A complexidade da problemática assoma em várias frentes. Poder-se-à dissertar sobre muitos aspectos... deixo essa tarefa aos leitores que queiram dar o seu contributo (na caixa de comentários) para explanar alguma inquietação à volta do cartoon. Posteriormente puxarei os vossos contributos para a página principal.
terça-feira, 31 de maio de 2011
Inquietações...
A complexidade da problemática assoma em várias frentes. Poder-se-à dissertar sobre muitos aspectos... deixo essa tarefa aos leitores que queiram dar o seu contributo (na caixa de comentários) para explanar alguma inquietação à volta do cartoon. Posteriormente puxarei os vossos contributos para a página principal.
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Estudo revela: os professores funcionam como uma "bateria viciada"
Vale a pena ler mais alguns tópicos/resultados deste estudo deixados pela autora em entrevista ao Educar.pt.
A dimensão das escolas na literatura
Vale a pena conhecer o contexto internacional sobre esta matéria.
A dimensão das escolas no contexto internacional
Via JMA
domingo, 29 de maio de 2011
Inquietações...
...NUNCA SE PERDE!
Uma Grande Lição de Vida em 3 breves minutos!
Banco de Poesia Online

sábado, 28 de maio de 2011
Hora da Poesia

O que eu vi,
à nascença, foi o céu.
No rasgão da retina,
a desatada luz: o meu segundo oceano.
Aprendi a ser cego
antes de, em linha e cor,
o mundo se revelar.
O que depois vi,
ainda sem saber que via,
foram as mãos.
Parteiros gestos
me ensinaram quanto,
das mãos,
a vida inteira vamos nascendo.
As mãos foram,
assim, o meu segundo ventre.
Luz e mãos
moldaram a impossível fronteira
entre oceano e ventre.
Luz e mãos
me consolaram
da incurável solidão de ter nascido.
Mia Couto (2011). Tradutor de Chuvas. Alfragide: Editorial Caminho.
Da Afectividade
La escuela ha sido, tradicionalmente, el reino de lo cognitivo, no el reino de lo afectivo. Al entrar y al salir de la escuela se pregunta a los alumnos y a los profesores: ¿Tú qué sabes sobre…? Nunca se pregunta: ¿Tú que sientes, a ti qué te pasa…?
“En el colegio se aprende historia, geografía, matemáticas, lengua. Dibujo, gimnasia… Pero, ¿qué se aprende respecto a la afectividad? Nada. Absolutamente nada sobre cómo se interviene cuando se desencadena un conflicto. Absolutamente nada sobre el duelo, el control del miedo o la expresión de la cólera”, dice Filliozat en su libro “El corazón tiene sus razones”.
Alguno podrá considerar esa cuestión poco menos que intrascendente, cuando no perjudicial para los aprendizajes, ya que restaría un tiempo necesario para hacer cosas más importantes. Pero no. Yo ceo que para todo es mejor sentirse querido, estar motivado, tener una buena actitud hacia la institución, el profesorado y la tarea. Cuando el constructivismo explica qué es necesario para que se produzcan aprendizajes significativos y relevantes, dice que el conocimiento tiene que tener una lógica interna, una lógica externa (que conecte los conocimientos del alumno con los nuevos que tiene que adquirir) y dice también que es necesaria una disposición emocional favorable hacia el aprendizaje.
¿Cómo se puede provocar esta actitud? ¿Quién la puede hacer nacer y conseguir que se desarrolle? Solamente ese profesor o profesora que se interesa por el alumnado. Los niños aprenden de aquellos docentes a quienes aman.
El verbo aprender, como el verbo amar no se puede conjugar en imperativo. Solo aprende el que quiere. Y es conveniente hacer posible que se quiera. Por eso, para ser profesor no basta con dominar la asignatura. Se dice que hace falta, saber transmitirla. Yo digo algo que va más allá de la simple transmisión: hace falta, sobre todo, provocar el deseo de saberla, la pasión por descubrirla, la voluntad de aplicarla y el interés por compartirla. Se deduce, de todo ello, que no es un tarea fácil. Es más cómodo atrincherarse en la postura de que el profesor explica y si alguien no entiende o no quiere entender, allá él.
Dice Emilio Lledó que lo único que puede dar autoridad y prestigio a la profesión es “el amor a lo que se enseña y el amor a los que se enseña”. Hay que volver a leer el hermoso libro de Alexander Neill, que vio la luz en 1978: “Corazones, no solo cabezas en la escuela”. "
Da Coerência
Excerto do artigo:
Me refiero a las personas que dicen que es muy importante la solidaridad pero que no son capaces de desprenderse de un euro acogiéndose a las disculpas más diversas. Que hablan de la responsabilidad pero que no son capaces de actuar con un mínimo sentido del debe. Que sermonean sobre la importancia del esfuerzo pero que no son capaces. de levantarse puntualmente.
Se trata de personas, en definitiva, que hilvanan un discurso coherente y fundamentado sobre los valores pero que no son capaces de llevar a la práctica aquellas ideas y propuestas que tenían tanta consistencia y tanta belleza en los labios.
Es el caso de los sacerdotes que predican desde el púlpito la castidad y que están instalados en odiosas prácticas de pederastia. Es el caso de los políticos que hablan de justicia y tienen las arcas rebosantes de lo que han robado a sus conciudadanos. Es el caso de los profesores que invitan a sus alumnos a ser apasionados lectores y son incapaces de leer un libro de cincuenta páginas. Mejor sería que se callasen. No, mejor sería que hubiera coherencia entre los hechos y los mensajes que lanzan a los demás,. ¿Qué sentido tiene un discurso que contradicen los hechos?"
