sábado, 2 de julho de 2011

Hora da Poesia e da Esperança


Apesar das ruínas e da morte


Apesar das ruínas e da morte,
Onde sempre acabou cada ilusão,
A força dos meus sonhos é tão forte,
Que de tudo renasce a exaltação
E nunca as minhas mãos ficam vazias.


Sophia de Mello Breyner Andresen, Poesia (1944)

Sem comentários: