quarta-feira, 26 de março de 2014
quinta-feira, 13 de março de 2014
quarta-feira, 12 de março de 2014
Ciclo de conferências "A Escola da Geração Digital"
CENFIPE | Ciclo de conferências 2014
A ESCOLA DA GERAÇÃO DIGITAL
Desorientação, Criatividade e Inovação
A ESCOLA DA GERAÇÃO DIGITAL não pode ser ignorada. As crianças e jovens gastam cada vez mais tempo com tecnologia digital. O computador pessoal, os tablets e o telemóvel modificaram, rápida e radicalmente, os rituais de iniciação nos grupos de pares, a comunicação intra e intergrupal, os graus de socialização e de integração, já que criaram novos gestos, linguagens, códigos, símbolos, valores e um mundo infindável de engenhos periféricos.O que significa para o seu desenvolvimento?, Qual o papel dos Professores e da Escola ? Que perigos escondem ? Que escolas vamos ter no futuro ?... . Sob a égide de uma acentuada crise económica e dos problemas inerentes a esta nova “Net generation, paralelamente, queremos discutir a Escola Pública que temos e que queremos, reflectir sobre os seus valores e competências, capacidade de mediação, adaptação aos novos tempos, as lideranças, a inovação em contexto escolar, os factores de motivação e de resiliência do corpo docente face a um futuro muitas vezes perspectivado com inquietação, medo e insegurança múltipla... Pretendemos ainda abordar o papel dos Pais e Encarregados de educação numa sociedade tecnológica globalizada e os desafios que se colocam à parentalidade . Em diferentes formatos (Conferências, Mesas Redondas, Workshops temáticos) pretendemos contribuir com sugestões criativas, inovadoras e partilha de experiências que enriqueçam a prática docente de forma inspiradora…
Cientes de que os ambientes educativos devem ter como foco central a autonomia, a criatividade e o espírito investigativo, o CENFIPE, em parceria com assuas escolas associadas, a Coordenação Concelhia das Bibliotecas escolares e asCâmaras Municipais dos Concelhos de Arcos de Valdevez, Ponte da Barca, Ponte de Lima e Paredes de Coura convoca Diretores de Escolas, Professores, Pais e Encarregados de Educação, Autarcas, investigadores e todos aqueles que tem responsabilidades na educação para um grande debate público, um Ciclo de Conferências a que demos o nome “ A ESCOLA DA GERAÇÃO DIGITAL : Desorientação, Criatividade e Inovação.”
Acontece no Norte, no coração do Alto Minho, descentralizado por quatro Concelhos: Arcos de Valdevez (dia 22 de Março, 2013), Ponte da Barca (24 de Maio, 2013), Paredes de Coura (25 de Outubro, 2013) e Ponte de Lima (29 de Novembro, 2013). São Vilas que convidam a ficar e a desfrutar dos seus encantos…Reunimos um leque fabuloso de especialistas, referência incontornável em áreas distintas como ciência, comentário político, sociologia, educação, inovação, tecnologia e investigação: Marcelo Rebelo de Sousa, João Lobo Antunes, Carlos Fiolhais, Elvira Fortunato; Rui Mota Cardoso, J. Torres Santomé (Universidade da Corunha), Cristina Baptista, Paulo Guinote, Eduardo Sá, Carvalho da Silva, António Sacavém, Helena Sacadura Cabral, Pacheco Pereira, a Jornalista Fernanda Freitas, José Pedro Cobra são alguns dos nomes confirmados….
Inscrições e programa em www.cenfipe.edu. pt | http://ciclodeconferencias. blogspot.pt/?zx= 694e7de984adf1b1
terça-feira, 11 de março de 2014
Formação - Discalculia
Formação na Qualifica - Exponor
“A pessoa com discalculia terá problemas com o raciocínio matemático a vida inteira. Mas com o tratamento adequado, ela poderá adquirir os conceitos satisfatoriamente”.