Estórias com Valores
A estória da Carroça Vazia
Certa manhã, o meu pai convidou-me a dar um passeio no bosque o que aceitei com prazer.
Parámos num sítio plano e depois de um pequeno silêncio perguntou-me:
- Além do cantar dos pássaros, ouves mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos a respondi:
- Sim, estou a ouvir um barulho de carroça.
- Isso mesmo - disse o meu pai - É uma carroça vazia...
Perguntei ao meu pai:
- Como podes saber que a carroça está vazia, se ainda nem a vimos?
- Ora, não tem nada que saber - respondeu o meu pai. É mesmo muito fácil saber que uma carroça está vazia! É por causa do barulho que faz. Quanto mais vazia a carroça estiver, maior é o barulho que faz.
Dá que pensar, não é verdade?
sexta-feira, 27 de maio de 2011
E-Book sobre Supervisão e Avaliação Docente
Supervisão e Avaliação Docente
Para uma abordagem de Orientação Transformadora
- Um estudo do Concelho Científico para a Avaliação de Professores
Autoria: Flávia Vieira e Maria Alfredo Moreira
Excerto do Prefácio:
(...)
"Este trabalho estrutura-se em três momentos: no primeiro momento (Capítulo 1), explora-se a relação entre supervisão e pedagogia escolar, clarificando-se o quadro ético-conceptual em que, do nosso ponto de vista, estas deverão ser inscritas; no segundo momento (Capítulo 2), foca-se a relação entre supervisão e avaliação do desempenho, equacionando possibilidades mas também tensões que afectam essa relação; no terceiro momento (Capítulo 3), discutem-se algumas estratégias de supervisão que podem promover a transformação da educação e a emancipação dos docentes e alunos – a observação de aulas, as narrativas profissionais (diários, estudos de caso e portefólios de ensino) e a investigação-acção.
As ideias e propostas apresentadas decorrem da nossa experiência de formação e de investigação, na qual as questões da pedagogia escolar, do desenvolvimento profissional e da supervisão sempre ocuparam um lugar central. A sua aplicabilidade no contexto da avaliação do desempenho é necessariamente condicionada pelas circunstâncias em que essa avaliação decorre, em parte determinadas pelos normativos legais, mas também pelo modo como as escolas os interpretam e concretizam e, ainda, pelas representações dos professores acerca da educação escolar e do seu papel enquanto actores educativos. Em todo o caso, não é nossa intenção apresentar soluções para os problemas da avaliação do desempenho ou sugerir procedimentos para a operacionalização dos normativos legais. O nosso propósito é mais vasto, podendo ser enunciado sob a forma de uma pergunta: o que significa inscrever a supervisão e a avaliação numa visão transformadora da pedagogia e do desenvolvimento profissional?"
(...)
Inovar com a Escola Virtual
Rentabilização de tempo e esforço.
A apresentação dos conteúdos programáticos em recursos multimédia facilita a aprendizagem dos alunos e permite ter sempre a matéria estruturada de forma apelativa e funcional.
Aumento dos níveis de atenção e envolvimento.
Porque se dirige aos alunos no formato que eles mais apreciam, a Escola Virtual permite manter as turmas com elevados níveis de empenho e rendimento.
Centenas de recursos interactivos ao seu dispor.
A Escola Virtual coloca à sua disposição um grande número de exercícios, vídeos e animações cientificamente enquadrados no programa e que lhe permitem agilizar e optimizar as aulas. Através do BRIP (Banco de Recursos Interactivos para Professores) poderá estruturar e personalizar as aulas de acordo com as suas necessidades, bem como ter acesso a todos os conteúdos educativos digitais da Porto Editora relacionados com o seu ciclo de ensino.
Rentabilização de recursos tecnológicos.
A Escola Virtual é, por excelência, o meio de rentabilização das novas tecnologias associadas ao ensino. Os conteúdos e funcionalidades da plataforma foram pensados para a utilização nos computadores da sala de aula e nos quadros interactivos.
O que dizem alguns dos 30 mil professores que utilizam a plataforma da Escola Virtual e, em particular, o BRIP, o maior banco de REDs de carácter curricular (em língua portuguesa):
Conheça aqui o que dizem os alunos. E aqui, o que dizem os Encarregados de Educação.
Conheça ainda tudo o que quer saber sobre a Escola Virtual (inscrições, oferta, preços... e ainda pode experimentar aulas virtuais do 1º ao 12º ano de escolaridade em diversas as áreas curriculares disciplinares).
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Inquietações Pedagógicas...
Quem quiser aceder ao vídeo legendado em português pode fazê-lo no link infra:
Curso de concepção e produção de RECURSOS EDUCATIVOS DIGITAIS
Descrição; Objectivos; Destinatários; Plano Curricular; Horários; Propinas; Pedidos de Informação; e Candidaturas (aqui).
quarta-feira, 25 de maio de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
Conferências online em Informática Educacional
Conferências online em Informática Educacional
de 24 Maio a 22 de Junho das 18h30 às 20h00
Inscrições on-line
(As inscrições são gratuitas, mas obrigatórias e sujeitas ao limite da capacidade máxima -100 lugares)
... ver programa>
Bullyng nas escolas - estratégias preventivas II
Reconheça, previna e acabe com o bullying antes que o seu filho seja a próxima vítima!
