Mais um excelente tempo de formação, ontem, 03 de maio, com a Doutora Isabel Pinho da Universidade de Aveiro.
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sexta-feira, 4 de maio de 2018
domingo, 15 de abril de 2018
Vamos falar de Dislexia
Conferência TEDeX explica o que é a Dislexia.
O filme é inglês, no entanto tem legendas em várias línguas. Sugere-se a versão Português do Brasil que apresenta melhor qualidade que a versão de Portugal.
O filme é inglês, no entanto tem legendas em várias línguas. Sugere-se a versão Português do Brasil que apresenta melhor qualidade que a versão de Portugal.
sexta-feira, 13 de abril de 2018
Webinar Dilemas dos jovens investigadores Dos dilemas aos problemas
Um excelente tempo de formação, no qual tive o privilégio de participar, ontem, 12 de abril.
Jovens e menos jovens investigadores, vale a pena assistir a esta deliciosa aula sobre "Dilemas" em Investigação.
domingo, 1 de abril de 2018
Porque hoje é Domingo...
Que a Luz e o Amor de Cristo iluminem a terra inteira!
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Santa Páscoa para todos os leitores deste cantinho!
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Santa Páscoa para todos os leitores deste cantinho!
domingo, 11 de dezembro de 2016
Áreas fundamentais do currículo escolar
O sociólogo inglês Michael Young, professor emérito de Educação do Laboratório do Conhecimento (Knowledge Lab) do Instituto de Educação da Universidade de Londres, Reino Unido, numa conferência que fez no Brasil em 2013, intitulada Construindo uma Base Nacional Comum, destacou a importância de se proporcionar a todos os alunos um currículo que integre diversas áreas de conhecimentos e não apenas os que se vêem apenas como funcionais, para a vida quotidiana e do trabalho. Tal como preconiza Helena Damião* «Estes "conhecimentos poderosos", que só a escola pode trabalhar convenientemente, potenciam o desenvolvimento de capacidades de pensamento e uma maior justiça social.»
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* Professora Auxiliar da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da UC.
sábado, 10 de dezembro de 2016
domingo, 4 de dezembro de 2016
É muito importante tornar a humanidade mais humana
Nuccio Ordine, professor italino de literatura, publicou recentemente o livro - A inutilidade do inútil. Uma obra que deveria ser de leitura obrigatória para quem têm responsabilidade no currículo escolar, desde decisores políticos, até aos professores e diretores, passando pelos pais e encarregados da educação. Nuccio Ordine explica porquê (vídeo infra):
“Não temos consciência de que a literatura e os saberes humanísticos,
a cultura e o ensino constituem o líquido amniótico ideal no qual as ideias
de democracia, liberdade, justiça, laicidade, igualdade, direito à crítica,
tolerância e solidariedade podem experimentar um vigoroso desenvolvimento.”
Nuccio Ordine
Novo Modelo Pedagógico - "Horizonte 2020"
Jesuïtes Educació, a rede de escolas da Companhia de Jesus na Catalunha, apresentou recentemente o novo modelo pedagógico, "Horizonte 2020", que será implantando de forma progressiva nas suas escolas e que se baseia nos princípios e valores da pedagogia Inaciana e no diálogo permanente com os últimos avanços da pedagogia, psicologia e neurociências.
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
Rede GPS - Global Portuguese Scientists
GPS é a nova plataforma que permite saber as coordenadas para encontrar os investigadores portugueses pelo Mundo.
Por onde andam e o que têm para dizer os cérebros que importámos lá para fora. “É uma necessidade que temos, esta de conhecer os cientistas portugueses pelo mundo. O GPS conecta pessoas. Nós precisamos delas, ainda mais se forem cientistas. Mas onde estão eles? Vai passar a saber-se”, garantiu Carlos Fiolhais.
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Animacão na Terceira Idade
Animação na Terceira Idade (Machinima Vídeo) apresentada no I Congresso Internacional de Animação na Terceira Idade (2009)
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
sábado, 4 de junho de 2016
Comportamentos obsessivos
Esta curta-metragem é uma base de reflexão sobre o sofrimento provocado pelos comportamentos obsessivos.
