quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Um convite a navegar nas raízes da história



Descolonização Portuguesa - O Regresso das Caravelas
Um documento único e imprescindível para a compreensão de um dos maiores dramas da História de Portugal

Descolonização Portuguesa - O Regresso das Caravelas
faz o balanço de um dos episódios históricos mais marcantes do nosso país, colocando frente a frente os argumentos dos seus protagonistas. Em discurso directo, os que pensaram e decidiram a descolonização confrontam ideias e factos.
Os mais altos dirigentes militares e civis, entre os quais quatro presidentes da República, dizem de sua justiça e respondem perante os dramas, os antecedentes e as consequências da maior mudança na História de Portugal no regresso de cinco séculos de colonização.
Um relato cheio de revelações que cruza depoimentos, entre muitos outros, de Adriano Moreira, Almeida Santos, António de Spínola, Ramalho Eanes, Rosa Coutinho, Carlos Fabião, Melo Antunes, Salgueiro Maia, Costa Gomes, Jonas Savimbi, Kaúlza de Arriaga, Lemos Pires, Luís Cabral, Mário Soares, Pezarat Correia e Vasco Gonçalves.
Uma cronologia da descolonização e das independências e a reportagem do drama de Timor completam a crónica de Descolonização Portuguesa - O Regresso das Caravelas, fazendo desta obra um documento único e imprescindível para a compreensão de um dos maiores dramas da História de Portugal.

Para saber mais sobre o livro e o autor clique aqui.

Fragilidades...


Jack

terça-feira, 29 de setembro de 2009

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Propostas para educar para os valores



130 propostas para trabalhar a coeducação
, desde o 1º Ciclo ao Ensino Secundário. Um conjunto de recursos que se podem descarregar e/ou visualizar no scribd (infra). Trata-se de um guia com actividades, ideias para escolas e docentes, propostas para conviver em igualdade, em paz....
Entre muitos outros, são objectivos deste projecto:
- prevenir condutas violentas;
- aprender a dialogar;
- questionar esteriotipos culturais;
(...)


Propostas para trabalhar a coeducação

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Humor, política e hipócrisia


(clique na imagem para ler)


E o convite à leitura de um excelente excerto de:
Alves, J Matias (2009). Os Exames do Ensino Secundário como dispositivos de regulação das aspirações – A ficção meritocrática, a organização da hipocrisia, e as acções insensatas. Porto: UCP (dissertação de doutoramento).

A Política como acção hipócrita e o mundo da vida submetido pelo mundo dos sistemas

Discutir em Educação



O Congresso Iberoamericano da Educação tem como objectivo principal discutir e concretizar os objectivos, metas indicadores, programas de acção partilhados e mecanismos de concretização e avaliação da proposta "Metas 2021: la educación que queremos para la generación de los Bicentenarios".
Para obter mais informações como, inscrições, propostas de comunicação e outras, clique aqui.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Proposta do Plano Nacional de Leitura


aqui anunciei em tempos idos a existência de uma Biblioteca de Livros Digitais. Uma excelente fonte de recursos educativos para professores, pais e outras instituições educativas, inclusivé para os mais novos que podem de forma fácil e autónoma aceder ao sítio e Ler, Ler+. Uma prática saudável que permite desenvolver competências de literacia desde tenra idade.

Em tempo de prevenção da Gripe A, aqui fica uma proposta de leitura fascinante. Clique em cima da imagem (capa do livro) para ler a história "O Nuno escapa à Gripe A".
Boas Leituras!


terça-feira, 22 de setembro de 2009

A (auto)avaliação das escolas: “virtudes” e “efeitos colaterais”


Um artigo que vale a pena ler.


