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domingo, 15 de abril de 2018

Vamos falar de Dislexia

Conferência TEDeX explica o que é a Dislexia.

O filme é inglês, no entanto tem legendas em várias línguas. Sugere-se a versão Português do Brasil que apresenta melhor qualidade que a versão de Portugal.

sábado, 17 de março de 2018

Educação Infantil e Educação Inclusiva

Um número da Revista Brasileira "Educação Básica", inteiramente dedicado à Educação Infantil.
Ver outras publicações, AQUI.


Ler artigos - AQUI.

Parecer do Conselho de Escolas sobre o Projeto de Lei da Educação Inclusiva

Algumas considerações sobre o enquadramento do Projeto de Lei que virá revogar o DL nº3/2008 de 7 de janeiro, das quais de destacam pontos fortes, mas também algumas fragilidades a rever e melhorar antes da sua publicação, para que o mesmo possa ser implementado garantindo os princípios nele inscritos da inclusão e da igualdade de oportunidades de aprendizagem.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Diferenciação Pedagógica, uma resposta inclusiva

Um tema atualmente muito discutido, mas pouco interiorizado e colocado em prática nas escolas... Quando é que percebemos que não é possível ensinar tudo a todos?
Diferenciar para Aprender! Como passar à ação? Em turmas heterogéneas de 30 alunos é possível diferenciar caminhos, estratégias? Como?

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Congresso Internacional "Escola Inclusiva..."

Divulga-se o Congresso Internacional «Escola Inclusiva: Educar e Formar para a Vida Independente», que decorrerá na Casa das Histórias Paula Rego, Cascais, dia 3 de Dezembro.
Inscrições:
1 a 20 de novembro – 20,00€
21 de novembro a 2 de dezembro – 30,00€
Inscrições através do email cercica@cercica.pt enviando os seguintes dados: nome, morada e NIF (para envio de fatura) e comprovativo de transferência bancária.
IBAN: PT50 0035 0734 00004216130 02
A conferência terá tradução bilingue (PT/EN) e língua gestual.
Programa:
08:30 – Registo dos participantes
09:30 – Mesa de abertura
• Secretário de Estado da Educação, João Marques da Costa
• Presidente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Carreiras
• Presidente da Fundação Calouste Gulbenkian, Artur Santos Silva (a confirmar)
• Diretor do Centro de Formação de Escolas de Cascais, José Marcelino
• Vice-Presidente da Direção da CERCICA, Rosa Maria Lucas Neto
10:15 – Conferência “Advancing Inclusive Education: Transformative Steps on the Path”
Gordon L. Porter, Inclusive Education Canada, Education Training Group, University of New Brunswick
11:00 – Coffee break
11:30 – Conferência “Educação Inclusiva: resistir pela escola que queremos”
David Rodrigues, Associação de Professores de Educação Especial, Centro de Investigação do IE/UL, Conselho Nacional de Educação
Moderador: Pedro Cunha, Direção-Geral da Educação
12:15 – Debate
12:45 – Almoço livre
14:00 – Conferência “Formação de professores para a inclusão”
Teresa Leite, Escola Superior de Educação de Lisboa, Conselho Nacional de Educação
15:00 – Painel “Escola Inclusiva de 2ª Geração”
Luísa Ucha, Secretaria de Estado da Educação - Grupo de Trabalho Escola Inclusiva
Manuela Tender, Assembleia da República - Grupo de Trabalho Educação Especial (a confirmar)
Moderadora: Filomena Pereira, Direção-Geral da Educação
16:00 – Debate
16:30 – Mesa de encerramento
• Vereador da Câmara Municipal de Cascais, Frederico Pinho de Almeida
• Diretor do Centro de Formação de Escolas de Cascais, José Marcelino
• Vice-Presidente da Direção da CERCICA, Rosa Maria Lucas Neto

Mais informações aqui.

sexta-feira, 11 de março de 2016

Guia "Brincar Inclusivo" da UNICEF


O projeto INCLUIR BRINCANDO é uma iniciativa da VILA SÉSAMO e do FUNDO DAS NAÇÕES UNIDADES PARA A INFÂNCIA – UNICEF, que procura contribuir para a garantia do direito de brincar a todas as crianças, respeitando os ritmos e a individualidade de cada uma.
O Guia "Brincar Inclusivo", tem como objetivos promover a interação de todas as crianças, valorizar as diferenças, estimular a autonomia e fortaleçer a autoestima.

[DOWNLOAD]

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Em modo Revisitação...

O meu último trabalho de investigação na Área da Educação Especial, apresentado em formato Poster na ESE de Santarém no "Encontro Formar para Incluir".
Às Orientadoras, Professoras Sónia Galinha e Isabel Piscalho, um agradecimento especial pela disponibilidade e pela forma esclarecida como o orientaram e ainda pela sensibilidade e desafio continuados ao longo deste processo investigativo, sobretudo pelas conversas estimulantes e troca de pontos de vista, que resultaram em significativos avanços neste trabalho.
Um redobrado agradecimento à Professora Sónia que me está a acompanhar noutros voos... a quem expresso uma gratidão profunda e eterna, curvo-me e agradeço pela contagiante paixão pela investigação.