Diferente daqueles hábitos ou costumes que a maioria das pessoas tem, os comportamentos obsessivos são aqueles que aprisionam o indivíduo que, mesmo perante grande sofrimento ou riscos evidentes, não consegue se libertar.
domingo, 17 de janeiro de 2016
Crianças com NEE - Crianças Sobredotadas
Sociedade Civil (Ver programa)
Crianças sobredotadas, crianças prodígio, são algumas das expressões a que nos habituamos quando alguma criança demonstra "talentos execionais" numa determinada área ou em várias áreas do conhecimento, mas que se distinguem das outras crianças pelo elevado padrão de conhecimento que demonstram possuir para a sua faixa etária.
Uma realidade ainda pouco discutida no contexto educativo português, para a qual as escolas e os professores ainda não estão preparados para dar resposta.
Um programa que vale a pena ver!
Um programa que vale a pena ver!
domingo, 10 de janeiro de 2016
Hábitos, dependência(s)... e consequências
Um excelente vídeo com duas vertentes de debate: (1) a postura e suas consequências; (2) a(s) dependência(s) sem consumo, consequências e a necessidade de terapia.
(1) Importa relembrar que a postura não é apenas influenciada pelo mau uso de dispositivos móveis. Todos os dias nas salas de aula travo uma batalha com este problema da postura, umas vezes com sucesso, outras nem por isso... talvez a imagem possa dar um empurrãozito e sortir algum efeito.
(2) Um complemento de reflexão à mesa infra subordinada ao tema "Gaming (Dependência sem substâncias)"... quando se está no limiar da dependência (vicio) e não se reconhece a necessidade de ajuda...
Questões centrais:1 - a fase da adolescência e a busca da autonomia e da identidade, quem sou eu e a necessidade de desenvolver competências sociais através das redes sociais virtuais entendido pelos mesmos (não é negativa) sendo igual à realidade, ou seja, considerado com os mesmos ganhos estar em interação com a rede num convívio a pares como que fosse na realidade (Galinha, 2015);
2 - quando vamos ver os níveis de ansiedade, de irritabilidade, de stress e cruzar com o sucesso académico, muitas das vezes os jovens questionam-se porque não conseguem atingir determinadas notas nos testes ou nível de concentração... esta questão não é linear, pois o nível de causalidade não é facilmente identificável... daí a complexidade desta análise. Os mecanismos da atribuição (locus de atribuição causal e locus de controle externo) prendem-se com inúmeros fatores, nomeadamente, o poder de decisão, onde é que eu paro de usar... a questão do isolamento social, etc. (Galinha, 2015).
A questão é mais complexa ainda, segundo Galinha (2015) antes dos pedidos de ajuda, ou seja, quando o hábito em si próprio não leva o sujeito a perceber que precisa de ajuda. O facto de não haver consumo de uma substância, não é considerado pelos inquiridos que estão a consumir.
Um dado interessante para reflexão (ver intervenção no link infra).
Ainda neste ponto 2, e não menos importante para a reflexão é que este fenómeno das interações nas redes sociais virtuais não está circunscrito ao mundo dos nativos digitais, os efeitos negativos ou perversos rapidamente contagiaram o mundo dos adultos. Ainda me lembro do auge do jogo do farmvile no facebook (2008/2009) e das inúmeras polémicas à volta desta dependência do mundo virtual dos adultos que até nos locais de trabalho tiveram repercussões que em alguns casos culminaram em despedimentos e, noutras situações, particularmente empresas e entidades públicas tiveram que bloquear a rede social porque muitos dos trabalhadores não resistiam a esta aliciante dependência na hora laboral o que prejudicava o seu rendimento. O jogo tornou-se viral e viciante em todas as classes sociais. Hoje não se fala no farmvile porque são às centenas os jogos online, mas o problema não estava circunscrito ao mundo do trabalho, o ambiente familiar foi sendo fortemente atingido.
Mas nem todas as experiências são negativas, há muitos relatos de sucesso de utilização das redes sociais em contexto pedagógico. A investigação dá-nos contas do lado positivo da utilização das redes sociais em contexto educativo. O caso que me deixou mais apreensiva foi o apresentado em 2012 na COIED na conferência "Learning games (Game-Based Learning)" onde foi relatada a experiência de uma professora do 1º ciclo que utilizava o jogo do farmvile em contexto de sala de aula para ensinar os alunos conteúdos de matemática (aprender a contar as plantas, os animais...) e também
conteúdos de estudo do meio onde trabalhava aspetos relacionados com as
colheitas, o nome das plantas, etc. Os métodos e as ferramentas são sempre discutíveis, mas as questões de segurança são as mais preocupantes nestas idades e, estas, não sei se foram acauteladas...
