Extracto do videoclip contra la violência de género 2009, realizado no IES EL TABLERO (Proyecto de Coeducación), de Córdova. Com a participacão de alunos, professores, P.A.S. e todas as pessoas que se cruzaram neste projecto - CUANDO OIGAS LA SEÑAL ¡ GRITA Y CORRE¡ sob a direcção de Sergio Sáez.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
sábado, 7 de novembro de 2009
Hora da Poesia, da Ciência e da Religião
Poema para Galileo
Estou olhando o teu retrato, meu velho pisano,
aquele teu retrato que toda a gente conhece,
em que a tua bela cabeça desabrocha e floresce
sobre um modesto cabeção de pano.
Aquele retrato da Galeria dos Ofícios da tua velha Florença.
(Não, não, Galileo! Eu não disse Santo Ofício.
Disse Galeria dos Ofícios.)
Aquele retrato da Galeria dos Ofícios da requintada Florença.
Lembras-te? A Ponte Vecchio, a Loggia, a Piazza della Signoria
Eu sei... Eu sei...
As margens doces do Arno às horas pardas da melancolia.
Ai que saudade, Galileo Galilei!
Olha. Sabes? Lá em Florença
está guardado um dedo da tua mão direita num relicário.
Palavra de honra que está!
As voltas que o mundo dá!
Se calhar até há gente que pensa
que entraste no calendário.
Eu queria agradecer-te, Galileo,
a inteligência as coisas que me deste.
Eu,
e quantos milhões de homens como eu
a quem tu esclareceste,
ia jurar -- que disparate, Galileo!
-- e jurava a pés juntos e apostava a cabeca
sem a menor hesitação --
que os corpos caem tanto mais depressa
quanto mais pesados são.
Pois não é evidente, Galileo?
Quem acredita que um penedo caia
com a mesma rapidez que um botão de camisa ou que um seixo da praia?
Esta era a inteligência que Deus nos deu.
Estava agora a lembrar-me, Galileo,
daquela cena em que tu estavas sentado num escabelo
e tinhas à tua frente
um friso de homens doutos, hirtos, de toga e de capelo
a olharem-te severamente.
Estavam todos a ralhar contigo,
que parecia impossível que um homem da tua idade
e da tua condição,
se estivesse tornando num perigo
para a Humanidade
e para a Civilizacão.
Tu, embaraçado e comprometido, em silêncio mordiscavas os lábios,
e percorrias, cheio de piedade,
os rostos impenetráveis daquela fila de sábios.
Teus olhos habituados à observação dos satélites e das estrelas,
desceram lá das suas alturas
e poisaram, como aves aturdidas -- parece que estou a vê-las --,
nas faces grávidas daquelas reverendíssimas criaturas.
E tu foste dizendo a tudo que sim, que sim senhor, que era tudo tal qual
conforme suas eminências desejavam,
e dirias que o Sol era quadrado e a Lua pentagonal
e que os astros bailavam e entoavam
à meia-noite louvores à harmonia universal.
E juraste que nunca mais repetirias
nem a ti mesmo, na própria intimidade do teu pensamento, livre e calma,
aquelas abomináveis heresias
que ensinavas e escrevias
para eterna perdição da tua alma.
Ai, Galileo!
Mal sabiam os teus doutos juízes, grandes senhores deste pequeno mundo,
que assim mesmo, empertigados nos seus cadeirões de braços,
andavam a correr e a rolar pelos espaços
à razão de trinta quilómetros por segundo.
Tu é que sabias, Galileo Galilei.
Por isso eram teus olhos misericordiosos,
por isso era teu coração cheio de piedade,
piedade pelos homens que não precisam de sofrer, homens ditosos
a quem Deus dispensou de buscar a verdade.
Por isso estoicamente, mansamente,
resististe a todas as torturas,
a todas as angústias, a todos os contratempos,
enquanto eles, do alto inacessível das suas alturas,
foram caindo,
caindo,
caindo,
caindo,
caindo sempre,
e sempre,
ininterruptamente,
na razão directa dos quadrados dos tempos.
