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quarta-feira, 6 de maio de 2015

Encontro "uma história, uma vida!"

II Encontro "uma história, uma vida!" - Envelhecer: um desafio à vida - dia 4 de junho, no espaço Atmosfera M - Porto. O encontro conta com a participação, entre outros, do Professor Doutor Manuel Sobrinho Simões, do Professor Doutor José Eduardo Pinto da Costa, do Prof. Doutor Telmo Baptista e do Prof. Doutor Levi Guerra.

Incrições:
e-mail: inscricao@idadescomhistoria.pt
tlms: 934490508 ou 962920384
20€ Público Geral / 15€ Ativos desempregados, estudantes e +65 anos
3 ou mais inscrições: 3€ de desconto por pessoa

geral@idadescomhistoria.pt
www.idadescomhistoria.pt
www.facebook.com/idadescomhistoria2012

PROGRAMA

Mais informações no site AQUI.

sábado, 2 de maio de 2015

Pedagogia e Psicologia Positiva

Pedagogia e Psicologia Positiva
Interações em Educação e Saúde
Edição/reimpressão: 2011
Páginas: 168
Editor: LivPsic
ISBN: 9789898148827






Sinopse
Ao situar o sujeito humano no contexto social interativo, a abordagem psicossocial permite perspetivar a complexidade das interações em que está envolvido, e os processos de influência que as caracterizam. É o que constatamos quando estes autores de mérito internacional nos propõem que se revalorize a ética num mundo com falta de referências axiológicas, que se reclame o altruísmo organizado sob a forma de voluntariado, que se procure a co-construção do conhecimento em contextos de aprendizagem que favoreçam o desenvolvimento um Projeto de Homem, que se supere a vulnerabilidade com o fortalecimento e expressão auto-afirmativa do Ser, que se contrarie a insensibilidade transformada em abuso com a promoção da inclusão através de comportamentos de cidadania, capazes de devolver ao outro a dignidade e o lugar que lhe são devidos.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Cientistas alertam para 'epidemia silenciosa' de perturbações neurológicas

15 de Fevereiro, 2014
http://sol.sapo.pt/storage/Sol/2014/big/ng1459119_435x200.jpg?type=big
Dois dos maiores especialistas mundiais na ligação entre o ambiente e a saúde alertam hoje que os químicos industriais a que as crianças estão sujeitas diariamente podem estar a provocar uma "epidemia silenciosa" de perturbações do desenvolvimento.
alerta surge na revista científica The Lancet Neurology e os autores apelam aos países que mudem os seus procedimentos de avaliação dos riscos dos químicos para proteger as crianças destas toxinas.
Em causa estão químicos como o mercúrio, o chumbo e certos solventes e pesticidas, que estão presentes em objectos tão comuns como a roupa, o mobiliário ou os brinquedos.
"Os cérebros em desenvolvimento são particularmente vulneráveis aos químicos tóxicos no ambiente", diz Philippe Grandjean, da Escola de Saúde Pública de Harvard, em Boston.
"Enquanto não existir um requisito legal para que os fabricantes provem que todos os químicos industriais existentes e todos os novos químicos são não tóxicos antes de entrarem no mercado, na linha da lei da União Europeia [para o registo, avaliação, autorização e restrição] dos químicos, REACH, enfrentamos uma pandemia de toxicidade para o desenvolvimento neurológico". Por isso, os autores propõem uma “estratégia global de prevenção”.
As perturbações do desenvolvimento neurológico, como o autismo, o défice de atenção, a dislexia ou a paralisia cerebral, afectam uma em cada seis crianças em todo o mundo, havendo cada vez mais provas que ligam a exposição a químicos na infância a níveis mais altos destas doenças.
Um controlo mais apertado da utilização destes químicos permitiria poupar milhões de dólares, alertam os autores, recordando que os custos anuais do tratamento do envenenamento por chumbo nos EUA, por exemplo, são de cerca de 50 mil milhões de dólares.
Mas Grandjean e o co-autor do artigo, Philip Landrigan, da Escola de Medicina Monte Sinai, em Nova Iorque, sublinham que este número poderá ser apenas a ponta do icebergue.
"A vasta maioria dos mais de 80.000 químicos industriais utilizados nos EUA nunca foram testados nos seus efeitos tóxicos para o desenvolvimento do feto ou da criança. A exposição a estes químicos durante as fases iniciais do desenvolvimento pode causar danos cerebrais em níveis muito mais baixos do que os que afectam os adultos e o real impacto na saúde das crianças só agora está a começar a revelar-se", referem.
Os dois maiores obstáculos aos esforços para limitar os químicos que ameaçam a saúde das crianças são as grandes falhas nos testes à sua toxicidade para o desenvolvimento neurológico e a enorme quantidade de provas exigidas para que se possa regulamentar.
"A única forma de reduzir a contaminação tóxica é tornar obrigatórios os testes à sua toxicidade para o desenvolvimento neurológico dos químicos novos e já existentes", diz Landrigan.
"Uma abordagem cautelosa deste género significaria que uma indicação prévia de potenciais efeitos tóxicos graves levaria a uma regulamentação forte, que poderia depois ser relaxada se provas subsequentes demonstrassem que os danos eram menos graves", acrescenta.
Os autores propõem uma estratégia internacional de prevenção que ponha o ónus nos produtores de químicos, e não nos governos, de provarem que os seus produtos são de baixo risco, usando um processo semelhante ao que é exigido às farmacêuticas, e uma nova agência reguladora internacional para coordenar e acelerar estas medidas.
"O número total de substâncias neurotóxicas actualmente reconhecidas é quase certamente uma pequena parte do verdadeiro número de substâncias tóxicas para o desenvolvimento neurológico libertadas para o ambiente global", dizem.
"A nossa grande preocupação é que as crianças de todo o mundo estejam expostas a químicos tóxicos não reconhecidos que estão silenciosamente a corroer a inteligência, a perturbar o comportamento, a truncar as conquistas futuras e a danificar as sociedades, talvez mais seriamente nos países em desenvolvimento".
Lusa/SOL

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Refletir sobre Comportamento Alimentar


Intervir nas perturbações do comportamento alimentar
Com a Drª Catarina de Castro Lopes. teremos nesta formação um olhar atento às estratégias e intervenção nos casos das perturbações de comportamento alimentar Este encontro tem como objectivos Tem como objectivos:
* Definição e distinção das diferentes perturbações do comportamento alimentar; Sinais de alerta e Estratégias de intervenção;  Guia para pais ou familiares.

Dia 11 de Dezembro, em Lisboa entre as 18:30 e as 20:30.
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Inscrições aqui.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Educar para a Saúde

Medula - A Fábrica da Vida, é uma animação incluída num CD-ROM que ensina conceitos básicos sobre leucemia e transplante de medula óssea e faz parte do programa Português de Educação para a Saúde e Transplante promovido nas escolas pela Dra. Helena Alves, do Centro de Histocompatibilidade do Norte - Porto - Portugal.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

"Brincar e Aprender com os Alimentos"

No âmbito das comemorações do Dia Mundial da Criança, a Associação Portuguesa de Nutricionistas (APN) lançou o e-Book "Brincar e Aprender com os Alimentos", que reúne um conjunto de jogos e passatempos didácticos, destinados a crianças do 1.º ciclo do Ensino Básico.

O e-Book pode ser usado por professores, educadores e encarregados de educação nas suas actividades com as crianças na escola, em casa ou noutro local.

Consultar o documento.

Para mais informações, visitar o sítio da Associação Portuguesa de Nutricionistas.

domingo, 3 de abril de 2011

Para a promoção da saúde em meio escolar

II Congresso da Sociedade Portuguesa para o Estudo da Saúde Escolar
"Saúde Escolar: da investigação às boas práticas"
A iniciativa terá lugar no Fórum Cultural de Ermesinde, nos dias 6 e 7 de Abril, e é dirigida a profissionais de saúde, de educação, autarquias e público em geral.
Pode obter mais informações, aqui.

terça-feira, 1 de março de 2011

Concurso " A minha escola e a prevenção do VIH/sida"

Informação recebida via (DRELVT)


Exmo(a) Senhor(a) Director(a) / Presidente da CAP

No âmbito da promoção da Educação para a Saúde somos a levar ao conhecimento de Vª Exª o concurso “A minha escola e a prevenção da Infecção VIH/sida-2010/2011”, dirigido aos 1º, 2º e 3º ciclos do ensino básico e ao ensino secundário e promovido pela Coordenação Nacional para a Infecção do VIH/Sida. Este concurso pretende premiar acções desenvolvidas nas escolas que privilegiem a formação na área da Prevenção da Infecção VIH/sida, promovendo o diálogo e a cooperação entre os diferentes destinatários.
Através deste concurso pretende estimular-se a realização de projectos e divulgar boas práticas na área da Prevenção da Infecção VIH/sida que as escolas vêm desenvolvendo.

O regulamento e informações necessárias à formalização das candidaturas encontram-se disponíveis no site http://www.sida.pt/ no menu Concursos.