Ainda neste ponto 2, e não menos importante para a reflexão é que este fenómeno das interações nas redes sociais virtuais não está circunscrito ao mundo dos nativos digitais, os efeitos negativos ou perversos rapidamente contagiaram o mundo dos adultos. Ainda me lembro do auge do jogo do farmvile no facebook (2008/2009) e das inúmeras polémicas à volta desta dependência do mundo virtual dos adultos que até nos locais de trabalho tiveram repercussões que em alguns casos culminaram em despedimentos e, noutras situações, particularmente empresas e entidades públicas tiveram que bloquear a rede social porque muitos dos trabalhadores não resistiam a esta aliciante dependência na hora laboral o que prejudicava o seu rendimento. O jogo tornou-se viral e viciante em todas as classes sociais. Hoje não se fala no farmvile porque são às centenas os jogos online, mas o problema não estava circunscrito ao mundo do trabalho, o ambiente familiar foi sendo fortemente atingido.
A dependência, o consumo não assumido como preconiza Galinha (2015) é o grande problema. O não reconhecimento de que se precisa de ajuda pode conduzir ao deteriorar das relações interpessoais reais, familiares.
Galinha, S. (2015). Gaming (Dependência sem Substâncias), in 1º workShop Entre Margens - Gaming, Drinking e Cenas, Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Santarém.
Gaming (Dependência sem Substâncias)
https://www.youtube.com/watch?
sexta-feira, 8 de janeiro de 2016
1º workShop " Entre Margens - Gaming, Drinking e Cenas"
Mesa subordinada ao tema "Gaming (Dependência sem Substâncias)", integrada no 1º workShop " Entre Margens - Gaming, Drinking e Cenas" realizado no dia 19 de novembro de 2015 na Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Santarém.
(clique na imagem para aceder ao vídeo)
Todos os Vídeos do 1º workShop " Entre Margens - Gaming, Drinking e Cenas"
Produção - Centro Tecnológico da ESES
Produção - Centro Tecnológico da ESES
Mesa de Abertura
https://www.youtube.com/watch? v=xRM50jSlkFA
Gaming (Dependência sem Substâncias)
https://www.youtube.com/watch? v=WMo1iSrWNnk
Drinking (Consumo /Abuso de Álcool nos Jovens)
https://www.youtube.com/watch? v=mgnNAFIyfy0
Cenas (Consumo de SPA em Ambiente de Diversão Nocturna)
https://www.youtube.com/watch? v=7Fa59fd6CHU
Sessão de Encerramento
https://www.youtube.com/watch? v=49r4vxnK6Mo
https://www.youtube.com/watch?
Gaming (Dependência sem Substâncias)
https://www.youtube.com/watch?
Drinking (Consumo /Abuso de Álcool nos Jovens)
https://www.youtube.com/watch?
Cenas (Consumo de SPA em Ambiente de Diversão Nocturna)
https://www.youtube.com/watch?
Sessão de Encerramento
https://www.youtube.com/watch?
domingo, 1 de novembro de 2015
Vencer o Autismo
Depois de se apaixonar e casar com uma mulher com uma filha autista, o Joe dedicou a sua vida a encontrar formas de compreender e ajudar a sua enteada a se tornar num ser humano totalmente funcional, sem vestígio de autismo. Pelo caminhou criou uma associação sem fins lucrativos para ajudar outros pais a atingir o mesmo fim e... vê a talk toda até ao fim!
Nasceu em 1972 em Madrid, dupla nacionalidade norte americana e espanhola e experienciou já quatro culturas diferentes: espanhola, norte-americana, alemã e portuguesa.
Em 2009 começa "a verdadeira vida" do Joe: apaixonou-se por uma mulher do Porto, com duas filhas, uma delas com autismo e em 2010 fundaram a Associação Vencer Autismo.
Joe tem como prioridade máxima divulgar esta ideia: que a recuperação do autismo é possível!
domingo, 18 de outubro de 2015
Vídeo anti-bullying infantil
"Daisy Chain" nasceu como uma história de embalar e em três anos tornou-se um dos livros interativos de maior sucesso na Austrália. E também um curta metragem com a narração da atriz Kate Winslet.