António Gedeão
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Educar para prevenir a discriminação
Novidade
DESAPRENDER LA DISCRIMINACIÓN EN EDUCACIÓN INFANTILAutor: Babette BROWN
Colección: Pedagogía
Traductor:
ISBN: 978-84-7112-607-8
Número de páginas: 152
Tamaño: 17 X 24
Fecha de la edición: 28/10/2009
Edición número: 1ª
EDICIONES MORATA S.L
16,92 € (no incluye IVA)
Sinopse
Este libro cuestiona algunas ideas acerca del desarrollo en la primera infancia, que afirman que los niños son incapaces de comprender temas como: la justicia, el color de la piel, la discapacidad o la homofobia, explicando con toda claridad la teoría y la investigación relevantes y poniendo ejemplos de buena práctica.
Anima a todos los que trabajan con niños pequeños a facilitar que éstos hablen de manera constructiva sobre los problemas de la discriminación.
***********************************
EXTRACTO DEL CONTENIDO
Capítulo 1. Nunca se es demasiado pequeño para aprender. Capítulo 2. La práctica antidiscriminatoria, una buena práctica educativa. Capítulo 3. Cómo crear un ambiente antidiscriminatorio. Capítulo 4. El lenguaje es importante. Capítulo 5. ¿Demasiado pequeño para decidir? Capítulo 6. Tender puentes. Capítulo 7. No demasiado mayor para aprender. Capítulo 8. Recursos para la igualdad.
Anima a todos los que trabajan con niños pequeños a facilitar que éstos hablen de manera constructiva sobre los problemas de la discriminación.
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EXTRACTO DEL CONTENIDO
Capítulo 1. Nunca se es demasiado pequeño para aprender. Capítulo 2. La práctica antidiscriminatoria, una buena práctica educativa. Capítulo 3. Cómo crear un ambiente antidiscriminatorio. Capítulo 4. El lenguaje es importante. Capítulo 5. ¿Demasiado pequeño para decidir? Capítulo 6. Tender puentes. Capítulo 7. No demasiado mayor para aprender. Capítulo 8. Recursos para la igualdad.
Tema: Educación Infantil
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Um minuto de Astronomia
O que têm em comum: Nuno Markl, Nicolau Breyner, Silvia Alberto, Sérgio Godinho, Carla Chambel, Francisco Mendes, Cláudia Semedo, Margarida Martins, Helena Coelho, Jorge Gabriel, Luis Represas, Maria Gambina e Vitor de Sousa? São uns improváveis professores de astronomia durante 1 Minuto!
Explicar o que são buracos negros num minuto pode ser uma tarefa de peso para um cientista, mas e para um humorista, um actor ou um músico? Algumas estrelas portuguesas, como Nuno Markl, Nicolau Breyner, Sérgio Godinho e Sílvia Alberto decidiram vestir a camisola do Ano Internacional da Astronomia 2009 e trocar por miúdos os grandes temas do Universo. O resultado está no ar esta semana na RTP.
1 Minuto de Astronomia estreou ontem com o primeiro vídeo "Porque é a Astronomia importante?" Apresentado por Silvia Alberto. Produzido por Science Office e Duvideo.
Porque é a Astronomia importante? from 1MinAstronomia on Vimeo.
RTP1
Quarta-Feira, 4 de Novembro 9:27 / 11:37 / 17:10 / 18:30
Quinta-Feira, 5 de Novembro 9:21 / 11:36 / 14:20 / 17:08 / 18:40 / 22:47 / 02:38
Sexta-Feira, 6 de Novembro 9:28 / 11:36 / 14:22 / 17:11 / 18:37 / 0:57 / 2:40
Sábado, 7 Novembro 9:49 / 11:35 / 15:58 / 17:15 / 18:13 / 22:59 / 02:55
Domingo, 8 de Novembro 10:00 / 14:45 / 17:12 / 18:28 / 22:59 / 02:41
RTP2
Quinta-Feira, 5 de Novembro 13:00 / 20:31 / 21:06 / 1:15 / 2:07
Sexta-Feira, 6 de Novembro 13:58 / 16:47 / 19:25 / 0:18 / 02:00
Um minuto de Astronomia também pode ser acompanhado, minuto a minuto, no twiter, faceboock e outras redes sociais a partir daqui.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Exames com recurso à internet

Los estudiantes daneses podrán usar Internet en los exámenes finales
Se prohíbe enviar correos y chatear
Los alumnos de catorce colegios daneses ya tienen la suerte de consultar Internet durante sus exámenes. En 2011 la norma se extenderá a todo el sistema escolar del país, según publica BBC News.
