Comunicação apresentada no Centro de Congressos de Lisboa no "Encontro Ciência'2016", 4 a 6 de julho, numa parceria entre a Universidade da Beira Interior, Covilhã (Maria de Fátima Linguiça e Doutor Manuel Joaquim Loureiro) e o Centro de Investigação da Universidade da Madeira (Doutora Sónia Alexandre Galinha).
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quinta-feira, 7 de julho de 2016
terça-feira, 14 de julho de 2015
Projeto de Investigação - Educação Especial
Comunicação em formato de Poster apresentada na Escola Superior de Educação de Santarém - 14 de julho.
(clique na imagem para aumentar e ler)
sábado, 27 de junho de 2015
PECS - Picture Exchage Communcation System
Achei de tal forma exagerado o valor de 250 Euros para inscrição num workshop de 13 horas, que de forma consciente ou inconsciente (não sei) até me esqueci de divulgar atempadamente. De qualquer forma, deixo aqui alguma informação pertinente para possíveis interessados em futuras formações, bem como conhecer um pouco desta abordagem da Pyramid à educação e o respetivo Sistema de Comunicação por Troca de Imagens - Picture Exchange Communication System (PECS).
Para conhecer mais sobre PECS.A Pyramid Educational Consultants, Inc. foi criada em 1992 por Andy Bondy, Ph.D., e Lori Frost, M.S., CCC-SLP com uma abordagem única ao ensino das competências comunicativas a crianças e adultos com Autismo e outras perturbações do desenvolvimento. Somos conhecidos internacionalmente por oferecer formações dinâmicas e serviços de consultadoria, tanto no domicílio como em escolas, que combinam o largo espectro da Análise Comportamental Aplicada com uma abordagem inovadora da comunicação funcional.A Pyramid Educational Consultants Portugal, Lda é a única instituição autorizada a fornecer formação, consultadoria e certificação no Picture Exchange Communication System® (PECS®) e na Pyramid Approach to Education® em Portugal, ambos marcas registadas da Pyramid Educational Consultants, Inc.Picture Exchange Communication SystemO PECS é usado para ensinar rapidamente competências comunicativas a quem tem um discurso funcional limitado. O PECS promove a comunicação num contexto social, sem exigir muitos pré-requisitos. O treino em PECS começa por ensinar a fazer pedidos espontâneos e progride para o ensino de funções comunicativas adicionais tais como responder a questões e fazer comentários. Um benefício adicional para as crianças em idade pré-escolar com Autismo e outras Perturbações do Desenvolvimento é a elevada proporção que adquire a fala.Os formandos, no final do workshop, ficarão capazes de implementar o PECS com indivíduos com Autismo e outras Perturbações do Desenvolvimento e/ou limitadas competências comunicativas. Este workshop de 2 dias é o treino básico em PECS e é recomendado para familiares bem como para profissionais. O PECS pode ser implementado em crianças e adultos, sendo este workshop adequado para pessoas que trabalhem em todos os contextos. Aprender PECS não é complicado – mas aprender a fazê-lo corretamente é importante e pode abrir todo um novo mundo de comunicação.
terça-feira, 23 de outubro de 2012
domingo, 9 de setembro de 2012
"Portugal precisa de um Plano Nacional de Comunicação"
Uma perspetiva assertiva da comunicadora Laurinda Alves. Para tal, considera a mesma que devem ser tomadas medidas que permitam desenvolver mecanismos, na Escola, para envolver as crianças desde tenra idade em atividades de comunicação.
Vale a pena escutar!
Vale a pena escutar!
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Rádios e Televisões Escolares na Net
Projetos aliciantes para crianças e jovens em contexto escolar.
(clique na imagem para aceder a mais informações)Para aceder ao vídeo de apresentação da Web rádio aqui.
Fica ainda o repto: Convite à apresentação de projetos no I Encontro Nacional de Rádios e Televisões escolares na Net
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Convite

As Edições MinervaCoimbra, a Directora da Colecção Comunicação História e Memória, o Autor e o Teatro Académico de Gil Vicente convidam para o lançamento do livro
A Comunicação Política na Revolução de Abril (1974-1976)
de Marco Gomes.