«Tu és meu mestre e meu autor tu és; és aquele com quem pude aprender o nobre estilo a que devo a honra.» (Dante)

(clique na imagem para ler)

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Articulação entre o Programa Educativo Individual e o Plano Individual de Intervenção Precoce

Informação proveniente da Direção-Geral da Educação sobre a articulação entre o Programa Educativo Individual e o Plano Individual de Intervenção Precoce (Circular nº. S-DGE/2015/2555):


No sentido de clarificar a articulação entre o Programa Educativo Individual (PEI) e o Plano Individual de Intervenção Precoce (PIIP), a presente circular clarifica os procedimentos de articulação definidos nos Decretos-Leis n.º 3/2008, de 7 de janeiro e n.º 281/2009, de 6 de outubro. 
1. O Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro, define os apoios especializados a prestar na educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário, nos setores público, particular e cooperativo. 
2. Os apoios especializados são também prestados no âmbito da rede privada em jardins de infância de instituições particulares de solidariedade social, nos termos do n.º 6 do artigo 21.º da Lei de Bases do Sistema Educativo. 
3. Por seu lado, o Decreto-Lei n.º 281/2009, de 6 de outubro, cria o Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância (SNIPI) desenvolvido através da atuação coordenada dos Ministérios da Solidariedade, Emprego e Segurança Social, da Saúde e da Educação e Ciência, abrangendo crianças dos 0 aos 6 anos que se enquadrem nos critérios de elegibilidade definidos, independentemente do contexto educativo informal ou formal em que estão inseridas ou que frequentem.
4. No sentido de garantir a cobertura nacional da oferta de serviços de Intervenção Precoce na Infância (IPI) e no âmbito das competências definidas nos Decretos-Leis n.º 3/2008, de 7 de janeiro e n.º 281/2009, o Ministério da Educação e Ciência homologou uma rede de agrupamentos de escolas de referência para a IPI (http://www.dge.mec.pt/escolas-de-referencia-para-intervencao-precocena-infancia), a qual tem como objetivo assegurar, no âmbito do Ministério da Educação e Ciência, a prestação de serviços de IPI. 
5. Para responder às necessidades educativas especiais de caráter permanente das crianças que frequentam a educação pré-escolar, o Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro, define medidas educativas que devem ser aplicadas, sempre que a criança necessita de um apoio especializado e/ou de condições ambientais especiais, tendo por base as orientações curriculares para a educação pré-escolar ou sempre que necessite de um desenho curricular distinto do referencial comum. 
6. O PEI é o único documento legal que define e fundamenta, também na Educação Pré-escolar, os apoios especializados previstos no Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro, e que justifica a afetação de recursos humanos e materiais. A elaboração e a implementação do PEI inserem-se num processo dinâmico que deve assegurar a continuidade da intervenção, pelo que a articulação do PIIP e do PEI deve ter um caráter integrador. 
7. As intervenções educativas previstas no PEI e no PIIP devem ser planeadas e mobilizadas pelas Equipas Locais de Intervenção (ELI) e jardins de infância, de forma a evitar a sobreposição de intervenções, cabendo ao educador titular do grupo de crianças coordenar o PEI com a implementação das medidas previstas no PIIP. 
8. O PEI e o PIIP são complementares, no caso de crianças com apoio das ELI (IPI) que cumpram os critérios aprovados, devendo ser garantida a necessária coerência, articulação e comunicação entre os dois referenciais organizadores e estruturantes da aprendizagem e os respetivos intervenientes. 
9. A implementação dos apoios especializados e das medidas educativas previstas no PEI e no PIIP exige a participação de todos os intervenientes pressupondo-se, assim, a realização periódica de encontros formais de planeamento, articulação, avaliação e monitorização. 
10. A transição para a educação pré-escolar ou para o 1.º ciclo do ensino básico, prevista no Decreto-Lei n.º 281/2009, deve ser preparada e planeada atempadamente. Para o efeito, a ELI deverá auscultar a família sobre qual o Estabelecimento que esta pretende que o seu educando frequente e informar o órgão de gestão a que o mesmo pertencer, até ao mês de março, para a realização dos procedimentos relativos à transição.
11. A intervenção dos docentes dos agrupamentos de referência para a IPI que integram as ELI deve ser planeada atendendo às necessidades das crianças, aos recursos existentes e à necessidade de rentabilização dos mesmos. 
12. A distribuição de serviço docente em IPI bem como a aprovação do plano de trabalho de cada um dos docentes, no quadro específico do trabalho nas ELI, incluindo eventuais deslocações e respetivos encargos financeiros, é da competência do diretor do agrupamento de referência para a IPI, nos termos da Circular n.º 5 DGIDC/DGRHE/2010.
13. Os docentes dos agrupamentos de referência para a IPI alocados às ELI, à semelhança dos restantes técnicos que integram as equipas, podem intervir no domicílio da criança que frequenta a educação pré-escolar, sempre que essa estratégia esteja definida no PIIP. 
14. Compete à direção do agrupamento de escolas ou ao diretor pedagógico, no caso da rede privada, desencadear o processo de avaliação especializada das necessidades educativas especiais das crianças referenciadas pela IPI, conforme definido no artigo 6.º do DL n.º3/2008, de 7 de janeiro, e garantir a intervenção que venha a ser definida no respetivo PEI. 
15. O educador de infância responsável pelo grupo em que se encontra uma criança acompanhada pelas ELI deve ter acesso ao PIIP, estando vinculado, tal como todos os profissionais, ao dever de sigilo dos dados e informações sobre a criança e respetiva família.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Tese de Doutoramento em Educação - NEE