Las primeras pruebas ya se han realizado en estos 14 colegios, en donde a la hora del examen las aulas se llenaban de cables y CD con las preguntas. Se mantiene la antigua regla de no hablar, pero la nueva es no enviar correos electrónicos a otras personas de fuera o de dentro del colegio, ni chatear (el profesor confía en la honestidad del alumno); por lo demás se puede consultar Internet, incluso redes sociales como Facebook, para encontrar las mejores respuestas a las preguntas.
Dinamarca es uno de los países tecnológicamente más avanzados, también en el uso de Internet. Desde hace una década, los estudiantes escriben los exámenes en sus ordenadores. El Gobierno argumenta que si Internet es parte de las vidas ciudadanas no se puede dejar fuera de las clases ni de los exámenes. El ministro de Educación, Bertel Haarder, se explica: "Nuestros exámenes tienen que reflejar la vida diaria en el colegio y la vida en el colegio tiene que reflejarse en la sociedad. Internet es indispensable, incluso en los exámenes. Estoy seguro de que en pocos años la mayoría de los países europeos nos imitarán".
Se prohíbe enviar correos y chatear
Los alumnos de catorce colegios daneses ya tienen la suerte de consultar Internet durante sus exámenes. En 2011 la norma se extenderá a todo el sistema escolar del país, según publica BBC News.
Las primeras pruebas ya se han realizado en estos 14 colegios, en donde a la hora del examen las aulas se llenaban de cables y CD con las preguntas. Se mantiene la antigua regla de no hablar, pero la nueva es no enviar correos electrónicos a otras personas de fuera o de dentro del colegio, ni chatear (el profesor confía en la honestidad del alumno); por lo demás se puede consultar Internet, incluso redes sociales como Facebook, para encontrar las mejores respuestas a las preguntas.
Dinamarca es uno de los países tecnológicamente más avanzados, también en el uso de Internet. Desde hace una década, los estudiantes escriben los exámenes en sus ordenadores. El Gobierno argumenta que si Internet es parte de las vidas ciudadanas no se puede dejar fuera de las clases ni de los exámenes. El ministro de Educación, Bertel Haarder, se explica: "Nuestros exámenes tienen que reflejar la vida diaria en el colegio y la vida en el colegio tiene que reflejarse en la sociedad. Internet es indispensable, incluso en los exámenes. Estoy seguro de que en pocos años la mayoría de los países europeos nos imitarán".
In EL PAÍS.com - Barcelona - 04/11/2009
Nota: Mais um incentivo favorável aos alunos. Um incentivo à não valorização do trabalho, do esforço, do empenho diário e contínuo... para quê estudar se podem encontrar informação detalhada na internet para responder aos exames? Mau, mau será quando um dos futuros médicos, formados nessas escolas, tiver que operar de urgência um paciente. Será que o médico vai interromper a cirurgia para se ligar ao mundo virtual e pesquisar sobre como agir e que instrumentos utilizar? ...
Colóquio: Arte e História
Programa
27 Novembro 2009
10:00h - Recepção dos participantes (Salão Nobre)
10:15h - Sessão de abertura - Pe. António Pedro Boto de Oliveira
Conferências no Salão Nobre
10:30h – “Fundação, organização interna e gestão do património na Idade Média” - Carlos Guardado da Silva
11:00h – “De Cenóbio a Cúria Patriarcal: dialéctica de um lugar durante os séculos XIX e XX” - Ricardo Aniceto
11:30h - Café
Visita Guiada ao Coro-Alto
12:00h – “A retablística: presença e memória - perspectiva decorativa do templo” - Sílvia Ferreira e Sandra Costa Saldanha
13:00h - Almoço na Sala do Claustro
Visita Guiada aos Panteões
15:00h – “Corpo e alma: sepultamentos e memória” - Paulo Dias
16:00h - Café
Conferências no Salão Nobre
16:30h – “Hoc Templum Aedificavit Rex Portugalliae Alphonsus I: o mosteiro medieval” - Paulo Almeida Fernandes
17:00h – “1582: ano zero na arquitectura religiosa portuguesa?” - António Nunes Pereira
17:30h – “Hum dos Mayores e Magnificos Templos não só de todo o Reyno mas da Europa: a obra filipina” - Miguel Soromenho
28 Novembro 2009
14:30h - Recepção dos participantes (Museu)
Visita Guiada ao Mosteiro
15:00h – “Percurso pela azulejaria em São Vicente de Fora” - José Meco
16:45h - Café
Conferências na Sacristia
17:00h – “A magnificência do mármore: obras de embutidos de pedraria policroma” - Maria João Pereira Coutinho
17:30h – “Transitoriedade e permanência: a pintura de São Vicente de Fora” - Nuno Saldanha
18:00h – “Apresentação do livro Mosteiro de São Vicente de Fora: Arte e História” - D. José da Cruz Policarpo / D. Carlos A. Moreira Azevedo
20:00h - Jantar na Antiga Portaria
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Rankings e práticas educativas: Que relação?