Da Conclusão

A instituição de sistemas de avaliação das escolas, em diferentes geografias sóciopolíticas, surge habitualmente associada à preocupação em promover a qualidade dos respectivos sistemas educativos.34 Contudo, a qualidade, dada a sua “dispersão semântica”, pode ser invocada ao serviço de agendas e agentes muito diversos. De resto, frequentemente, a qualidade desdobra-se em valores que, apesar da sua forte consensualidade e aparente convergência, raramente podem ser satisfeitos em simultâneo. Assim, por exemplo, como advertem Sergionvanni e outros (1987, p. 7), citados por Natércio Afonso (2002, p. 53), valores como equidade, excelência, eficiência e liberdade, podendo ser tomados como as quatro faces de um sistema de qualidade, convivem, contudo, “num constante estado de tensão, de tal modo que uma excessiva ênfase num deles prejudica a expressão de cada um dos outros três.” Também aqui se afirma a natureza política da avaliação: a prevalência de uma das faces sobre as outras depende, em última instância, do (des)equilíbrio) de poderes dos agentes e das agendas em presença.

Paralelamente, em Portugal raramente se tem equacionado a avaliação da escola enquanto “organização educativa complexa” (AFONSO, A. J., 2003), privilegiando-se antes formas pobres e “preguiçosas” de avaliação (AZEVEDO, 2007), com destaque para a produção e divulgação dos muito propagandeados rankings das escolas, sub-produto da média aritmética dos resultados dos exames do 12º ano. Os efeitos de “beatificação” das escolas melhor posicionadas (e consequente branqueamento de alguns dos processos que as catapultaram a essa posição) e de “demonização” das relegadas para o fim da tabela (e consequente apagamento dos esforços e implicação dos que aí trabalham) são hoje já relativamente bem conhecidos.

Uma visão acrítica e ingénua, ainda que bem intencionada, dos processos de avaliação das escolas leva com frequência a um registo normativo e laudatório que põe em destaque as “virtudes” e as potenciais “melhorias” associadas àqueles processos. Contudo, importa acautelar que certas formas de avaliação, sobretudo aquelas que desprezam (ou ignoram) o estatuto da escola como “organização educativa complexa”, comportam também “efeitos colaterais” que podem não ser despiciendos e induzir mesmo formas de “democratização segregativa” (MERLE, 2002). Estes riscos surgem fortemente potenciados em contextos de pressões performativas e quando se indexa, como no caso português, aos resultados da avaliação um conjunto de “prémios e castigos”. Nestas circunstâncias, como assinala Ball (2002, p. 16): “as fabricações organizacionais são uma fuga ao olhar atento e directo, uma estratégia de gestão da impressão que, de facto, cria uma fachada calculada”35.
Neste contexto, o professor tenderá cada vez menos a trabalhar com as crianças, para a passar a trabalhar as crianças para que estas brilhem nos testes. As escolas, naturalmente, envolver-se-ão cada vez menos nos absorventes e exigentes processos de promoção do sucesso educativo, para se dedicarem a vistosas encenações de fabricação dos resultados. Aqui, mais importante do que a autenticidade, parece ser a plasticidade, ou seja, a capacidade de ajustamento às demandas do momento, o que implica, desde logo, “reformar” o próprio professor. É que, como alerta Ball (2002, p. 3): “A reforma não muda apenas o que nós fazemos, muda também quem somos”.
Apesar das dificuldades e limites que a assunção da escola como “organização educativa complexa” coloca aos processos avaliativos, e muito particularmente à avaliação do “factor escola”, como oportunamente adverte Azevedo (2007, p. 69), essas condicionantes impõem prudência, mas não justificam a desistência. O que se impõe é a superação da visão simplista e redutora de um processo que é, antes de mais, político (DIAS SOBRINHO, 2000), ou seja, envolve uma grande pluralidade (e conflitualidade) de interesses, valores, perspectivas, objectivos. Reconhecer o amplo “arco semântico do conceito de avaliação” (SANTOS GUERRA, 2002, p. 272), concebê-la como uma prática instituinte que corporiza uma construção colectiva que se actualiza em cada escola enquanto “arena política”, constituem dois “requisitos” básicos para resgatar a avaliação institucional das derivas gerencialistas e (re)colocá-la ao serviço de uma agenda que persegue a “qualidade democrática” da escola (AFONSO, A. J., 2003).