A apresentação será feita pelo Prof. Doutor Amadeu Carvalho Homem.
A sessão realiza-se no próximo dia 19 de Novembro, pelas 16h00, no Foyer do Teatro Académico de Gil Vicente, em Coimbra.
Primeiro volume da Colecção Comunicação História e Memória publicada pelas Edições MinervaCoimbra e dirigida por Isabel Nobre Vargues.
"... A comunicação política é aqui encarada num sentido amplo, abrangendo um leque variado de formas e actores, que extravasa em muito as mensagens dos órgãos de comunicação social, os que até agora mais interesse despertaram entre os estudiosos. Sem deixar de lhes conceder aos jornais, rádio e televisão a atenção necessária, Marco Gomes debruça-se também, no que é o carácter mais inovador do seu trabalho, sobre as mensagens políticas da propaganda partidária, os cartazes, os slogans, as caricaturas, as fotomontagens, a banda desenhada, a pintura mural, o canto de intervenção e a mais variada iconografia da Revolução, desde os emblemas e postais até à estatuária e à medalhística...".
António Reis, in Prefácio
domingo, 15 de novembro de 2009
Valorizar a Língua Gestual
Imagem: daqui
As mãos
Com mãos se faz a paz se faz a guerra.
Com mãos tudo se faz e se desfaz.
Com mãos se faz o poema – e são de terra.
Com mãos se faz a guerra – e são a paz.
Com mãos se rasga o mar. Com mãos se lavra.
Não são de pedras estas casas mas
de mãos. E estão no fruto e na palavra
as mãos que são o canto e são as armas.
E cravam-se no Tempo como farpas
as mãos que vês nas coisas transformadas.
Folhas que vão no vento: verdes harpas.
De mãos é cada flor cada cidade.
Ninguém pode vencer estas espadas:
nas tuas mãos começa a liberdade.
Manuel Alegre
segunda-feira, 13 de abril de 2009
"Programas para crianças"

Por
Aqui há dias, os jornais trouxeram o resultado de um estudo sobre a programação infantil na televisão portuguesa. Praticamente inexistente, claro. E dei comigo a pensar na qualidade que tinham os programas para crianças nos idos de setenta e oitenta.
Recordo-me dos tempos pré-históricos em que, sem condições nenhumas (lembras-te, António Santos, do barracão da Francisco Baía?) se fazia um telejornal infantil todas as semanas, com reportagens e entrevistas e a participação das crianças (recebiam-se caixotes de correspondência!), a terminar sempre com dois comentadores, como nos telejornais dos adultos, só que aqui eram dois bonecos, o Elias e o Horácio (uma das maiores glórias da minha vida foi um dia ouvir uma criança aos berros "vai ali a mãe do Elias!"). O programa chamava-se "Jornalinho"-e decerto que a Laurinda Alves deve ter muitas saudades dele: lá começou, uma quase miúda que punha o capacete na cabeça e ia de moto fazer reportagens… Depois, um dia, disseram-nos que o programa já durava há muito tempo, que por nossa causa havia muita coisa à espera- e nós, democraticamente, retirámo-nos de cena. A muita coisa que havia nunca chegou a haver.
E, para lá do "Jornalinho", que saudades dos telejornais históricos, exactamente como se fossem os dos adultos (pivots em estúdio, correspondentes em vários locais, etc..) só que, correspondendo a factos acontecidos nesse dia… mas há centenas de anos. O que nos divertimos a fazer o telejornal do dia em que Vasco da Gama chegou a Lisboa, com a jornalista de microfone em punho atrás dele e ele só a responder "ó minha senhora, eu quero é ir dormir, que estou estafado!"
Era no tempo em que a Maria do Sameiro Souto estava à frente do departamento. E, a seu lado, a Maria Alberta Menéres. E tudo era tão diferente!
