianças. Um dos principais objetivos é justamente o de disseminar informação e eliminar estigmas, já que o preconceito ainda é a pior consequência desta Síndrome, especialmente na infância.
Informação disponível em Psicologia Acessível

Aprender valores éticos e morais

Atividades:
Bondade, Compaixão, Solidariedade

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Tese de Doutoramento em Educação - NEE

BUM - Tese de Doutoramento:

      Titulo: Formação psicológica inicial de professores: atenção à educação inclusiva em Moçambique
    Autores:  Almeida, Leandro S.
             Nhapuala, Gildo António
         ID:  http://hdl.handle.net/1822/35821

Data: 23-Jan-2015

Palavras-chave: Educação Inclusiva, Necessidades Educativas Especiais, Formação de Professores, Sistema Educativo de Moçambique.

Resumo: Este estudo surge no contexto da atualidade e emergência da educação inclusiva em Moçambique e da atenção à melhor qualificação científica e pedagógica dos professores para responderem com êxito aos desafios da educação inclusiva. Apoiando-se nas próprias vivências dos professores, interessou-nos perceber que conceções possuem sobre educação inclusiva, assim como compreender como os professores percecionam a qualidade e relevância da sua formação inicial na área da educação inclusiva, bem como a sua preparação para trabalhar em contextos educativos inclusivos. Esta discussão é feita considerando um conjunto de variáveis de natureza sociodemográfica (idade, género) e variáveis profissionais (duração da formação, experiência docente) por parte dos professores da nossa amostra. O estudo considerou uma amostra de 329 professores de escolas do ensino básico na cidade e província de Maputo. Com uma abordagem quantitativa, o estudo considerou a construção e validação de um questionário sobre as vivências dos professores nas três dimensões de interesse do estudo, nomeadamente conceções sobre educação inclusiva, perceção sobre qualidade e relevância da sua formação inicial, e preparação para trabalhar em educação inclusiva. Os resultados obtidos mostram não existir diferenças estatisticamente significativas nomeadamente tomando o tempo de serviço e género dos professores, bem como em função dos anos de duração da sua formação inicial. Diferenças nos resultados foram observadas tomando os professores consoante tiveram experiência anterior ou não com alunos com necessidades educativas especiais. Os professores com essa experiência mostram resultados mais positivos tanto nas suas conceções sobre educação inclusiva bem como na avaliação sobre a qualidade da formação recebida e preparação para trabalhar em contextos educativos inclusivos comparativamente aos professores sem nenhuma experiência.