É uma perturbação que se manifesta na dificuldade de aprendizagem do cálculo. Esta dificuldade pode-se manifestar em vários níveis da aprendizagem. Assim, podemos encontrar dificuldades ao nível da leitura, escrita e compreensão de números ou símbolos, compreensão de conceitos e regras matemáticas, memorização de factos ou conceitos ou no raciocínio abstracto. Podem ainda estar associadas dificuldades em aprender a ver as horas ou lidar com o dinheiro.
São contudo notórias dúvidas que se prendem com as aprendizagens neste domínio. Muitos profissionais continuam a questionar-se sobre como promover as aprendizagens matemáticas, que tipo de actividades planificar e que estratégias desenvolver, que conteúdos explorar, que dinâmicas e relações estabelecer, que intenções reflectir e planificar para melhor intervir e dinamizar.
O encontro “Discalculia – Entender e intervir na dificuldade com os números e cálculos” organizado pela Clínica da Educação, procura ser assim um espaço de reflexão e debate em torno das intenções da acção e das próprias práticas dos profissionais e parentais enquanto condição essencial para o desenvolvimento da criança.
Tem como objectivos:
* Compreender a discalculia para promoção de práticas adequadas
* Estratégias de intervenção facilitadoras de aprendizagem
* O papel dos pais no acompanhamento desta dificuldade
O encontro “Discalculia – Entender e intervir na dificuldade com os números e cálculos” organizado pela Clínica da Educação, procura ser assim um espaço de reflexão e debate em torno das intenções da acção e das próprias práticas dos profissionais e parentais enquanto condição essencial para o desenvolvimento da criança.
Tem como objectivos:
* Compreender a discalculia para promoção de práticas adequadas
* Estratégias de intervenção facilitadoras de aprendizagem
* O papel dos pais no acompanhamento desta dificuldade
Os formadores são Rafael Silva Pereira, atualmente é Diretor Pedagógico da Associação Ester Janz. É Especialista em Dificuldades Específicas de Aprendizagem. Para além das várias participações em Congressos, faz formação a nível nacional e internacional a educadores, professores, psicopedagogos, psicólogos, técnicos de reabilitação e terapeutas da fala, em instituições que trabalham com crianças com patologias relacionadas com a aprendizagem.
É autor de obras didáticas e multissensoriais, como o ” Programa de Intervenção e Reeducação em Dislexia e Disortografia”, ” Programa de Neurociência – Intervenção em Leitura e Escrita”, “Programa de Reeducação em Dislexia e Consciência Fonológica – PREDICOFON, “Fichas de Reeducação em Leitura e Escrita” da Texto Editora, da “Bateria de Avaliação de Pré-Competências em Leitura e Escrita-BACLE, do LER – Leitura, Escrita e Reeducação e da BACMAT – Bateria de Aferição de Competências Matemáticas.
Inês de Jesus Salgado Rodrigues licenciou-se em Professores do Ensino Básico, 2º ciclo, variante Português/ Inglês, pela Escola Superior de Educação Jean Piaget, em Vila Nova de Gaia no ano de 1999. Em Abril de 1998 frequentou um curso de Inglês, “English Language Course with LHS School Youth Travela at Rosebery University Hall”, em Londres. Iniciou o seu percurso profissional exercendo funções no 2º ciclo, lecionando a disciplina de Inglês, desempenhando o cargo de Diretora de Turma. No ano letivo de 2000/2001 trabalhou no Colégio Novos Rumos, 1º ciclo, Ensino Especial, em Guifões – Matosinhos, onde trabalhou em exclusivo com Crianças com Necessidades Educativas Especiais com diversas patologias.
No ano letivo 2001/ 2002 lecionou na cidade de Angra do Heroísmo, onde exerceu as suas funções como professora. Em paralelo participou como docente no ensino da Língua Portuguesa a emigrantes russos e ucranianos no “Curso de Língua Portuguesa para Estrangeiros”.