Notas:
34 No caso do sistema educativo português, o normativo que aprova o sistema de avaliação da educação e do ensino não superior, inclui nos seus objetivos “Promover a qualidade do sistema educativo, da sua organização e dos seus níveis de eficiência, apoiar a formulação e o desenvolvimento de políticas de educação e formação e assegurar a disponibilidade de informação de gestão daquele sistema “(Lei nº 31/2002, de 20 de Dezembro, alínea a) do artº 3º ).
35 Acrescenta o mesmo autor (BALL, 2002, p. 19) que: “As tecnologias políticas do mercado, gestão e performatividade não deixam espaço para um ser ético autônomo ou coletivo. Estas tecnologias políticas têm potencialmente profundas consequências para a natureza do ensinar e do aprender.”

Texto Integral


In SA, Virgínio. A (auto)avaliação das escolas: "virtudes" e "efeitos colaterais". Ensaio: aval.pol.públ.Educ. [online]. 2009, vol.17, n.62, pp. 87-108. ISSN 0104-4036.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Mini-agenda Cultural


Da Fundação Calouste Gulbenkian
(clique nos links e imagens para aceder aos sítios e saber mais informações)



CONFERÊNCIA




COM INVESTIGADORES

O evento consiste num conjunto de actividades para todas as idades. No centro estão os investigadores, em contacto directo com o público, num ambiente não científico. >>

> 21 e 22 de Setembro, das 9h às 18h
O Futuro de Bolonha, 10 Anos Depois
Auditório 2
Apenas a Sessão de Abertura, das 10h às 11h, é de entrada livre. As restantes intervenções terão transmissão directa online.


EXPOSIÇÕES

> Acaba a 27 de Setembro
MU. Lua em chão de terra batida, de Pedro Morais
Centro de Arte Moderna

Inauguram a
9 de Outubro
no Centro de Arte Moderna
> Anos 70 - Atravessar fronteiras
> A interpretação dos Sonhos. Fotografias de Jorge Molder
> Jesper Just

a 16 de Outubro no edifício Sede
> Art Déco, 1925


ENCONTRO COM



O maestro e pianista Daniel Barenboim, além de inaugurar a temporada de Música 2009-2010, terá um encontro com o público no dia 22.
Assinalando a edição em português da sua obra Everything is Connected, Barenboim estará no Auditório 2 para uma conversa sobre o livro e o poder da música. Para saber mais >>
Daniel Barenboim (1942) ganhou reconhecimento público quando co-fundou em 1999 com o seu amigo Edward Said a Orquestra West-Eastern Divan que todos os verões convida jovens músicos de Israel e do Médio Oriente para formarem uma orquestra, reunindo jovens músicos árabes e judeus.


FILMES E CONCERTOS - Ciclo Stockhausen: 'Ascensão', 'Esperança'



> Dias 3, 4 e 5 de Outubro
Dois filmes e três concertos estão agendados para homenagear o compositor alemão Karlheinz Stockhausen. Neste ciclo serão apresentadas uma obra em estreia mundial e outra será executada pela primeira vez em Portugal.
Considerado um dos maiores compositores do final do século XX, Stockhausen (1928-2007) criou obras que revolucionaram a percepção de ritmo, melodia e harmonia.

Pensamentos e Reflexão



Dá que pensar, não é verdade?


Derek Walcott – Caribenho (1930) – Dramaturgo, Poeta, Nobel da Literatura (1992)

domingo, 20 de setembro de 2009

Hora da Poesia



Porque todos os dias são dia da mãe, aqui fica a minha singela homenagem a todas as mães.





Palavras para a Minha Mãe

mãe, tenho pena. esperei sempre que entendesses
as palavras que nunca disse e os gestos que nunca fiz.
sei hoje que apenas esperei, mãe, e esperar não é suficiente.

pelas palavras que nunca disse, pelos gestos que me pediste
tanto e eu nunca fui capaz de fazer, quero pedir-te
desculpa, mãe, e sei que pedir desculpa não é suficiente.