Apresento duas sugestões de leitura que vale a pena.

Proteja o seu Filho do Bullying
Autor: Allan L. Beane
Edição/reimpressão: 2011
Páginas: 240
Editor: Porto Editora
ISBN: 978-972-0-34881-4
Coleção: + PAIS
Sinopse
O bullying é um problema complexo e assustador que afeta crianças de todas as idades.
Allan L. Beane viveu de muito perto este fenómeno, que contribuiu para a morte do seu filho Curtis aos 23 anos. Hoje é um dos mais conceituados especialistas no combate ao bullying.
Nesta obra, que recorre a um modelo pergunta-resposta baseado em questões reais colocadas por pais cujos filhos sofrem hoje o mesmo problema pelo que o próprio passou, o autor reúne, de uma forma prática e concisa, valiosas estratégias para o ajudar a:
• Reconhecer os sinais de alerta que podem revelar se uma criança é uma potencial vítima;
• Agir, caso o seu filho se torne numa vítima de bullying;
• Fornecer ao seu filho as ferramentas necessárias para lidar com estas situações;
• Prevenir o ciberbullying;
• Criar um ambiente seguro e saudável para os seus filhos.
A edição portuguesa conta com prefácio da Dr.ª Maria Barroso, hoje presidente da Fundação Pro dignitate, uma das mais ativas instituições nacionais no combate ao flagelo do bullying.
Bullyng nas escolas - estratégias preventivas I

A Sala de Aula sem Bullyng
Mais de 100 sugestões e estratégias para professores
Autor: Allan L. Beane
Edição/reimpressão: 2006
Páginas: 160
Editor: Porto Editora
ISBN: 978-972-0-34613-1
Coleção: ESTRATÉGIAS EDUCATIVAS
Sinopse
Todos os dias há alunos intimidados, assediados e, até, agredidos por outros alunos.
O bullying é um problema "grave", porém o professor pode fazer algo para o reduzir. É este o objectivo deste livro, que apresenta mais de 100 estratégias preventivas e de intervenção que o professor pode utilizar de imediato. Todas elas são fáceis de compreender e de implementar, não requerendo, na maioria dos casos, quase nenhuma preparação e necessitando de muito poucos ou, mesmo, nenhuns materiais específicos.
A sala de aula sem bullying é um livro muito prático, apto a ser usado em qualquer sala de aula, tornando-a num lugar aprazível, onde os alunos se sentirão motivados para as aprendizagens, confiantes e sem medo.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Jornada Responsabilidades Parentais
(clique na imagem para aceder ao programa e outras informações)
Aprendizagens significativas na era digital
Ler +... Feira do Livro do Porto
Acompanhe também a Feira do Livro no Facebook (programação diária, promoções do dia, horários, sessões de autografos...).
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Inquietações Pedagógicas...
Os quatro juntos poderiam chegar à conclusão que tinham encontrado um elefante. Mas, para isso, teriam de admitir que há outros pontos de vista. Se cada um se mantém no seu modo de ver e não admite outro, torna-se mais cego.
Quanto mais cada um se fixa na sua maneira de ver, menos vê.
Daí a célebre expressão: "o pior cego é o que não quer ver"?
(...)
Laurinda Alves e Alberto Brito sj (2011). Ouvir, Falar, Amar. Alfragide: Oficina do Livro.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Agenda Educacional
Para encomendas consultar aqui.
terça-feira, 17 de maio de 2011
Magazine de Educação
Nesta edição, saiba a opinião de Manuel Pereira e Pedro Araújo – da Associação Nacional de Dirigentes Escolares – acerca da reorganização curricular do Ensino Básico, entretanto chumbada pela oposição.
Fique, ainda, a conhecer o que diz a nutricionista Paula Veloso sobre o papel de pais e escolas no combate à obesidade infantil.
Plataforma digital e manuais escolares

Vale a pena espreitar!
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Mais um número da Revista Ibero-Americana de Educação
Já está disponível o número 55/4 (versão digital) da RIE. Podem consultar e fazer download a partir daqui: http://www.rieoei.org/.
Leituras com Valores lá dentro

Ouvir, Falar, Amar
A compreensão é a única força de mudança
de Laurinda Alves
Edição/reimpressão: 2011
Páginas: 192
Editor: Oficina do Livro
Sinopse
Pelos frutos se conhecem as árvores, eis um dos provérbios favoritos de Alberto de Brito, padre jesuíta especializado em Relações Humanas e Comunicação Interpessoal. Os frutos e as árvores são, porventura, um dos critérios mais selectivos em matéria de comunicação e aquele que permite medir e afinar a qualidade das relações. A metáfora serve para pais e filhos, professores e alunos, chefes e subordinados, em todos os universos pessoais, familiares e profissionais que habitamos e onde temos um papel a desempenhar. Manter o ar limpo nas relações é essencial e importa aprender a calibrar a luz e a sombra, bem como a distância e a proximidade necessárias para colher bons frutos. O nosso ecossistema é complexo e é preciso tratá-lo com carinho e respeito, como diz Alberto de Brito nesta série de conversas sobre comunicação e relações humanas. Laurinda Alves viajou até Bruxelas, ao encontro de Alberto de Brito, e o jesuíta respondeu a muitas das suas interrogações, abrindo novos caminhos a novas perguntas, ou não fosse ele um especialista em Comunicação e Relações Humanas. No encontro entre dois grandes comunicadores, houve também espaço para falar do amor: o amor pelas palavras, pelo diálogo e pela partilha; o amor como vontade e decisão de quem quer construir com futuro; o amor que cresce na cumplicidade, no conhecimento e na aceitação do outro.