Os professores do ensino secundário e os rankings escolares
Um convite sereno a mudar racionalmente o que houver a mudar nas escolas e nas práticas docentes.
Os professores do ensino secundário e os rankings escolares: reflexos da reflexividade mediatizada
Autor: M. Benedita Portugal e Melo
Prefácio: José Madureira Pinto
Editor: Fundação Manuel Leão
Colecção: DPP; 7
Número de edição: 1
Ano de Edição: 2009
N.º de páginas: 461
ISBN: 978-989-8151-10-0
Dimensões: 21,5 x 14 cm
Leia um pouco deste livro
Para mudar de página, coloque o cursor do rato no canto inferior ou superior da página e folheie
Dicas sobre Estratégias de Ensino
Estratégias de ensino: o saber e o agir do professor
Várias ideias-chave do processo de estratégias de ensino

Estratégias de ensino: o saber e o agir do professor
Autor: Maria do Céu Roldão
Editor: Fundação Manuel Leão
Colecção: DPP; 6
Número de edição: 1
Ano de Edição: 2009
N.º de páginas: 129
ISBN: 978-989-8151-08-7
Dimensões: 21,5 x 14 cm
Leia um pouco deste livro
Para mudar de página, coloque o cursor do rato no canto inferior ou superior da página e folheie
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Inquietações Pedagógicas
Mais um excelente artigo de opinião de Miguel Ángel Santos Guerra. Uma profunda reflexão sobre outros valores que estão para além do valor do conhecimento. Falamos dos valores afectivos. Valores que fazem parte de uma desejável educação integral. Estes últimos quase banidos dos normativos e por sua vez da educação escolar.
Este artigo é um convite a repensar... que futuro? que educação queremos dar às nossas crianças? Quiça, repensar políticas educativas...
Conjugar cinco verbos
La educación sentimental es muy importante. Sin embargo, suele estar bastante abandonada. En la esuela se hace habitualmente hincapié en los aprendizajes de naturaleza intelectual que son necesarios para entender la realidad y la historia. Se aprende filosofía, matemáticas, geografía y literatura, pero muy poco relativo a la esfera emocional. Al menos, de manera sistemática e intencionada.
Hoy se insiste en la necesidad de que las personas sean competentes. Pero las competencias no son meras destrezas o habilidades. No son meros conocimientos. Las competencias tienen un carácter integrador que incluye sentimientos, actitudes y valores.
En la base de muchos planteamientos autodestructivos están ideas irracionales que hacen un daño casi irremediable si no se someten al rigor del análisis, si no se desmontan de manera efectiva. Para ser competentes emocionalmente hay que saber conjugar vivencialmente cinco verbos.
Dar: Hay personas que están incapacitadas para dar. Porque piensan que no tienen nada bueno que ofrecer, porque creen que su donativo emocional puede ser rechazado, porque creen que dar es presuntuoso, porque han tenido malas experiencias, porque lo creen peligroso si su gesto es malinterpretado.
Una postura egoísta nos cierra sobre nosotros mismos y nos impide vivir generosamente, dando lo mejor que tenemos, compartiendo aquellos que otros necesitan.
Recibir: Hay quien no es capaz de recibir el afecto de los demás. Porque lo considera peligroso. Creen que no son merecedores de ese afecto y, por ello, lo rechazan.
Fui testigo hace muy poco en la Feria del Rincón de la Victoria, lugar en el que vivo, de una curiosa escena. Una señora pretendía regalar una pulsera a una chica que caminaba con su padre. La señora insistía y ella, temerosa, no se atrevía a aceptar el obsequio. Era un regalo desinteresado. Hasta que el padre le dijo:
- Venga, acéptalo.
La chica se acercó y recibió la pulsera. No era una estrategia de vendedora que luego pedía el precio. Era, sencillamente, un regalo.
Las mujeres pueden tener una reticencia mayor cuando es un hombre el que ofrece algo. Porque piensan que en ese gesto hay un mensaje oculto, una trampa escondida. Pero, bueno, si alguien tiende esa trampa, hay tiempo y mil formas de desmontarla.