às vezes, quero dizer-te tantas coisas que não consigo,
a fotografia em que estou ao teu colo é a fotografia
mais bonita que tenho, gosto de quando estás feliz.

lê isto: mãe, amo-te.

eu sei e tu sabes que poderei sempre fingir que não
escrevi estas palavras, sim, mãe, hei-de fingir que
não escrevi estas palavras, e tu hás-de fingir que não
as leste, somos assim, mãe, mas eu sei e tu sabes.

José Luís Peixoto, in "A Casa, a Escuridão"

sábado, 19 de setembro de 2009

Da (Des)igualdade de oportunidades


Mais um excelente artigo de reflexão de Miguel Santos Guerra (19.09.2009) sobre uma temática interessante - justiça e igualdade de oportunidades. O autor utiliza uma expressão bíblica para traspor para a vida quotidiana e dá exemplos de como ela se operacionaliza. O autor bíblico não utilizou a expressão infra com o significado que aqui lhe é atribuido, no entanto, é uma expressão que hoje não é pacífica porque de alguma forma pode levantar questões de ética e justiça. Vale a pena ler.

El efecto Mateo

La expresión “efecto Mateo” proviene de la cita bíblica que se recoge en el capítulo 13, versículo 12 del Evangelio de San Mateo (que se repite en Mateo 25, 29 y en otros evangelios hasta en cinco ocasiones ) y que dice así: “Porque al que tiene se le dará y tendrá en abundancia; pero al que no tiene, incluso lo que tiene se le quitará”.

Autores relevantes de la psicología, como Merton o Bunge, han reflexionado sobre el efecto Mateo, entendiendo que los bienes a los que la cita hace referencia pueden ser materiales (dinero, riqueza, posesiones…) o inmateriales (prestigio, confianza, autoestima…).

Merton fue el primero que utilizó este concepto aplicándolo a la producción científica. Dice que un científico acreditado tendrá menos problemas en hacer valer sus investigaciones que un joven desconocido en el ámbito de la ciencia. Por eso funcionan tan bien los padrinazgos. Un autor novel estampa su firma al lado de un autor consagrado. Padrino y ahijado se benefician del efecto Mateo. El ahijado realiza la verá cómo su trabajo ve la luz (beneficio del ahijado) y el padrino se apunta un mérito atribuyéndose un trabajo que no ha hecho (beneficio del padrino). Uno pone el nombre y el otro pone es esfuerzo. Los dos se benefician

Si un autor conocido lleva un texto a una Editorial o a una revista para su publicación, es probable que se lo admitan sin más preámbulos. Es más, es probable que le pidan originales sin saber qué calidad van a tener.

Cualquier oposición o convocatoria de plaza recoge como elemento de valoración los méritos adquiridos anteriormente. Se valora el mejor expediente, la mayor experiencia, el mejor currículo Es decir que, al que ya tiene, se le dará más. Y si alguien va a pedir trabajo, es probable que le pregunten por la experiencia previa. Al que ya la tiene se le dará la oportunidad de tener más. Y si alguien no ha podido tener esa experiencia previa, ¿cómo podrá alcanzarla si siempre se le niega la posibilidad de iniciarla?

El efecto Mateo tiene aplicaciones en todos los campos. A la hora de comprar un producto, por ejemplo, es probable que el cliente se decida por el que es más conocido.

Si vas a pedir una hipoteca te exigen que dispongas de avales que garanticen la devolución del dinero prestado. Se la concederán al que más bienes tenga porque así el Banco tendrá más seguridad en recuperar su dinero y sus intereses. Vemos otro ejemplo de la esfera económica. Parece ser que los sindicatos han llegado al acuerdo con el Gobierno de subir un 0.3 el sueldo de los funcionarios y funcionarias. Pues bien, a quienes cobran un sueldo más alto, se les subirá más que a quienes lo cobran más bajo. Al que tiene, se le dará.