Com os melhores cumprimentos,


O Director de Serviços de
Apoio Pedagógico e Organização Escolar

Rui Lourenço

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Projecto Pedagógico


Jardins Saudáveis é um site de carácter educacional onde se pode encontrar um conjunto variado de recursos pedagógicos para trabalhar ao nível da Educação Pré-Escolar, particularmente na área da Educação para a Saúde. Vale a pena visitar.

Aqui fica um exemplo do trabalho de acção que é e pode ser desenvolvido nesta área com as crianças do nível etário supramencionado (pré-escolar).

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Debate: Sexo na adolescência

Amanhã, 26 Fevereiro-21h, na SIC


Educação sexual nas escolas, perigos da Internet e aumento de casos de violência no namoro são os temas em discussão do programa desta semana. O debate já está aberto: participe e deixe aqui o seu comentário.

Em estúdio vão estar presentes Jesuína Ribeiro, do Ministério da Educação, Daniel Sampaio, psiquiatra, Miguel Oliveria da Silva, obstetra/ginecologista e Vasco Pinto Magalhães, padre jesuíta.

A SIC lançou também um INQUÉRITO-online com a seguinte questão:
A Educação Sexual deve ser uma disciplina obrigatória?

Para ver resultados e votar clique aqui.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Números que expressão evidências

Aborto aumentou 38% no último ano

A Federação Portuguesa pela Vida assinalou o 2.º aniversário do referendo ao aborto alertando para os números e para a falta informação no Serviço Nacional de Saúde.
De acordo com os dados oficiais, terá havido perto de 18 mil abortos a pedido da mulher em 2008. Números que para a federação provam a falência dos argumentos que sustentaram a legalização do aborto.
“Um dos objectivos deste referendo foi tornar o aborto raro. Aquilo que se dizia era que a legalização iria diminuir o número de abortos - encaminhando mais as mulheres para o planeamento familiar. Mas, verificamos precisamente o contrário”, sustenta Isilda Pegado.
A presidente da federação sublinha uma das principais falhas: a falta de informação às mulheres, afirmando mesmo que não há consentimento informado.
Isilda Pegado lembra que, a par das mais de 22 mil crianças que deixaram de nascer nos últimos 18 meses, são as mulheres as grandes vítimas da lei do aborto. “Aquilo que todos os dias encontramos são mulheres com depressões, doentes e arrastadas pela situação do aborto”.

Conclusões do Estudo sobre a prática do aborto em Portugal
1- O aborto legal aumenta em 38% de 2007 para 2008.
2- Em apenas 18 meses foram abortados 22.875 bebés.
3- A violência constitui hoje causa crescente de aborto.
4- A solidariedade deu lugar à solidão.
5- O aborto “a pedido” é 96,9% das causas.
6- Aborto é a 3ª causa de morte em Portugal.
7- A legalização não acabou com o aborto clandestino.
8- Instituições de Apoio à Vida têm hoje papel de grande relevo: - no combate à exclusão social, violência doméstica, pobreza, Desemprego; na promoção da natalidade, dignidade da mulher, política de família e cultura de valores.
9 – As chamadas “boas práticas” europeias tardam em chegar a Portugal. O que vemos é a solidão, o abandono e a falta de informação das mulheres em risco de aborto.
10 – Pensemos neste país com mais 22.875 crianças nascidas. Quantas escolas, quanto vestuário e calçado, quantos professores a dar aulas nos próximos anos?
11- Portugal está mais pobre, mais violento, mais triste e com menos esperança.

In Agência Eccclesia (10.2.2009)

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Aos Educadores de Infância


A colega Glicéria Gil, no âmbito do seu Doutoramento, solicita a todos os Educadores de Infância Portugueses colaboração neste estudo respondendo a um questionário on-line.
Para aceder à referida aplicação, basta clicar sobre o link ou sobre a imagem supra.
A investigadora agradece a todos os colaboradores o seu contributo para o conhecimento das práticas de Promoção e Educação para a Saúde no Jardim de Infância.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Educação para a Saúde

(clique na imagem para obter mais informações: conteúdos, programa, comunicações, oficinas, inscrições, ...)

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Um estudo: "O comportamento alimentar em crianças..."


VIANA, Victor & SINDE, Susana (2008). O comportamento alimentar em crianças: Estudo de validação de um questionário numa amostra portuguesa (CEBQ). Análise Psicológica, jan. 2008, vol.26, no.1, p.111-120.