O australiano Galvin Scott Davis começou a notar algo diferente no seu filho, Benjamin. Sempre que chegava da escola, o menino ficava mais calado e não tinha a mesma motivação que antes. “Ele estava mais reservado e descobri que tinha sofrido bullying na escola. Não foi um caso muito grave, mas foi suficiente para que perdesse a confiança”,contou ao jornal The Guardian.
Para reconfortar o filho, Davis decidiu contar-lhe uma história de embalar de alguns dos livros infantis da vasta coleção que tem em casa, mas não encontrou nenhuma história apropriada para aquele momento. Então, decidiu inventar uma. Assim nasceu a ideia para “Daisy Chain”, um conto sobre uma menina chamada Bree Buttercup, que é perseguida por outras crianças quando tiram uma fotografia dela e a colocam em todas as árvores do parque. É o próprio Benjamin quem ajuda Bree a combatê-los usando uma corrente de margaridas, a sua flor favorita.
Num período de 3 anos, a história deixou o quarto de Benjamin para tornar-se um dos livros interativos com o maior número de downloadsna Austrália. Depois, foi feita um curta metragem com a narração da atriz Kate Winslet, que está a ser utilizado por grupos anti-bullying na Austrália, Estados Unidos e Reino Unido para a consciencialização das crianças nas escolas.
A atriz Kate Winslet é a narradora do curta-metragem de animação "Daisy Chain".
“Daisy Chain é um veículo para os pais abordarem o assunto do bullyingcom os seus filhos, independente da suspeita que as suas crianças possam ser as vítimas ou perpetradores”, disse à publicação Oscar Yildiz da organização Australia Foundation.
O autor explicou ao The Guardian que a sua maior inspiração foi a internet. “Não sou um especialista em bullying. Sou apenas um escritor, mas parece-me que [a questão] está muito pior agora por causa das redes sociais e dos telemóveis. Os aparelhos podem ser brilhantes mas é tão fácil para alguém clicar num botão e de repente milhões de pessoas vejam uma imagem, e o impacto nas crianças é devastador”, assegura.
A primeira versão da história centrava-se mais em Benjamin e foi batizada de “Dandelion”. Como Davis trabalha numa agência digital, o processo de transformar a sua ideia numa narrativa na forma de uma aplicação pareceu-lhe natural. O resultado impressionou a própria equipa de criação: a app foi selecionada como uma das melhores de 2012 pela própria Apple, ocupou o topo da lista das aplicações com maisdownloads em 2012 na categoria Livro Interativo e foi traduzida para japonês, mandarim, espanhol, alemão e francês.
O sucesso motivou Davis a adaptar o conto para o formato de vídeo. “Quando recebemos a proposta de Galvin [Davis], o que nos chamou a atenção foi a forma da história, o enredo e a maneira como a tecnologia foi utilizada não apenas para entreter como também para informar e incentivar o pensamento crítico numa audiência tão jovem”, defende Tim Phillips, gerente de plataformas da Screen Australia, que financiou o vídeo.
E como é que Kate Winslet entrou no projeto? Davis explica à publicação que conheceu a atriz durante a rodagem de um filme na época em que estava a tentar a vida no cinema. Ela lhe terá dito para “nunca desistir” dos seus sonhos – frase que nunca lhe saiu da cabeça.
“Entrei em contacto com o seu agente, mas não achei por um minuto que aceitaria. No entanto, ela respondeu e disse que gravaria [a narração do vídeo] – e que ela fez em apenas dois takes“, conta o autor.
In OBSERVADOR.
In OBSERVADOR.
segunda-feira, 20 de julho de 2015
Da história e da memória
Vídeo animado que dá a conhecer a vida e os feitos do primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques. Com argumento e realização da autoria de Pedro Lino, resulta de uma parceria conjunta entre o Museu de Alberto Sampaio e a Câmara Municipal de Guimarães e foi desenvolvido no âmbito das Comemorações dos 900 Anos do Nascimento do primeiro monarca português.
quarta-feira, 6 de maio de 2015
Formação de Formadores de Professores
(Re)visitando temas e conversas sobre educação e formação de formadores de professores, com investigadoras/docentes do ensino superior com muita e reconhecida experiência nesta área da formação de formadores, da formação contínua e da supervisão pedagógica de professores, Doutoras Maria Teresa Estrela, Teresa Leite, Ângela Rodrigues, Manuela Esteves e Maria do Céu Roldão.
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