En el ámbito de la educación se ve de una forma palmaria. Si un estudiante ha sido brillante en años anteriores es probable que en el año siguiente se le preste más atención. Si siempre ha tenido un buen expediente se esperará que lo vuelva a obtener.

- ¿Cómo ha podido hacer un ejercicio tan malo?, dice un profesor acerca del trabajo de un alumno de calificaciones altas.
- ¿Cómo ha podido hacer un ejercicio tan bueno, dice el mismo profesor sobre el trabajo de un alumno habitualmente flojillo.

Cundo se hacen evaluaciones de las que se derivan clasificaciones, los situados en cabeza se benefician del efecto Mateo, mientras que los últimos de la lista volverán a ser castigados por su efecto nocivo. Por ejemplo, si en el Informe PISA, Finlandia ocupa el primer lugar, el país será premiado con el reconocimiento y el prestigio. No hace falta tomar decisiones para gratificar a los primeros. Basta que sean primeros para ser gratificados…

Vemos otra aplicación. En las elecciones, los partido mayoritarios son beneficiados con un número de diputados y diputadas mucho mayor que el que se aplica a los partidos minoritarios.

Apliquemos el efecto Mateo a las cuestiones relativas al género. Si los hombres ocupan lugares preeminentes en la academia, el poder, la economía, la literatura, las artes, los deportes…,, el efecto Mateo hará que salgan beneficiados en la toma de decisiones cuando haya selección de personal, entrega de premios o de reconocimiento.

Nancy Frazer dice que respecto a las políticas de igualdad hay que poner en marcha unas que obedezcan a la redistribución y otras al reconocimiento. Lo explica diciendo que hay dos tipos de grupos, por ejemplo, el de ricos y el de pobres. Habrá que establecer políticas de redistribución de los bienes. Hay otros grupos que son de diferente naturaleza, por ejemplo homosexuales/lesbianas y heterosexuales. En estos dos grupos lo que habrá que poner en marcha son políticas de reconocimiento.

En todos los casos funciona de la misma manera el efecto en el otro polo. Es decir, por ejemplo, que al que no tiene bienes que garanticen la devolución del préstamo no le concederán la hipoteca. Y, por ejemplo, al estudiante que ha ido cosechando fracasos se le prestará menos atención

Este efecto tiene afinidad con otros que han sido estudiados por la psicología educativa, por ejemplo “efecto Pigmalión”, “efecto” halo”, “efecto bola de nieve”, “efecto riqueza”, “efecto acumulativo”… Todos ellos tienen planteamientos análogos.

Hay que corregir los efectos nocivos del efecto Mateo. Una forma de hacerlo es dar prioridad a la participación en detrimento de la competitividad rabiosa. Otra es establecer mecanismos que protejan a los más desfavorecidos. La forma más radical de hacerlo es conceder ayudas de forma invertida. Es decir, ayudar más a quienes hayan demostrado estar peor, saber menos o tener menos. En definitiva, corregir desigualdades.

In El Adarve

Para recordar e descontrair


sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Proposta de Leitura e Passatempo Cultural



Título: Terra Java
Autor: João Lopes Marques
Editor: Oficina do Livro
ISBN: 9789895553990
Ano de Edição/ Reimpressão: 2008
1ª Edição
N.º de Páginas: 270
Preço(c/IVA)15 Euros





"Terra Java" de João Lopes Marques, é um interessante livro em forma de romance que nos revela uma outra história da descoberta da Austrália.

Para ler a Sinopse da obra e conhecer uma breve biografia do autor, clique aqui.

Fica a proposta de leitura da obra supracitada e um passatempo da autoria de Paulo Freixinho. O autor de Palavras cruzadas considerado como o verdadeiro cruzado das palavras, um homem de verticais com uma ambição horizontal. Vale a pena visitar o blogue do Paulo.