A partir de 2005/ 2006 iniciou o seu trabalho no 1º ciclo, onde para além de exercer as suas funções como Professora Titular de Turma.
Em maio de 2012 concluiu o “Curso de Formação Especializada na Área de Educação Especial-Domínio Cognitivo e Motor” e em 2013 concluiu o Mestrado na mesma área pela Escola Superior de Educação Almeida Garrett sendo nesse âmbito convidada pelo Prof. Dr. Rafael Silva Pereira para a aplicação, análise e validação dos dados da BACMAT; É co-autora do mais recente Manual de Intervenção em Dificuldades Matemáticas.
É autor de obras didáticas e multissensoriais, como o ” Programa de Intervenção e Reeducação em Dislexia e Disortografia”, ” Programa de Neurociência – Intervenção em Leitura e Escrita”, “Programa de Reeducação em Dislexia e Consciência Fonológica – PREDICOFON, “Fichas de Reeducação em Leitura e Escrita” da Texto Editora, da “Bateria de Avaliação de Pré-Competências em Leitura e Escrita-BACLE, do LER – Leitura, Escrita e Reeducação e da BACMAT – Bateria de Aferição de Competências Matemáticas.
Inês de Jesus Salgado Rodrigues licenciou-se em Professores do Ensino Básico, 2º ciclo, variante Português/ Inglês, pela Escola Superior de Educação Jean Piaget, em Vila Nova de Gaia no ano de 1999. Em Abril de 1998 frequentou um curso de Inglês, “English Language Course with LHS School Youth Travela at Rosebery University Hall”, em Londres. Iniciou o seu percurso profissional exercendo funções no 2º ciclo, lecionando a disciplina de Inglês, desempenhando o cargo de Diretora de Turma. No ano letivo de 2000/2001 trabalhou no Colégio Novos Rumos, 1º ciclo, Ensino Especial, em Guifões – Matosinhos, onde trabalhou em exclusivo com Crianças com Necessidades Educativas Especiais com diversas patologias.
No ano letivo 2001/ 2002 lecionou na cidade de Angra do Heroísmo, onde exerceu as suas funções como professora. Em paralelo participou como docente no ensino da Língua Portuguesa a emigrantes russos e ucranianos no “Curso de Língua Portuguesa para Estrangeiros”.
A partir de 2005/ 2006 iniciou o seu trabalho no 1º ciclo, onde para além de exercer as suas funções como Professora Titular de Turma.
Em maio de 2012 concluiu o “Curso de Formação Especializada na Área de Educação Especial-Domínio Cognitivo e Motor” e em 2013 concluiu o Mestrado na mesma área pela Escola Superior de Educação Almeida Garrett sendo nesse âmbito convidada pelo Prof. Dr. Rafael Silva Pereira para a aplicação, análise e validação dos dados da BACMAT; É co-autora do mais recente Manual de Intervenção em Dificuldades Matemáticas.
INSCRIÇÕES até dia 14 Março 2014 : 20.00€ +4.60€ iva = Total: 24.60€ | Inscrições no dia 15 de Março 2014: 30.00€ + 6.90€ iva = Total: 36.90€ | Inclui: Material de apoio à sessão, Diploma de Participação.
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Cientistas alertam para 'epidemia silenciosa' de perturbações neurológicas
15 de Fevereiro, 2014
Dois dos maiores especialistas mundiais na ligação entre o ambiente e a saúde alertam hoje que os químicos industriais a que as crianças estão sujeitas diariamente podem estar a provocar uma "epidemia silenciosa" de perturbações do desenvolvimento.
O alerta surge na revista científica The Lancet Neurology e os autores apelam aos países que mudem os seus procedimentos de avaliação dos riscos dos químicos para proteger as crianças destas toxinas.