A Pedagogização do Sexo
(clique na imagem para aceder ao artigo)
Um artigo que valerá a pena ler, no quadro das preocupações curriculares da recente criação de uma área transversal intitulada Educação Sexual.
Nesta e em outras situações anteriores como a criação de uma área de Educação para a Cidadania e a Formação Cívica... têm sido defendidas idéias inteiramente absurdas, que são afirmadas e reafirmadas a cada passo nos documentos normativo-legais e curriculares produzidos quer ao nível do Ministério da Educação e das Escolas, quer em documentos de orientação pedagógica produzidos pelas mais diversas entidades e pessoas a ela ligadas (no âmbito das Ciências da Educação e fora delas).
Comungando da opinião da Pedagoga Doutora Helena Damião, destaco:
"A ideia de que, em contexto de ensino formal, o educador ou professor deve denotar uma atitude de absoluta neutralidade, sobretudo quando estão em causa valores, está perfeitamente implantada no nosso sistema educativo, apesar de não ser exclusiva dele.
Apesar de ser uma ideia absurda (na verdade, educar implica sempre a tomada de decisões, nem que a decisão seja a de não educar)..."
Esta idéia é hoje incontornável e ao que nos é dado a observar tem acolhimento muito generalizado, mesmo entre educadores e professores...
Fica a sugestão de leitura do artigo supra.
Scratch na Escola
domingo, 15 de maio de 2011
Hora da Poesia
Metade
Oswaldo Montenegro
Composição : Oswaldo Montenegro
Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.
Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.
Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece
E nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas como a única coisa que resta
A um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.
Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que eu penso
Mas a outra metade é um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste,
E que o convívio comigo mesmo
Se torne ao menos suportável.
Que o espelho reflita em meu rosto
Um doce sorriso que eu me lembro ter dado na infância
Porque metade de mim é a lembrança do que fui
A outra metade eu não sei.
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.
Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é platéia
E a outra metade é canção.
E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.
sábado, 14 de maio de 2011
Uso saudável dos dispositivos móveis: o portátil
Seguir os conselhos é cuidar da saúde física.
DICAS SAUDÁVEIS:
El uso de dispositivos móviles para ocio o trabajo puede aportarte grandes beneficios siempre que adoptes hábitos saludables al utilizarlos, como una postura correcta, descansos regulares y un correcto ajuste del equipo.
Siempre que te sea posible:
√ Para aliviar la tensión muscular de la espalda:
• Mantener la espalda recta y descansada sobre un respaldo.
• No cruzar las piernas.
√ Para aliviar la tensión muscular de las cervicales:
• Relajar el cuello y mantenerlo alineado con la espalda.
• Situar la parte superior de la pantalla a la altura de los ojos.
√ Para aliviar la tensión muscular de los brazos:
• Mantener los brazos y antebrazos formando 90º.
• Tener las manos alineadas con los antebrazos.
• Relajar los brazos y las manos cuando no escribas o utilices el ratón.
√ Para aliviar la tensión en la vista:
• Ajustar el brillo del monitor y el tamaño de las fuentes.
• Aumentar la frecuencia de parpadeo para mantener los ojos hidratados.
√ Hacer descansos, de entre 2 y 3 minutos, cada media hora.
Más información en : http://bit.ly/RCUsosaludable
Entrevista com Santana Castilho
O professor Santana Castilho critica, sem rodeios, o estado da Educação no seu novo livro... Entre muitos assuntos, aborda a perda de autoridade dos professores e revela que 27% dos pacientes dos psiquiatras são docentes.
Santana Castilho, professor de Organização e Gestão do Ensino, vai direto ao assunto. Na sua opinião, a sociedade tem vindo, gradualmente, "a perder a noção que o sistema de educação serve pessoas". As suas ideias são apresentadas no livro O Ensino Passado a Limpo - Um sistema de ensino para Portugal e para os portugueses, editado pela Porto Editora e lançado no passado dia 12 de Maio. Uma crítica dura ao estado da educação no nosso país.
"Os professores perderam o poder porque se endeusaram políticas de falsa promoção de sucesso escolar, afogando-os em burocracias sem sentido, impeditivas do cumprimento da sua missão nobre: ensinar", refere nesta entrevista, sustentando que há uma crise de autoridade na escola.
O facilitismo e a indisciplina são, na sua perspetiva, os grandes problemas do Ministério da Educação. Aponta o dedo ao fabrico de resultados estatísticos imediatos, garante que tudo falhará se se continuar a reformar por decreto e defende a autonomia das escolas e a extinção das direções regionais de educação. "A vida dos docentes está submersa por papéis, processos, reuniões e práticas administrativas sem sentido, inúteis, ineficazes e doentiamente kafkianas", avisa no seu livro. E mais: os professores portugueses trabalham, em média, mais 83 horas por ano do que os colegas da OCDE.
"A síntese do que me preocupa é o próprio livro. Mas, se quiser uma síntese da síntese, dir-lhe-ei: temos, gradualmente, vindo a perder a noção que o sistema de educação serve pessoas."
A educação é um direito. Refere que é um "disparate" ter os portugueses na escola até aos 18 anos e está cansado das iniciativas que garantem os direitos das minorias prevaricadoras e não das maiorias cumpridoras. Em seu entender, é preciso alterar o modelo de gestão das escolas, auditar a atividade da Parque Escolar, debater publicamente os programas escolares e recuperar os exames nacionais a todas as disciplinas. "A educação nacional foi, nos últimos seis anos, governada por snipers da portaria e do despacho, que usurparam a democraticidade e destruíram a cooperação", escreve na sua obra.