Clique na imagem para ampliá-la e, se desejar, imprima.



Nota: Não vale "batotices"... 1º tente resolver e.... só depois confronte com as soluções do autor aqui.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Casa-Poema Fernando Pessoa



Inauguração da Casa-Poema
Hoje, 16 de Setembro, a Casa Fernando Pessoa, em Lisboa, transforma-se num poema, por dentro e por fora. Fachada exterior e paredes albergarão inúmeras versões de uma só ode de Ricardo Reis (Fernando Pessoa). A inauguração da Casa-Poema será acompanhada, durante o dia, de animação de rua. Às 19h30, actores da Tenda – Palhaços do Mundo dirão poemas de Pessoa, das janelas da Casa Fernando Pessoa para a rua em frente. Pelas 21h30, na mesma rua, terá lugar um espectáculo musical pelo Flak Ensemble, e às 22h30 a peça de teatro «Todos os Casados do Mundo são Mal Casados», dramaturgia de Inês Pedrosa a partir de textos de Ovídio e Fernando Pessoa, encenada e interpretada por Diogo Dória.


*******

Casa Fernando Pessoa - Um universo plural

Inaugurada em Novembro de 1993, a Casa Fernando Pessoa foi concebida pela Câmara Municipal de Lisboa como um centro cultural destinado a homenagear Fernando Pessoa e a sua memória na cidade onde viveu e no bairro onde passou os seus últimos quinze anos de vida, Campo de Ourique.

Possuindo um auditório, jardim, salas de exposição, objectos de arte, uma biblioteca exclusivamente dedicada à poesia, além de uma parte do espólio do poeta (objectos e mobiliário que pertenceram ao poeta e que são actualmente património municipal), a Casa Fernando Pessoa é um pequeno universo polivalente onde, nos seus três pisos principais, se realizam colóquios, sessões de leitura de poesia, encontros de escritores, espectáculos musicais e de teatro, conferências temáticas, workshops, exposições de artes plásticas, sessões de apresentação de livros, ateliers para crianças, numa programação o mais possível diversificada.



Visitas - Horário:

De Segunda a Sábado,
das 10h00 às 18h00

Encerra aos domingos e feriados

Entrada livre

Visitas Guiadas


Para saber mais sobre a Casa Fernando Pessoa, [Casa - Programação - Fernando Pessoa - Banco de Poesia - Biblioteca Biblioteca Digital de Fernando - Pessoa Serviço Educativo] clique aqui.

(Re)lembrar e uma proposta de trabalho


aqui falei do filme "A Turma", um filme de Laurent Cantet. Uma metáfora sobre a sociedade francesa, sobre a nova realidade multicultural e sobre como no sistema educativo se encerra o verdadeiro poder de um país. Um filme realista sobre a escola pública.

O jornal El País escreveu sabiamente um excelente retrato do mesmo:

Una película empeñada en reproducir la vida sin adulterarla, en describir con conocimiento, respeto y sentimiento los conflictos que provoca intentar educar y enseñar, las tensiones de todo tipo que laten en un colegio multirracial y con mayoría de inmigrantes, el retrato de las preocupaciones prioritarias de los adolescentes alumnos, la táctica de un profesor joven y humanista para ser escuchado y respetado por chavales que sienten instintivo enfrentamiento con cualquier forma de autoridad. El director Laurent Cantet aborda Entre les murs con vocación de documentalista, sin forzar el dramatismo ni encontrar soluciones definitivas, utilizando sabiamente la gente que no está interpretando, que se limita a ser como es, sin ir de listo ni de moralista. Y lo que muestra es emotivo y duro, cotidiano y cercano. Ofrece sensación de verdad, de haber captado con inteligencia y sensibilidad los claroscuros de la vida, de saber de lo que habla, de huir del énfasis y la adulteración. Bertrand Tavernier había utilizado un tono parecido para hablar de un universo similar en la hermosa Hoy empieza todo. Como él, Laurent Cantet también demuestra con Entre les murs que el arte no está reñido con lo didáctico, que el retrato sociológico puede ser conmovedor. Es una pelicula tan hermosa como necesaria, un soplo de autenticidad y de frescura, una justificada Palma de Oro.