Nos estamos haciendo muy desconfiados. Las malas experiencias nuestras o ajenas nos hacen pensar mucho las cosas, nos ponen a la defensiva, nos hacen ver malas intenciones en los gestos más inocentes.
Pedir: Hay quien no sabe demandar amor, pedir lo que necesita afectivamente. Siente vergüenza. No está en condiciones de encajar la respuesta negativa. Se compara con otros sobre los que piensa que tienen derecho a pedir porque son merecedores de que se lo den todo.
Hace poco he leído el texto de un anuncio que me llamó la atención. No recuerdo ahora a qué producto servía de gancho publicitario. El texto era muy corto y muy explícito.“Tú, pide” Eso es: tú, pide. Puede ser que no te den, puede ser que ni siquiera te escuchen. Pero tú has hecho tu parte. Has sido capaz de pedir.
Rechazar: Hay quien no sabe rechazar la demanda de otros. Porque tiene miedo a hacer daño, a defraudar, a perder el afecto. Si dice no, piensn que nunca podrán pedir ellos nada.
No saber decir no, lleva a situaciones complicadas y de profunda infelicidad. Nadie debe sentirse responsable de las reacciones patológicas de los demás. Hablo de decir que no a peticiones que no sólo podemos sino que debemos rechazar..
Patti Breitman y Connie Hatch en su libro “Cómo decir no sin sentirse culpable” hablan de algunos noes cotidianos que es preciso pronunciar con firmeza. Por ejemplo decir no a un tratamiento de cosmética innecesario, a facturas escandalosas, a la prolongación innecesaria de tratamiento terapéutico, a contratistas y pintores, a la perseverancia de vendedores ambulantes, al correo comercial…
Quizás haya otras situaciones más complejas: una propuesta de noviazgo, un ofrecimiento de amistad,.una invitación a un viaje o a una fiesta, una propuesta de trabajo…
Se dice en el Prólogo del citado libro: “Aprendiendo a decir no sin sentiros culpables, dispondréis de un tiempo que ignorabais tener. Y, aún más importante, aprenderéis a decir sí a todas las cosas que resultan valiosas para el corazón, cosas que siempre habíais querido hacer pero estabais demasiado ocupados haciendo otras cosas… Cuando aprendáis a decir no recuperéis de nuevo vuestra vida”.
Encajar: Hay quien, ante una negativa o un rechazo se siente destruido. Piensa que eso le pasa por ser como es aunque quien le ha rechazado lo haga con todo el mundo.
En la película “Celia”, de José Luis Borau, una niña le chantajea a la protagonista diciendo que si no le regala una caja de bombones, dejará de ser su amiga. La respuesta de Celia es contundente:
- Peor para ti.
Ante un mismo acontecimiento se puede reaccionar de muchas formas. El mismo rechazo, por ejemplo, hace que una persona se hunda y que otra se fortalezca. Es muy importante saber reaccionar. Claro que importa lo que nos pasa, pero es mucho más decisiva la postura que adoptamos ante lo que nos pasa.
La imposibilidad de dar, recibir, pedir y rechazar afecto o de encajar una negativa, nos pone contra las cuerdas de la infelicidad. Es necesario practicar de forma constante y profunda la conjugación de estos cinco verbos para avanzar en el camino de la salud emocional.
Conjugar cinco verbos
La educación sentimental es muy importante. Sin embargo, suele estar bastante abandonada. En la esuela se hace habitualmente hincapié en los aprendizajes de naturaleza intelectual que son necesarios para entender la realidad y la historia. Se aprende filosofía, matemáticas, geografía y literatura, pero muy poco relativo a la esfera emocional. Al menos, de manera sistemática e intencionada.Hoy se insiste en la necesidad de que las personas sean competentes. Pero las competencias no son meras destrezas o habilidades. No son meros conocimientos. Las competencias tienen un carácter integrador que incluye sentimientos, actitudes y valores.
En la base de muchos planteamientos autodestructivos están ideas irracionales que hacen un daño casi irremediable si no se someten al rigor del análisis, si no se desmontan de manera efectiva. Para ser competentes emocionalmente hay que saber conjugar vivencialmente cinco verbos.
Dar: Hay personas que están incapacitadas para dar. Porque piensan que no tienen nada bueno que ofrecer, porque creen que su donativo emocional puede ser rechazado, porque creen que dar es presuntuoso, porque han tenido malas experiencias, porque lo creen peligroso si su gesto es malinterpretado.