Um livro que desmonta várias situações e que aponta caminhos que podem ser escutados e integrados numa nova política educativa. O líder do PSD, Pedro Passos Coelho, assina o prefácio. "Aqui se procura, com grande pragmatismo mas sem perda de um sólido quadro de referência programática, apontar orientações e soluções suscetíveis de serem incorporadas num programa de ação política governativa", sublinha o social-democrata.
"Os professores perderam o poder porque políticos demagógicos se esqueceram que o direito à educação é indissociável do dever de estudar e trabalhar, missão do aluno."
EDUCARE.PT: Refere, no seu livro, que há uma crise de autoridade na escola. Os professores perderam o "poder" que tinham? Alterar o Estatuto do Aluno poderá ser uma forma de recuperar o "respeito"?
Santana Castilho: Os professores perderam o poder porque foram sistematicamente vilipendiados e apontados como responsáveis pelos erros dos políticos. Os professores perderam o poder porque se endeusaram políticas de falsa promoção de sucesso escolar, afogando-os em burocracias sem sentido, impeditivas do cumprimento da sua missão nobre: ensinar.
Os professores perderam o poder porque quiseram, mal, que eles substituíssem a responsabilidade primeira dos pais: fornecerem aos filhos regras de conduta civilizada, sem as quais nenhuma escola funciona, por melhores que sejam os professores. Os professores perderam o poder porque políticos demagógicos se esqueceram que o direito à educação é indissociável do dever de estudar e trabalhar, missão do aluno. Neste contexto, a alteração do Estatuto do Aluno ajudará a trazer uma nova ordem à escola. Mas é apenas um aspeto de um trabalho pesado, que pesa sobre o próximo Governo. O Estado tem vivido em licença sabática, ocupado a servir a sua corte. Há que acordá-lo para que sirva todo o país e todos os portugueses, a sua missão, afinal.
"Não sou contra a avaliação, desde que seja exequível e contribua para melhorar a qualidade do sistema de ensino e a qualidade do desempenho dos professores."
E: Critica duramente o modelo de avaliação, referindo que é "tecnicamente uma nulidade e politicamente um desastre". Contra a avaliação ou a favor de um outro método avaliativo?
SC: A avaliação é uma coisa distinta da classificação. Um primeiro-ministro e uma ministra da Educação ignorantes e que odiaram os professores confundiram os dois conceitos e impuseram, à bruta, um sistema de classificação inqualificável.
Não sou contra a avaliação, desde que seja exequível e contribua para melhorar a qualidade do sistema de ensino e a qualidade do desempenho dos professores. Qualquer inteligência média compreende isto. Infelizmente, muitos políticos e comentadores não compreenderam e continuam a não compreender.
E: Sustenta que tudo falhará se se insistir em reformar por decreto e defende a autonomia das escolas. Neste sentido, qual seria o papel do Ministério da Educação?
SC: Definir as políticas, garantir a qualidade do sistema de ensino (e o que se entende por qualidade também tem de ser definido), zelar pela eficiência do sistema (porque o dinheiro dos contribuintes tem de ser bem gasto e com resultados), supervisionar e apoiar construtivamente as escolas e os professores no seu exercício profissional autónomo.
E: Avaliar as atividades da tutela é uma das medidas que propõe no seu livro. Desconfiado com a atuação do Ministério?
SC: Como em qualquer sistema, quem dirige é o primeiro interessado em ter elementos constantes que permitam corrigir rotas mal traçadas. Um Ministério da Educação não é um califado a que se deva obediência cega, ou um papado infalível. Não é uma questão de desconfiança. É uma questão de mudança de paradigma. Auscultar o que os portugueses pensam da aplicação das políticas delineadas pelo Ministério da Educação parece-me ser um belo começo para que professores, pais e alunos se sintam cada vez mais como entidade coesa.
Utopia? Talvez! Mas um grande Professor (a maiúscula é intencional), que também foi poeta, ensinou-nos, há muito, que o sonho comanda a vida.
E: Escreve que o facilitismo e a indisciplina são os problemas maiores do Ministério da Educação. Em que se refletem esses problemas?
SC: Na falta de seriedade do sistema de ensino, na ausência de condições de base para que os professores possam trabalhar e na falta de futuro dos nossos filhos e netos.
"Defendo, como sabe, a ampla autonomia das escolas e a responsabilização plena dos seus agentes pela respetiva missão."
E: O que se ganharia com a extinção das direções regionais de educação, como sugere?
SC: O que se ganha quando se removem excrescências moles, que de nada servem a não ser complicar o normal funcionamento do sistema. Defendo, como sabe, a ampla autonomia das escolas e a responsabilização plena dos seus agentes pela respetiva missão. Neste quadro, ter uma corte de burocratas de serviço, que são meras correias de transmissão de um poder centralizado, que também combato, seria impensável. Tanto mais que consomem uma boa maquia dos impostos dos portugueses.
E: Estamos perante um sistema de ensino que não funciona? Diz que copiar modelos do estrangeiro nem sempre resulta...
SC: Não resulta nunca. Temos a nossa cultura e os nossos problemas específicos.
E: Por que razão afirma que é um "disparate" ter os portugueses na escola até aos 18 anos?
