sábado, 16 de maio de 2015

A Inteligência Emocional

A Inteligência Emocional na Gestão das Instituições Educativas em Portugal

(1)João Ruivo, (2)Sandra Rebelo
(1) Centro de Investigação em Políticas e Sistemas Educativos – CIPSE, IPLeiria
(2) Mestre em Administração e Gestão Escolar

Resumo:
Na atual conjuntura de globalização, em que o ser humano deve ser percebido como um todo, em interação com o meio que o rodeia, destaca-se o conceito de inteligência emocional, que nos obriga a olhar para o indivíduo, não apenas enquanto ser racional, mas também, e paralelamente, como ser portador de emoções e afetos, já que, à luz dos estudos neurológicos mais recentes, o resultado do que somos, fazemos, pensamos e decidimos é fruto do que os sentidos recolhem e do que o intelecto processa.

Enquadrado neste novo conceito de inteligência emocional surge uma nova perspetiva de gestão das organizações educativas, quadro em que se desenvolveu a presente investigação, procurando verificar-se se as características de inteligência emocional se encontram presentes em gestores escolares.

Através de um estudo de caso, de natureza exploratória e descritiva, que teve como instrumento um questionário de autodescrição, aplicado ao universo dos gestores educativos considerados mais eficazes em Portugal, pôde-se concluir que possuir características de inteligência emocional é um factor essencial a uma gestão eficaz dessas organizações educativas.

Palavras-Chave: Inteligência Emocional, Gestão Eficaz, Quociente Emocional, Gestão Escolar, Liderança Escolar


In Campo Abierto, vol. 33 nº 1, pp. 137-150, 2014

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