Em causa estão químicos como o mercúrio, o chumbo e certos solventes e pesticidas, que estão presentes em objectos tão comuns como a roupa, o mobiliário ou os brinquedos.
"Os cérebros em desenvolvimento são particularmente vulneráveis aos químicos tóxicos no ambiente", diz Philippe Grandjean, da Escola de Saúde Pública de Harvard, em Boston.
"Enquanto não existir um requisito legal para que os fabricantes provem que todos os químicos industriais existentes e todos os novos químicos são não tóxicos antes de entrarem no mercado, na linha da lei da União Europeia [para o registo, avaliação, autorização e restrição] dos químicos, REACH, enfrentamos uma pandemia de toxicidade para o desenvolvimento neurológico". Por isso, os autores propõem uma “estratégia global de prevenção”.
As perturbações do desenvolvimento neurológico, como o autismo, o défice de atenção, a dislexia ou a paralisia cerebral, afectam uma em cada seis crianças em todo o mundo, havendo cada vez mais provas que ligam a exposição a químicos na infância a níveis mais altos destas doenças.
Um controlo mais apertado da utilização destes químicos permitiria poupar milhões de dólares, alertam os autores, recordando que os custos anuais do tratamento do envenenamento por chumbo nos EUA, por exemplo, são de cerca de 50 mil milhões de dólares.
Mas Grandjean e o co-autor do artigo, Philip Landrigan, da Escola de Medicina Monte Sinai, em Nova Iorque, sublinham que este número poderá ser apenas a ponta do icebergue.
"A vasta maioria dos mais de 80.000 químicos industriais utilizados nos EUA nunca foram testados nos seus efeitos tóxicos para o desenvolvimento do feto ou da criança. A exposição a estes químicos durante as fases iniciais do desenvolvimento pode causar danos cerebrais em níveis muito mais baixos do que os que afectam os adultos e o real impacto na saúde das crianças só agora está a começar a revelar-se", referem.
Os dois maiores obstáculos aos esforços para limitar os químicos que ameaçam a saúde das crianças são as grandes falhas nos testes à sua toxicidade para o desenvolvimento neurológico e a enorme quantidade de provas exigidas para que se possa regulamentar.
"A única forma de reduzir a contaminação tóxica é tornar obrigatórios os testes à sua toxicidade para o desenvolvimento neurológico dos químicos novos e já existentes", diz Landrigan.
"Uma abordagem cautelosa deste género significaria que uma indicação prévia de potenciais efeitos tóxicos graves levaria a uma regulamentação forte, que poderia depois ser relaxada se provas subsequentes demonstrassem que os danos eram menos graves", acrescenta.
Os autores propõem uma estratégia internacional de prevenção que ponha o ónus nos produtores de químicos, e não nos governos, de provarem que os seus produtos são de baixo risco, usando um processo semelhante ao que é exigido às farmacêuticas, e uma nova agência reguladora internacional para coordenar e acelerar estas medidas.
"O número total de substâncias neurotóxicas actualmente reconhecidas é quase certamente uma pequena parte do verdadeiro número de substâncias tóxicas para o desenvolvimento neurológico libertadas para o ambiente global", dizem.
"A nossa grande preocupação é que as crianças de todo o mundo estejam expostas a químicos tóxicos não reconhecidos que estão silenciosamente a corroer a inteligência, a perturbar o comportamento, a truncar as conquistas futuras e a danificar as sociedades, talvez mais seriamente nos países em desenvolvimento".
Lusa/SOL
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Regime júrídico da formação contínua de professores
Decreto-Lei n.º 22/2014 de 11 de fevereiro
Ministério da Educação e Ciência
Estabelece o regime jurídico da formação contínua de professores e define o respetivo sistema de coordenação, administração e apoio
Ministério da Educação e Ciência
Estabelece o regime jurídico da formação contínua de professores e define o respetivo sistema de coordenação, administração e apoio
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Subscrever:
Mensagens (Atom)