BUM - Tese de Doutoramento:

      Titulo: Formação psicológica inicial de professores: atenção à educação inclusiva em Moçambique
    Autores:  Almeida, Leandro S.
             Nhapuala, Gildo António
         ID:  http://hdl.handle.net/1822/35821

Data: 23-Jan-2015

Palavras-chave: Educação Inclusiva, Necessidades Educativas Especiais, Formação de Professores, Sistema Educativo de Moçambique.

Resumo: Este estudo surge no contexto da atualidade e emergência da educação inclusiva em Moçambique e da atenção à melhor qualificação científica e pedagógica dos professores para responderem com êxito aos desafios da educação inclusiva. Apoiando-se nas próprias vivências dos professores, interessou-nos perceber que conceções possuem sobre educação inclusiva, assim como compreender como os professores percecionam a qualidade e relevância da sua formação inicial na área da educação inclusiva, bem como a sua preparação para trabalhar em contextos educativos inclusivos. Esta discussão é feita considerando um conjunto de variáveis de natureza sociodemográfica (idade, género) e variáveis profissionais (duração da formação, experiência docente) por parte dos professores da nossa amostra. O estudo considerou uma amostra de 329 professores de escolas do ensino básico na cidade e província de Maputo. Com uma abordagem quantitativa, o estudo considerou a construção e validação de um questionário sobre as vivências dos professores nas três dimensões de interesse do estudo, nomeadamente conceções sobre educação inclusiva, perceção sobre qualidade e relevância da sua formação inicial, e preparação para trabalhar em educação inclusiva. Os resultados obtidos mostram não existir diferenças estatisticamente significativas nomeadamente tomando o tempo de serviço e género dos professores, bem como em função dos anos de duração da sua formação inicial. Diferenças nos resultados foram observadas tomando os professores consoante tiveram experiência anterior ou não com alunos com necessidades educativas especiais. Os professores com essa experiência mostram resultados mais positivos tanto nas suas conceções sobre educação inclusiva bem como na avaliação sobre a qualidade da formação recebida e preparação para trabalhar em contextos educativos inclusivos comparativamente aos professores sem nenhuma experiência.

sábado, 13 de junho de 2015

Da Educação Inclusiva: 11 obras gratuitas

Aqui ficam 11 obras gratuitas disponíveis para download a quem se interessar sobre estas temáticas.



  • “O PROFESSOR E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA: FORMAÇÃO, PRÁTICAS E LUGARES” – MIRANDA, T. G.; GALVÃO FILHO, T. A. (Org.).

  • “PESQUISA NACIONAL DE TECNOLOGIA ASSISTIVA” –  GALVÃO FILHO, T. A., GARCIA, J. C. D.

  • “AS TECNOLOGIAS NAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS INCLUSIVAS” – GIROTO, C. R. M.; POKER, R. B.; OMOTE, S.. (Org.).

  • “EDUCAÇÃO INCLUSIVA, DEFICIÊNCIA E CONTEXTO SOCIAL: QUESTÕES CONTEMPORÂNEAS” – GALVÃO, N. C. S. S.; MIRANDA, T. G.; BORDAS, M. A.; DIAZ, F (Org.).

  • “ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR” – PIMENTEL, S. C. (Org.).

  • “TECNOLOGIA ASSISTIVA” – COMITÊ DE AJUDAS TÉCNICAS/SDH/PR.

  • “TECNOLOGIA ASSISTIVA PARA UMA ESCOLA INCLUSIVA: APROPRIAÇÃO, DEMANDAS E PERSPECTIVAS” – GALVÃO FILHO, T. A.

  • “TECNOLOGÍA ASISTIVA EN ENTORNO INFORMÁTICO: RECURSOS PARA LA AUTONOMÍA E INCLUSIÓN SOCIOINFORMÁTICA DE LA PERSONA CON DISCAPACIDAD” – GALVÃO FILHO, T. A.; DAMASCENO, L. L.

  • “TECNOLOGIA ASSISTIVA NAS ESCOLAS: RECURSOS BÁSICOS DE ACESSIBILIDADE SÓCIO-DIGITAL PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA” – Instituto de Tecnologia Social – ITS BRASIL (Org.).

  • “INCLUSÃO DIGITAL E SOCIAL DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA” – GALVÃO FILHO, T. A.; HAZARD, D.; REZENDE, A. L. A.

  • “AMBIENTES COMPUTACIONAIS E TELEMÁTICOS NO DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS COM ALUNOS COM PARALISIA CEREBRAL” – GALVÃO FILHO, T. A.
    Retirado de Canal do Ensino