segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Psicologia da Educação

Entre papéis velhos, alguns com utilidade diferente daquela para que foram produzidos, encontrei 4 páginas do informativo "Interecomómico" de 27 de Abril de 2006. Na rúbrica "Vida Saudável", página 6, inicia um artigo com conselhos muito úteis para educadores, particularmente para os pais. O artigo continua na página 7 ... entretanto desaparecida ... mesmo assim aqui fica o início do artigo que achei bastante interessante.

Menino ou menina, mas feliz

Para que a criança cresça feliz com o seu género, masculino ou feminino, é necessário ensiná-los a lidar com os estereótipos culturais. Tome nota de alguns conselhos.

- O pai e mãe devem dar o exemplo, no sentido de partilharem tarefas. Desta forma a criança entenderá que não existem tarefas exclusivas às meninas ou aos meninos.

- As crianças devem brincar livremente. Se um menino brinca com uma boneca, diga-lhe que certamente virá a ser um pai. Quando uma menina brincar com carrinhos, ela deve ser animada para ser uma boa condutora.

- Explique-lhe claramente que as diferenças que existem entre os géneros, são basicamente ao nível da anatomia e da reprodução.

- Evite os livros e os programas de televisão demasiado sexistas.

(... continua)

(desconheço o autor)

3 comentários:

Alva disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
car disse...

Pensa mesmo que as principais diferenças entre géneros são as relacionadas com a anatomia? Não acha que sendo certo que não haverá tarefas exclusivamente masculinas ou femininas, certamente existem diferenças ao nivel das aptidões? Acha que estas diferenças devem ser omitidas na educação das crianças? Acha que a investigação que procura justificar estas diferenças é infundada? http://www.dn.pt/inicio/interior.aspx?content_id=654483.
Cumprimentos, André

Fátima André disse...

André,
Obrigada pela referência e pelos itens de discussão sempre pertinentes.
Naturalmente que não concordo que as diferêncas entre géneros sejam apenas de cariz anatómico, no entanto, não concordo de todo que existam tarefas ou profissões exclusivas para o sexo M ou F... exitem tendências comprovadas pela ciência, aptidões mais desenvolvidas por um género ou outro... mas o papel da cultura, das tradições... pode influênciar muito esta tendência, assim como o papel da educação o pode fazer.
A investigação séria será sempre uma mais valia para a compreensão da essência do ser, dos seus comportamentos, aptidões, etc.