Una postura egoísta nos cierra sobre nosotros mismos y nos impide vivir generosamente, dando lo mejor que tenemos, compartiendo aquellos que otros necesitan.
Recibir: Hay quien no es capaz de recibir el afecto de los demás. Porque lo considera peligroso. Creen que no son merecedores de ese afecto y, por ello, lo rechazan.
Fui testigo hace muy poco en la Feria del Rincón de la Victoria, lugar en el que vivo, de una curiosa escena. Una señora pretendía regalar una pulsera a una chica que caminaba con su padre. La señora insistía y ella, temerosa, no se atrevía a aceptar el obsequio. Era un regalo desinteresado. Hasta que el padre le dijo:
- Venga, acéptalo.
La chica se acercó y recibió la pulsera. No era una estrategia de vendedora que luego pedía el precio. Era, sencillamente, un regalo.
Las mujeres pueden tener una reticencia mayor cuando es un hombre el que ofrece algo. Porque piensan que en ese gesto hay un mensaje oculto, una trampa escondida. Pero, bueno, si alguien tiende esa trampa, hay tiempo y mil formas de desmontarla.
Nos estamos haciendo muy desconfiados. Las malas experiencias nuestras o ajenas nos hacen pensar mucho las cosas, nos ponen a la defensiva, nos hacen ver malas intenciones en los gestos más inocentes.
Pedir: Hay quien no sabe demandar amor, pedir lo que necesita afectivamente. Siente vergüenza. No está en condiciones de encajar la respuesta negativa. Se compara con otros sobre los que piensa que tienen derecho a pedir porque son merecedores de que se lo den todo.
Hace poco he leído el texto de un anuncio que me llamó la atención. No recuerdo ahora a qué producto servía de gancho publicitario. El texto era muy corto y muy explícito.“Tú, pide” Eso es: tú, pide. Puede ser que no te den, puede ser que ni siquiera te escuchen. Pero tú has hecho tu parte. Has sido capaz de pedir.
Rechazar: Hay quien no sabe rechazar la demanda de otros. Porque tiene miedo a hacer daño, a defraudar, a perder el afecto. Si dice no, piensn que nunca podrán pedir ellos nada.
No saber decir no, lleva a situaciones complicadas y de profunda infelicidad. Nadie debe sentirse responsable de las reacciones patológicas de los demás. Hablo de decir que no a peticiones que no sólo podemos sino que debemos rechazar..
Patti Breitman y Connie Hatch en su libro “Cómo decir no sin sentirse culpable” hablan de algunos noes cotidianos que es preciso pronunciar con firmeza. Por ejemplo decir no a un tratamiento de cosmética innecesario, a facturas escandalosas, a la prolongación innecesaria de tratamiento terapéutico, a contratistas y pintores, a la perseverancia de vendedores ambulantes, al correo comercial…
Quizás haya otras situaciones más complejas: una propuesta de noviazgo, un ofrecimiento de amistad,.una invitación a un viaje o a una fiesta, una propuesta de trabajo…
Se dice en el Prólogo del citado libro: “Aprendiendo a decir no sin sentiros culpables, dispondréis de un tiempo que ignorabais tener. Y, aún más importante, aprenderéis a decir sí a todas las cosas que resultan valiosas para el corazón, cosas que siempre habíais querido hacer pero estabais demasiado ocupados haciendo otras cosas… Cuando aprendáis a decir no recuperéis de nuevo vuestra vida”.
Encajar: Hay quien, ante una negativa o un rechazo se siente destruido. Piensa que eso le pasa por ser como es aunque quien le ha rechazado lo haga con todo el mundo.
En la película “Celia”, de José Luis Borau, una niña le chantajea a la protagonista diciendo que si no le regala una caja de bombones, dejará de ser su amiga. La respuesta de Celia es contundente:
- Peor para ti.
Ante un mismo acontecimiento se puede reaccionar de muchas formas. El mismo rechazo, por ejemplo, hace que una persona se hunda y que otra se fortalezca. Es muy importante saber reaccionar. Claro que importa lo que nos pasa, pero es mucho más decisiva la postura que adoptamos ante lo que nos pasa.
La imposibilidad de dar, recibir, pedir y rechazar afecto o de encajar una negativa, nos pone contra las cuerdas de la infelicidad. Es necesario practicar de forma constante y profunda la conjugación de estos cinco verbos para avanzar en el camino de la salud emocional.
Fonte: El Adarve, 31.10.2009
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