Este filme pode ser trabalhado nas escolas portuguesas, nas nossas aulas, em vários níveis de escolaridade e em diferentes perspectivas. Serve para ver, compreender e endender a hierarquia educativa e social, assim como as normas a elas subjacentes.

Podemos trabalhar diferentes aspectos. Deixo de seguida um guião que pode ajudar os docentes que o desejem fazer. Lá podem encontrar dicas de trabalho. Uma excelente sugestão para desenvolver na área curricular não disciplinar de Formação Cívica e que pode ser articulada com todas as áreas curriculares disciplinares e não disciplinares. Deixo também o link de acesso a um completo dossier temático. Bom trabalho!


a_turma

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Ensaio sobre a origem da imagem


CONVITE

(clique na imagem para ler)

Ir a pé para a escola?


Pourquoi ne vont-ils plus à l'école à pied ?
Écrit par Yves Heuillard
Le 14 septembre 2009


"Pourquoi ne vont-ils plus à l'école à pied ?" s'interroge le New York Times. L'article décrit la peur qu'ont les parents, dans les zones suburbaines des grandes villes américaines, de laisser leurs enfants aller à l'école à pied ou à vélo. Les enfants sont le plus souvent transportés en voiture à l'école, même si celle-ci n'est qu'à une ou deux centaines de mètres.

Les faits divers les plus sordides sont à l'origine de cette peur, et en réponse, des générations de parents et de personnels éducatifs ont mis en place des rituels draconiens de sécurité avec force escortes, caméras, talkies-walkies, autour de ce qui était naguère la chose la plus simple du monde : aller à la l'école.

Le quotidien rapporte les propos de parents inquiets mais aussi de parents engagés pour lesquels « d’une certaine manière, aller à l’école à pied quand personne n’y va plus, est devenu un acte politique » . Reste que la règle du « on se sait jamais » a tendance à engendrer un syndrome d’hypervigilance général. Des parents se sont même vu accusés de mettre leur enfant de 10 ans en danger pour l’avoir laissé se rendre à pied au terrain de football, distant de 1,5 km.

Le quotidien rapporte qu’en 1969, 41 % des enfants allaient à l’école à pied ou en vélo, contre 13 % en 2001, selon les données de National Household Travel Survey. Et il pointe du doigt le problème d’une société où les enfants sont moins livrés à eux-mêmes, toujours dans le giron des parents, une société où l’étranger est souvent vu comme une menace.

(...)
Leitura integral do artigo In ddmagazine

Compromisso no arranque ano lectivo


segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Dados para reflectir...


Novidades


Aprendizagem e Desenvolvimento Profissional de Professores









Organizador(es)
»Simão, Ana M. Veiga »Flores, Maria Assunção
Preço 14,18€ (inclui IVA e 10% desc.)
Formato 15x23
N.º Páginas 155
Editora: Pedago

Índice


Resumo
Este livro tem como tema central a aprendizagem e o desenvolvimento profissional de professores. Vários autores de referência destacam a importância do sentido e da direcção que os professores atribuem aos seus processos de aprendizagem. O que aprendem os professores (em formação e em exercício)? Como aprendem? Com quem? Em que contextos? De que modo se perspectiva a sua aprendizagem, a sua formação e o seu desenvolvimento profissional contínuo? Tanto a formação como o desenvolvimento profissional de professores são elementos estruturantes das mudanças educativas que contribuam para a elevação dos padrões de ensino e para melhoria dos resultados dos alunos. Argumenta-se, assim, em favor da necessidade de dotar as escolas de professores altamente qualificados e competentes, capazes de responder aos desafios e e às exigências com que se deparam nos seus contextos de trabalho.

domingo, 13 de setembro de 2009

Conferência



Lisboa, 21 e 22 de Setembro 2009

Em 19 de Junho de 1999, os Ministros responsáveis pelo ensino superior de 29 países europeus assinaram a Declaração de Bolonha. No termo do período implementação de 10 anos, torna-se vital fazer um balanço dos resultados obtidos em Portugal e na restante área europeia de ensino superior. Esta é igualmente a melhor altura para analisar os efeitos do Processo de Bolonha noutras regiões do Mundo e talvez o mais importante: perspectivar o seu futuro.