SC: Como pai, não aceito que o Estado decida por mim e pelos meus filhos a educação que eles prosseguem. Como cidadão, quero liberdade para trabalhar aos 16 anos, como, aliás, o próprio Código do Trabalho consigna. Deve o Estado garantir a todos que queiram e tenham capacidade para tal, sublinhe-se, a prossecução de estudos, sem entraves. Mas não deve o Estado impor a escola a quem já pode ser responsabilizado por crime, sabe o que faz e quer ir trabalhar. Porque, ao invés de ser compulsiva, a educação deve ser tida como um direito. Chega de Estado que diz proteger-nos de tudo menos dele próprio.
Ao argumento anterior, que é teórico, acrescem outros, de natureza prática. Os nove anos de ensino obrigatório, aprovados em 1986, demoraram 10 anos a transpor para a prática efetiva. Ainda hoje não são cumpridos na íntegra. Manter na escola, à força e à pressa, quem lá não quer estar ou não tem capacidade para prosseguir estudos, acrescentará mais violência e mais indisciplina a um ambiente que já é grave. Tal medida, a não colher o primeiro argumento, pressuporia uma preparação, que não foi feita, para receber os estimados 30 000 novos alunos. Pressuporia uma reformulação completa dos objetivos e das vias do ensino secundário, principalmente quanto ao ensino profissional que, como está, é um logro. Pressuporia a efetiva gratuitidade do ensino, que está longe de estar cumprida no quadro dos nove anos até há pouco vigentes.
Se uma das causas do atual abandono, que se aproxima dos 36%, radica nesta variável, alguém de bom senso antecipa que a sociedade, com dois milhões de pobres e dois milhões de assistidos, mais de meio milhão de desempregados e magro PIB, pague para ficar com os filhos 12 anos sentados na escola? Com outros salários, com outro nível de vida, talvez. Assim, obviamente que não! E não me venham com a falácia das bolsas, que um Estado quase falido não vai poder pagar. É só olhar para a história de 2005 a 2011 para perceber que estamos nos antípodas da seriedade e no terreno do mais rudimentar marketing político.
"Porque, ao invés de ser compulsiva, a educação deve ser tida como um direito."
E: Por outro lado, defende que as crianças só devem entrar na escola aos sete anos...
SC: Não defendo, liminarmente. Penso que seria uma boa medida, por acautelar, em termos genéricos, uma outra maturidade à entrada no ensino obrigatório. Proponho que se discuta o tema e se ouçam os especialistas.
E: O debate público dos programas escolares é, na sua opinião, um caminho para que os currículos sejam mais eficazes?
SC: Sim, mas falo de um debate público com organizações qualificadas.
E: Critica a atuação do Governo nos últimos dois mandatos, desconstrói alguns discursos de José Sócrates, coloca em causa a amostra utilizada no PISA, refere que se protege mais a minorias prevaricadoras do que as maiorias cumpridoras, revela que 27% dos pacientes dos psiquiatras são professores. O que mais o preocupa neste mundo da educação?
SC: A síntese do que me preocupa é o próprio livro. Mas, se quiser uma síntese da síntese, dir-lhe-ei: temos, gradualmente, vindo a perder a noção que o sistema de educação serve pessoas.
Entrevista publicada no Portal da Educação educar.pt
E-Book: Educação e Tecnologias
E-BOOK: Educação e Tecnologias - Reflexão, Inovação e Práticas
Book... a revolução tecnológica
Boas compras e boas leituras!
sexta-feira, 13 de maio de 2011
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Formação Especializada em e-learning
Para conhecer OBJECTIVOS, DESTINATÁRIOS, PROGRAMA e TITULAÇÃO, clique aqui ou na imagem supra.
Nota: O mestrado vai ser feito totalmente a distância em parceria com a Universidade da Extremadura em Espanha no próximo ano lectivo.
À volta dos Livros e da Literatura
Na Livraria Barata/Leya, em Lisboa, académicos e actores explicam e lêem as obras.
Prémio Camões 2011 para um português

O escritor português Manuel António Pina ganhou hoje o Prémio Camões, o maior prémio literário de língua portuguesa.
Ler mais aqui.
Scratch Day 2011
Podem encontrar AQUI todas as informações, ligação para o formulário de inscrições e o mapa de localização.
Abertas inscrições para grandes e pequenos... basta vontade para aprender e divertir-se... Vai ser mais um grande dia de festa! Haverá um concurso de projectos com prémios!
Divirtam-se em família aprendendo!
Acho que vão gostar!
Workshop: Competências parentais

4 e 11 de JUNHO
LOCAL: Sintra
Destinatários do workshop:
• Psicólogos;
• Sociólogos;
• Professores;
• Educadores de Infância;
• Assistentes Sociais;
• entre outros.
Conteúdos Programáticos:
1. Comportamentos e funções parentais;
2. Avaliação das competências parentais:
- Protocolos de avaliação;
3. Promoção de competências parentais:
- Análise de programas de educação/treino parental;
- Construção de programas de promoção de competências parentais.
Esta formação é teórica (40%) / prática (60%).
DURAÇÃO E HORÁRIO
• Total: 13 horas;
• Das 10h00 às 17h30.
PREÇOS
• Sócios: 70€;
• N/Sócios: 85€;
• Estudantes: 70€;
• Grupos de duas pessoas: 80€ cada.
Clique aqui para INSCRIÇÕES.