E depois foi o tempo das várias séries da "Rua Sésamo" - e como é bom ouvir hoje muitos adultos dizerem "aprendi a ler com a Rua Sésamo". Gente do teatro como Alexandra Lencastre (que de certeza nunca teve público mais rendido aos seus encantos do que os miúdos que a conheciam por "Guiomar"), Fernanda Montemor, Fernando Gomes, Pedro Wilson e tantos outros marcaram presença diária junto das crianças.
Depois, um dia, também isso acabou. Ficava muito caro e, como a taxa da natalidade estava a diminuir, não era rentável. (Não se riam, mas palavra que foi a justificação que um responsável me deu…)
E pronto, a partir daí, foi mais ou menos um deserto, às vezes com um ou outro lampejo, que raramente vai além disso.
É assim que se chega aos "Morangos com açúcar"…
In Jornal de Notícias, 2009-04-11
terça-feira, 17 de março de 2009
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Comunicar, Interagir, Educar pela Arte

Simplesmente divinal esta imagem, uma pintura de Tiziano Vecellio (Séc.XVI). Representa a Assunção de Nossa Senhora ao Céu.
Não sendo eu especialista em Artes ou História da Arte só me resta olhar fascinada a beleza que emana desta belíssima obra que consegue, de uma forma notável, transmitir a elevação de Maria, Mãe de Jesus ao Céu. Solenidade que a Igreja Católica celebra a 15 de Agosto.
Não havendo registos históricos da morte de Nossa Senhora, nem fotografias, nem vídeos, nem quaisquer outros registos de imagens, é notável a criatividade do pintor italiano de detalhes curiosos como a subida ao céu em corpo e alma de Maria ou a criação de uma das raras imagens da representação de Deus.
Dá que pensar, não é?
sábado, 10 de maio de 2008
Literatura e animação, a harmonia perfeita
Uma delícia esta versão animada do livro infantil de José Saramago A Maior Flor do Mundo. Produzido em 2007, o filme ganhou o prémio de melhor animação do Anchorage Internacional Film Festival e foi nomeado para os Goya de 2008 na categoria de melhor curta-metragem. Saramago é personagem e narrador. Uma bela história!
Como gosto de visualizar animação sem violência e inspiradora de ideais e de esperança...
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Efemérides por terras lusas e para além da Taprobana
Comemorou-se a 29 de Abril o dia mundial da dança, hoje, o dia mundial do trabalhador. Aliei os dois e aqui fica uma belíssima sugestão (de merecido descanso) para este dia feriado por terras lusas.
Ai que vida (parte 1 e 2)
Ai que vida (parte 1 e 2)
Curiosidades: Hoje é também o dia de S. José Operário.
A Igreja quis dar a este dia de acção e de festa - "A Festa do Trabalho" - uma dimensão de fé. Em 1955, o Papa Pio XII instituiu a Festa de S. José Operário, a ser celebrada precisamente no dia 1 de Maio de cada ano.
sábado, 12 de abril de 2008
Alunos usam YouTube para promover a leitura II
Aqui fica o aperitivo para a visualização dos 17 vídeos concorrentes ao concurso (infra) - BiblioFilmes: Livros, Bibliotecas, Acção!:
Notas:
Exemplo de Boas Práticas nas Escolas.
A escolha deste vídeo foi aleatória.
Vale a pena ver todos os vídeos concorrentes e votar no seu preferido [aqui].
Alunos usam YouTube para promover a leitura I
Newsletter recebida via Agência Ecclesia
Está a decorrer um concurso de vídeos no YouTube para a comunidade da Língua Portuguesa, intitulado "BiblioFilmes - Livros, Bibliotecas, Acção!". Um novo conceito de promoção do livro, da biblioteca e da leitura através das novas tecnologias.
Está a decorrer um concurso de vídeos no YouTube para a comunidade da Língua Portuguesa, intitulado "BiblioFilmes - Livros, Bibliotecas, Acção!". Um novo conceito de promoção do livro, da biblioteca e da leitura através das novas tecnologias.
No âmbito do Plano Nacional de Leitura lançado pelo Governo de Portugal, um grupo de professores, decidiu criar um concurso que pretende lançar um desafio: fazer um "filme" (em vídeo ou telemóvel) a contar a sua história e provar o quanto gostam da sua biblioteca e/ou de um livro.
Neste momento decorre a "votação popular" para escolher o melhor BiblioFilme, de entre 17 candidatos, provenientes de Angola, Brasil e Portugal. A urna virtual fica aberta até 23 de Abril, Dia Mundial do Livro (http://videosaconcurso.blogspot.com/)
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Uma opinião sobre as (des)vantagens do acordo ortográfico
Para quê o Acordo Ortográfico?

Por Desidério Murcho

Por Desidério Murcho
O aspecto mais misterioso do Acordo Ortográfico revela-se nesta pergunta simples que nunca é respondida cabalmente: para que serve o acordo ortográfico? A resposta a que se alude é que serve para unificar as variantes da língua portuguesa. Mas isto é falso por três razões.
Em primeiro lugar, porque não há qualquer necessidade de unificação. Os britânicos escrevem “analyse”, os norte-americanos “analyze” (ver aqui algumas das diferenças ortográficas entre o inglês norte-americano e o britânico). A nenhum americano, inglês ou australiano ocorre unificar ortograficamente a língua inglesa, e ainda menos fazê-lo por via legislativa à Salazar, precisamente porque são gentes que prezam a liberdade e odeiam a interferência arbitrária da legislação na vida das pessoas.
Em segundo lugar, uma língua é muito mais do que a ortografia. É o léxico, a gramática, a fonética, entre outras coisas. Ora, este acordo evidentemente não unifica tal coisa. No Brasil, um fato é o que para nós é um facto, e um fato é no Brasil um terno, que para nós é uma pessoa ternurenta. No Brasil o pequeno-almoço chama-se “café da manhã” e os comboios chamam-se "trens". As diferenças são mais que muitas, e muitas mais haverá em Angola, Moçambique, Cabo-Verde, Guiné-Bissau, etc. O acordo ortográfico não unifica a língua.
Em terceiro lugar, o acordo ortográfico não unifica sequer a ortografia. Continuar-se-á a escrever “fato” no Brasil e “facto” em Portugal; “género”, “António” e “génio” em Portugal e “gênero”, “Antônio” e “gênio” no Brasil.
Poderá acontecer que um alemão ao aprender português pela variante portuguesa tenha dificuldade em compreender um texto brasileiro? Ou vice-versa? Claro que não. Poderá uma besta qualquer das Nações Unidas ficar confundida porque tanto se pode escrever em português “facto” como “fato”? Talvez, dado o tipo de gente que anda nesse tipo de instituições. Só que, coitados, continuarão muito confundidos porque continuará a haver muitas palavras com dupla ortografia.
Então para que serve realmente tal coisa? Queremos aproximar os povos e as nossas variantes da língua comum? Publique-se livros no Brasil com a ortografia portuguesa, e vice-versa. Façam-se dicionários comuns, como o excelente Aurélio, que tem todas as variantes da língua (ou que pelo menos se esforça para as ter). Publiquem-se gramáticas que contenham todas as variações da língua. O mais absurdo da posição dos defensores da legislação ortográfica é que se em vez de andarem a tentar obrigar os outros as escrever como eles querem tivessem escrito dicionários, gramáticas, livros, propondo alterações ortográficas, estas poderiam ser naturalmente adoptadas sem necessidade alguma de legislação. Então para quê a legislação?
Além da idiotice de se pensar salazaristicamente que sem legislação sobre a ortografia cada qual escreve como lhe dá na gana, não vejo qualquer boa razão para esta insistência na legislação ortográfica. E vejo muitas desvantagens.
Além de tornar as pessoas bovinas — agora de repente temos de reaprender a escrever palavras porque uns iluminados que nada têm publicado que seja influente usam o poder político para ter a influência que naturalmente não têm a capacidade intelectual para ter — este acordo tem muitas desvantagens para quem conhece as realidades africanas e brasileiras. Nestes países, uma parte importante das bibliotecas e do ensino baseia-se em livros portugueses com 30 anos ou mais. Quanto mais se muda a ortografia, mais difícil será para essas crianças dominar a ortografia precisamente porque aprendem quase exclusivamente por livros que passam a estar errados -- crianças que não têm dinheiro para ir a correr comprar as últimas novidades com a nova ortografia, não lêem jornais e mal dominam a língua portuguesa.