O papel da Psicologia na investigação no domínio da Nutrição

Um estudo que procura demonstrar o papel da Psicologia na investigação no domínio da Nutrição, sobre as relações entre o comportamento alimentar e a saúde. É ainda realçado o contributo da Psicologia para a compreensão do ser saudável e para a adopção de estratégias de prevenção primária e educação para a saúde, nomeadamente no caso dos adolescentes e jovens.

VIANA, Victor (2002). Psicologia, sáude e nutrição: Contributo para o estudo do comportamento alimentar, Análise Psicológica, v.20, n.4, Lisboa, nov. 2002

sexta-feira, 14 de março de 2008

Advergames

Chamam-se 'advergames', são jogos electrónicos que combinam entretenimento e publicidade, e, segundo a Direcção-Geral do Consumidor, usam estratégias tão eficazes na captação de atenção das crianças que "justificam atenção redobrada de todos pais e responsáveis por educação". O que está em risco? A saúde das crianças. Qual é o problema? Os produtos que consomem - e as estratégias que as levam a consumi-los. O alerta foi dado ontem.

In Jornal de Notícias, 14.3.2008

Para ler o texto publicado no JN e os resultados do estudo levado a efeito pela DGC, clique no link.

quarta-feira, 5 de março de 2008

Exercício físico no combate à obesidade infantil

Ainda a propósito da reportagem da RTP 1, de ontem, sobre obesidade infantil, e como já disse anteriormente, o papel da escola é fundamental na educação para os valores, neste particular, o valor da saúde.

Sabemos que os curricula no ensino básico não dão grande importância ao exercício físico, basta ter presente o número de tempos lectivos que é dedicado à área curricular de Educação Física (90’ + 45’). Eu sinceramente não sei o que se pode fazer numa aula de 45’ onde os primeiros 10’ são para o equipamento, + 10’ para a chamada e aquecimento… destes só restam 25’, 10’ dos quais devem ser para os alunos tomarem duche e mudar o equipamento… sobram 15’, estes sim são tempo efectivo de aula… (se estou a exagerar, façam-me o favor de refutar a ideia que tenho das aulas de 45’ de Educação Física, porque não sou professora da área, apenas observadora).

No post de ontem dei destaque aos perigos da obesidade, aos números alarmantes das vidas que se perdem... hoje quero aqui trazer, como sugestão de leitura, um excerto de um texto de Rui Baptista, também publicado no De Rerum Natura em 2007, e que dá particular destaque ao papel do exercício físico no combate à obesidade.

Combater a obesidade infantil não passa exclusivamente por mudar hábitos alimentares, passa também por combater o sedentarismo, a inactividade… isso deve fazer-se desde o pré-escolar, inculcar nas crianças valores que são fundamentais para o seu equilíbrio e harmonia.

O desporto dos jovens e o Parlamento Europeu
“O homem não se concebe sem movimento e de há muito que os filósofos vêm usando a imagem do anti-homem representado pela ostra fixada ao rochedo” (Jean-Pierre Gasc).
(…)
Hoje, mais do que nunca, numa sociedade juvenil amarrada à televisão e aos computadores e em que a obesidade dos jovens em idade escolar se transformou numa verdadeira epidemia precursora, muitas vezes, de distúrbios cardiovasculares e de diabetes na idade adulta, a educação física escolar assume um papel de grande importância que não se coaduna com um estatuto menor que teimam, por vezes, em atribuir-lhe pessoas menos informadas ou mais enfeudadas a preconceitos que desvalorizam o corpo.
(…)
A relevância do desporto na educação dos jovens foi posta em destaque pelo Parlamento Europeu ao aprovar recentemente por ampla maioria (590 votos a favor, 56 contra e 21 abstenções) um relatório em defesa de uma carga horária de educação física no ensino básico e secundário que contempla um mínimo de três horas semanais. Este relatório refere ainda que os jovens portugueses, espanhóis e italianos excedem em 30% os níveis de peso e obesidade nas crianças entre os 7 os 11 anos. E acrescenta que este excesso de peso não se fica tanto a dever a uma elevada ingestão mas a uma declarada inactividade física: essas crianças não comem mais, mexem-se menos. Para contrariar este “statu quo” foi proposto um equilíbrio entre os períodos de tempo dedicados às actividades intelectuais e físicas nas escolas.

Este importante relatório de um parlamento directamente eleito pelos cidadãos da União Europeia para representar os seus interesses devia merecer do Ministério da Educação de Portugal a melhor das atenções para que a execução das medidas aí preconizadas fosse levada a efeito com a urgência requerida numa cultura e numa sociedade cada vez mais vitimadas pela inactividade física. Por consequência, povoada de jovens que são “ostras fixadas ao rochedo”!