Nota: Tenho pena que estas acções tão ricas de conteúdo sejam tão caras... já se vai tornando hábito... o que em tempos tão difíceis não será uma mais valia, gerando o que sempre combati, as (des)igualdades de oportunidades... aqui tão bem visíveis, se pensarmos que os rendimentos das famílias são cada vez mais apertados e o interesse pela formação é crescente e cada vez mais necessário.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Aprendizagem por Modelação

Título: As Crianças Aprendem o Que Vivem
Autor(es): Nolte, Dorothy Law
Harris, Rachel
Pág.: 254
Número: 5
ISBN: 972-53-0261-3
Ano: 2005
Preço de Capa: €12.61
Preço Online: €11.35
Se as crianças vivem com encorajamento, aprendem a ser confiantes…
Se as crianças vivem com aceitação, aprendem a amar…
Dorothy Law Nolte oferece um simples mas poderoso guia para os pais – a inspiração de valores através do exemplo. Abordando questões de segurança, valor próprio, tolerância, honestidade, medo, respeito, equidade, paciência e muito mais, este livro de um raro bom senso comum ajudará uma nova geração de pais a encontrar a sua própria sabedoria como tal e arrancará dos seus filhos uma imensidão de recursos interiores. Se as crianças vivem com encorajamento, aprendem a ser confiantes…
Este livro poderá ajudá-los a tornarem-se nos pais que sempre quiseram ser e a criarem os filhos de que sempre se poderão orgulhar.
Parábolas de Hoje


Na antiga parábola grega há uma raposa que todos os dias tenta intercetar o caminho miudinho e reto que o porco-espinho percorre. Como sabemos, as raposas, além da sua beleza e rapidez, têm a proverbial astúcia que faz delas estrategas reconhecidas no mundo animal. Esta cercava todos os dias a toca do porco-espinho como quem estivesse simplesmente em passeio, e quando menos se esperava irrompia, num arrebatamento aparentemente vitorioso. O porco-espinho, porém, agia em sentido contrário. Com o seu movimento deselegante e rotineiro, dir-se-ia que optava viver em função de uma coisa só, muito sua e muito doméstica. Mas a verdade é que não deixava de fazer uma defesa consistente do seu domínio. Sempre que a raposa saltava para surpreendê-lo, o porco-espinho enrolava-se todo, tornando-se numa impenetrável bola bélica, cheia de pontas aguçadas em todas as direções. Perante isso a raposa tinha de recuar à floresta para a preparação de novos esquemas. A moral da parábola é a seguinte: «A raposa sabe muitas coisas, mas o porco-espinho sabe uma coisa muito importante».
De que é que fala esta parábola? Talvez não do elogio da raposa por contraposição ao porco-espinho ou vice-versa. Talvez fale simplesmente das diferenças, tão naturais quanto misteriosas, que reconhecemos em nós próprios e nos outros. Há quem tenha como dom saber muitas coisas. Há quem tenha como missão saber bem uma coisa só.
É interessante que o filósofo Isaiah Berlin parta desta história para dizer que existem duas categorias de pessoas: as que estão próximas das características da raposa e as que são mais do tipo porco-espinho. Ambas têm, como seria de esperar, grandes qualidades e outras tantas limitações. A raposa olha o mundo na sua complexidade e é capaz de se mover numa pluralidade de níveis, como se estes fossem simultâneos. Interessa-se por muitas coisas, rodeia, fareja, espreita: é sonhadora e brilhante, mesmo correndo o risco da dispersão. O porco-espinho vive sob o signo da simplificação e da visão unificada. De um grande enredo, o porco-espinho escolhe retirar uma ideia apenas, que transforma depressa num princípio organizador de toda a realidade. A raposa é polifónica e bilingue, uma espécie de catalisador do novo, ainda que à custa de incuráveis interrogativas e dilemas. O porco-espinho desconfia de tudo o que não se relaciona de forma direta com a ideia-chave que o faz correr, valoriza sobretudo a convergência, a atenção e o aprofundamento. A raposa não suporta ter diante de si uma fila de dias iguais, enquanto que o porco-espinho não deseja outra coisa. O porco-espinho é mono temático, mas completamente consequente. Define o essencial e faz por ignorar tudo o resto. A raposa segue todos os trilhos que pode, mas arrisca mais vezes a inutilidade.
A propósito deste debate, apetece retomar o poema de Alberto Caeiro:
«A espantosa realidade das coisas
É a minha descoberta de todos os dias.
Cada coisa é o que é,
E é difícil explicar a alguém quanto isso me alegra,
E quanto isso me basta…».
José Tolentino Mendonça
In Diário de Notícias (Madeira), 09.05.11
Seminário "Recursos educativos digitais: que futuro?"
O programa do seminário é o seguinte:
9h30 - Sessão de abertura – Alexandra Marques, Directora da Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular.
9h45 - 10h45 - Jan Hylén, Metamatrix, Suécia. "Giving Knowledge for Free – the Emergence of Open Educational Resources" (Dar conhecimentos gratuitamente – o aparecimento dos recursos educativos abertos).
10h45 - 11h45 - José Luís Ramos, Universidade de Évora. "Recursos educativos digitais: reflexões sobre a prática?" (Digital Learning Resources: Reflections on Practices).
11h45 - 12h00 – Intervalo
12h00 - 13h00 – Teresa Nobre, Coordenadora de Projecto Jurídico - Creative Commons, Portugal. "Licenças Creative Commons: o instrumento legal dos Recursos Educativos Abertos" (Creative Commons Licenses: the Legal Instrument for Open Educational Resources).