Quanto mais se mexe artificialmente na ortografia da língua, mais difícil é o domínio da ortografia para as pessoas mais carenciadas. Basta ler os comentários de publicações inglesas ou americanas online para ver que quase não há erros ortográficos, ao passo que nos jornais portugueses de referência, como o Expresso ou o Público, as caixas de comentários estão pejadas de erros ortográficos. Sem dúvida que não são apenas as constantes mudanças legislativas de ortografia que provocam tal atraso, mas sem dúvida também que tais mudanças têm um papel importante a desempenhar aqui. As pessoas aprendem ortografia em grande parte pelo que lêem; se o que lêem for uma selva ortográfica que resulta de inúmeras legislações sucessivas, é natural que tenham mais dificuldades com a ortografia. O acordo ortográfico não tem qualquer vantagem para os brasileiros, os angolanos, os moçambicanos, os cabo-verdianos, os guineenses ou os portugueses. E tem desvantagens óbvias. Quem ganha com o acordo e o que se ganha com ele? Esta é a questão importante. E só vejo duas respostas. Primeiro, ganham os intelectuais que fizeram o acordo, que ficam assim na história. Triste maneira de ficar na história, diga-se de passagem: como autores de listas de palavras. Enfim. Segundo, ganha talvez o Brasil, porque usa o acordo como uma maneira de tentar cativar os mercados africanos, para se abrirem mais às exportações do Brasil e menos às da China. Contudo, não é o acordo em si que facilita tais exportações: é apenas um sinal de aproximação do governo brasileiro que poderá fazer os governos africanos abrir-lhes mais as fronteiras. Não haverá uma maneira mais simples de conseguir esse objectivo? Penso que sim. Acordos comerciais bem pensados e economicamente vantajosos para todos os países que falam português não serão difíceis de conceber e efectivar. Bom, excepto para quem pensa que mudar a ortografia de dois por cento do léxico é um passe de mágica para a afirmação do português no mundo.
In De Rerum Natura Imagem: © Antero Valério
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Acordo ortográfico. Que vantagens?
Alguém me explica, devagar, devagarinho (porque eu sou alentejana) as vantagens deste acordo ortográfico?
Até ao momento, ainda não consegui ler nenhum argumento válido que sustente a necessidade, bem com as vantagens, deste acordo.
Não tenho ainda uma opinião bem formada a este respeito, tenho umas ideias que precisam de ser arrumadas e que carecem de algum contraponto. Espero obter aqui boas razões para uma opção esclarecida. Conto com o contributo dos leitores na partilha das suas ideias e dos seus conhecimentos na área.
© Rodrigo Matos
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Música para maiores de 40...
Com um particular agradecimento ao autor desta divinal música e letra, Pedro Barroso (músico), também co-autor do sorumbático, onde a partilhou. Lindo, lindo, lindo!
PS: Música para maiores de 40... para todos os apreciadores da música portuguesa, para todos os que amam a arte e a poesia e para todos os que ainda acreditam nos valores da sabedoria, do conhecimento, da experiência...
"O envelhecer sábio, a memória dos dias e dos anos, um chuto para a frente na vida, um hino às rugas que enobrecem... espero que gostem, amigos; estas são canções clandestinas, sensíveis, estranhas... e que, como não as passam na rádio, só assim as podemos ouvir..." (Pedro Barroso).
domingo, 6 de janeiro de 2008
Erros de comunicação
O Semanário SOL de 5 de Janeiro firma em manchete de 1ª página “Manuais escolares contêm textos incompreensíveis”.
A abrir a notícia pode ler-se:
“A MAIORIA dos manuais de Português do 4.º ano não contribui para os alunos perceberem o que lêem e contêm textos incompreensíveis.