13h00 - 14h30 – Almoço
14h30 - 15h30 – John Traxler, Universidade de Wolverhampton, Reino Unido. "Mobile learning and the digital learning resources of the future" (Aprendizagem móvel e os recursos educativos digitais do futuro).
15h30 16h30 – Jim Ayre, Multimedia Ventures Europe, Irlanda. "Culture into Education: making cultural heritage digital content available to schools in Europe" (Da cultura à educação: tornar acessíveis conteúdos digitais do património cultural às escolas na Europa).
16h30 - 17h00 – Vítor Duarte Teodoro, Universidade Nova de Lisboa, e Fernando Albuquerque Costa, Universidade de Lisboa. Súmula das apresentações.
17h00 - Sessão de encerramento, DGIDC
Notas:
• A entrada é livre mas sujeita a inscrição.
• Haverá tradução simultânea para português das apresentações feitas em inglês.
• As sessões da parte da manhã serão moderadas por Vítor Duarte Teodoro e as da tarde por Fernando Albuquerque Costa.
Para mais informações contacte erte@dgidc.min-edu.pt
Para inscrição, aceder aqui.
terça-feira, 10 de maio de 2011
Escola Virtual
Saber mais aqui.
"O ensino passado a limpo"

Um sistema de ensino para Portugal e para os portugueses
Autor: Santana Castilho
Edição: 2011
Páginas: 112
Editor: Porto Editora
Preço 11,00€/9,90€ (compra online)
Sinopse
Santana Castilho considera que a história da gestão do sistema de ensino português é a história da incoerência e da falta de visão estratégica e que os diagnósticos corretos, que não nos faltam, foram sistematicamente pulverizados por 37 anos de inépcia do aparelho ideológico que domina o Ministério da Educação.
Tomando por referência a sua continuada reflexão sobre as políticas educativas adotadas, particularmente pelos dois últimos governos, Santana Castilho adianta achegas para a preparação de um programa para a Educação que ponha cobro ao histerismo reformista continuado e promova a refundação técnica e científica do sistema de ensino, com o envolvimento da comunidade escolar.
Longe de ser exaustivo, este livro cinge-se aos domínios de intervenção que o autor considera atualmente incontornáveis, para devolver ao sistema de ensino eficácia, coerência e dignidade, às escolas e aos professores estabilidade e paz para cumprirem a missão de ensinar e aos alunos instrumentos minimamente sólidos para se desenvolverem e enfrentarem o futuro.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Que estratégias para a Educação?
A Porto Editora tem o prazer de convida-lo(a) para a sessão de lançamento do livro O Ensino Passado a Limpo, da autoria do Prof. Doutor Santana Castilho, que se realizará na próxima quinta-feira, dia 12 de maio, no Hotel Tiara Park Atlantic Lisboa (Rua Castilho, 149), Sala Porto, às 18:30.
Numa altura em que se exigem novas estratégias para os vários setores fundamentais da nossa sociedade, o Prof. Doutor Santana Castilho apresenta, em livro, o que pode ser considerado como um resumo de um programa de atuação política na área da Educação.
A apresentação do livro estará a cargo do Dr. Pedro Passos Coelho, Presidente do Partido Social Democrata.
Contamos com a sua presença.
Espaço Professor
Porto Editora
Repositório Científico de Acesso Aberto em Portugal

RCAAP - Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal
Conteúdos científicos em português, artigos, teses de mestrado e doutoramento... meta-pesquisa em 34 repositórios abertos de universidades e instituições portuguesas... 231048 documentos indexados... isto não é fabulástico?
Seminário: "Participação dos Pais na Escola"
O programa do seminário inclui a apresentação do Projecto "Indicadores de Participação dos Pais na Escola", mesas-redondas sobre temas que abordam a cooperação escola-família e, ainda, a conferência "Escolas, Comunidades e Democracia", que tem como orador um especialista da Universidade de Boston.
Para consulta do Programa, visitar o sítio Seminário CNE/Pro Dignitate:"Participação dos Pais na Escola".
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Conferência: Novos Desafios da Parentalidade no Séc.21
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Inquietações...
Pessoas com carácter e coragem parecem sempre sinistras aos outros.
Herman Hesse
terça-feira, 3 de maio de 2011
Concurso Literário Fernando Cardoso / Livros & Leituras
Os trabalhos devem ser enviados para o mail: geral@livroseleituras.com (Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar.)
Condições de participação: Ver mais aqui.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Crianças com NEE - Autismo
Conhecer para compreender e aceitar a diferença.
O vídeo infra ajuda nessa caminhada de descoberta, compreensão e aceitação das crianças com Necessidades Educativas Especiais.
domingo, 1 de maio de 2011
Hora da Poesia e da Gratidão
Obrigado Senhor!
Obrigado , Senhor , pela mãe que você me deu ...
... por todas as Mães do mundo
... pelas mães brancas , de pele alvinha ...
... pelas pardas , morenas ou bem pretinhas ...
... pelas ricas e pelas pobrezinhas ...
... pelas mães - titias , pelas mães -vovós , pelas madrastas -mães ,
... pelas professoras - mães ...
... pela mãe que embala ao colo o filho que não é seu ...
... pela saudade querida da mãe que já partiu ...
... pelo amor latente em todas as mulheres , que
desperta ao sentir desabrochar em si uma nova vida ...
... pelo amor , maravilhoso amor que une mães e filhos ...
Eu lhe agradeço , Senhor !
Autor desconhecido





