É esta a conclusão do primeiro grande estudo sobre manuais escolares realizado em Portugal.
A autora do estudo aponta a má qualidade dos manuais como uma das razões para o fraco posicionamento de Portugal nos índices internacionais de competências literárias.”
Importa antes de mais referir que o estudo foi realizado no âmbito de uma dissertação de Mestrado e orientado pela Universidade de Coimbra (FPCE). Não entrando em aspectos específicos do estudo, como objectivos, âmbito, intervenientes, etc., importa esclarecer um ou outro aspecto sobre a notícia:
(1) O Sol afirma que os manuais escolares de 4º ano de Língua Portuguesa contêm textos incompreensíveis. Não é verdade, enganaram-se. Errar é humano!
Importa antes de mais referir que o estudo foi realizado no âmbito de uma dissertação de Mestrado e orientado pela Universidade de Coimbra (FPCE). Não entrando em aspectos específicos do estudo, como objectivos, âmbito, intervenientes, etc., importa esclarecer um ou outro aspecto sobre a notícia:
(1) O Sol afirma que os manuais escolares de 4º ano de Língua Portuguesa contêm textos incompreensíveis. Não é verdade, enganaram-se. Errar é humano!
(2) A TSF repõe a verdade. A autora do estudo já fez um desmentido à TSF, que está certo, dizendo que os textos dos manuais de Língua Portuguesa de 4º ano analisados "não contribuem eficazmente para o desenvolvimento das competências de leitura, porque se ficam pelos níveis mais elementares" (palavras Maria Regina Rocha, autora do estudo).
Em suma, o facto de não serem exigentes é muito diferente de serem incompreensíveis. Aliás, parece ser duas afirmações diametralmente opostas. Segundo a autora do estudo, "Os textos são compreensíveis". Ainda segundo a mesma e a Orientadora do estudo, errado é afirmar o contrário.
No entanto, parece subsistir ainda alguns equívocos sobre o assunto e que merecem mais alguns esclarecimentos. A bancada parlamentar do PSD vai aproveitar a ida da Ministra da Tutela à Comissão Parlamentar da Educação na próxima terça-feira para pedir esclarecimentos sobre este estudo, que Maria de Lurdes Rodrigues já tinha conhecimento.
No entanto, parece subsistir ainda alguns equívocos sobre o assunto e que merecem mais alguns esclarecimentos. A bancada parlamentar do PSD vai aproveitar a ida da Ministra da Tutela à Comissão Parlamentar da Educação na próxima terça-feira para pedir esclarecimentos sobre este estudo, que Maria de Lurdes Rodrigues já tinha conhecimento.
Espero também em breve publicar aqui um novo texto sobre o assunto que possa contribuir para ajudar esclarecer alguns dos equívocos que por aí andam a circular nos meios de comunicação social, na blogosfera e pelos vistos até chegaram ao parlamento... Mas é mesmo para ficarmos todos inquietos e preocupados porque os resultados em termos de sucesso educativo no Ensino Básico continuam a ser pouco animadores. É bom que essa preocupação tenha tocado a orla do poder político. Pode ser que o estudo lhes sirva para reflexão, como aliás devia de ser uma das suas funções.
Lá teremos que queimar melhor as pestanas neste e outros estudos (Sr.ª Ministra), pois eles podem vir a tornar-se muito profícuos na necessária inversão de marcha de algumas medidas e orientações curriculares que estão a revelar-se um desastre sem precedentes na História da Educação em Portugal.
domingo, 18 de novembro de 2007
Que bem que ela comunica com o corpo e a música...
Reparem como se pode comunicar, interagir, educar através da música, da linguagem corporal...
Não é maravilhoso SER PESSOA!?
E o bem que podemos fazer com o nosso corpo!? A nós e aos outros...
Tudo o que fazemos (Bem ou Mal)... é com o nosso corpo.
Dá que pensar, não é???
Ps: Este pequeno vídeo foi recebido via e-mail, desconheço o seu autor (não consta nas propriedades do ficheiro).
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