Em conformidade, a Fundação Calouste Gulbenkian, através do Serviço de Educação e Bolsas, organizará uma conferência internacional nos dias 21 e 22 de Setembro de 2009. Nela, membros da comunidade académica, nacional e europeia, mas também participantes de fora do Espaço Europeu de Ensino Superior serão convidados a considerar os seguintes três tópicos:

A concepção curricular no quadro de Bolonha;
O Processo de Bolonha num contexto global;
O futuro, 10 anos depois da Declaração.


Os objectivos da análise são:

- Identificar as mudanças mais significativas, quer ao nível institucional, quer ao nível da sala de aula, induzidas pela implementação do Processo de Bolonha.
- Compilar um catálogo de boas práticas das institutições de Ensino Superior portuguesas na implementação do Processo de Bolonha.
- Propor uma metodologia e modelo para futuros relatórios que permitam melhorar a comparabilidade entre instituições.


Para mais informações

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Convite pessoal e especial...


... para os finalistas do TOP BLOG. O Blogue Revisitar a Educação teve o previlégio de ficar no TOP 100 - Cultura e vai daí este convite especial para participar na cerimónia de entrega dos prémios que acontecerá amanhã, pelas 17h, em São Paulo - Brasil. Dada a distância e os afazeres profissionais, estarei presente, em espírito. Muito obrigada a todos os que contribuiram para mais esta pequena meta.


Convite


(clique na imagem para ler)

50 autores influentes do Séc.XX


Vale a pena espreitar... e (re)lembrar o que aprendemos com eles ou o que devíamos ter aprendido... sempre é tempo de aprender.


Autores Influentes no Século XX

Da Gestão Escolar


Decreto-Lei n.º 224/2009 de 11 de Setembro
Ministério da Educação
Procede à primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 75/2008, de 22 de Abril, que aprovou o regime de autonomia, administração e gestão dos estabelecimentos públicos da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, e prevê a existência de postos de trabalho com a categoria de encarregado operacional da carreira de assistente operacional nos mapas de pessoal dos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Estórias com Valores


A Biblioteca Viva







Autor: António Torrado
Ilustrador: Cristina Malaquias



Era uma vez, na Roma antiga, um homem muito rico, que gostava de exibir a sua riqueza em festas fabulosas. Mas havia um inconveniente.

Como o ricaço tivesse pouca instrução, com dificuldade acompanhava as conversas dos seus convidados, que apreciavam falar de literatura e de outros assuntos desenvolvidos em livros, que ele desconhecia.

Apercebendo-se disso, ordenou ao governante do seu palácio que escolhesse uns tantos escravos inteligentes e de boa memória. Para quê? Para obrigar cada um deles a decorar um livro. Queria assim provar que os livros eram dispensáveis, desde que se dispusesse de escravos capazes de os saber de cor e salteado.

A aprendizagem dos escravos demorou, mas ao fim de algum tempo este homem muito rico podia orgulhar-se de possuir a única biblioteca viva de todo o Império romano.

Sempre que queria mostrar que não ficava atrás dos seus convidados mais cultos, o homem muito rico batia palmas e chamava, pelo nome da obra, o escravo que a tinha decorado. Tanto podia ser a “Ilíada", como a “Odisseia" ou a “Eneida". O escravo recitava-a, fosse do princípio, fosse do meio, fosse do fim para o princípio.

De uma vez, estava o homem muito rico à conversa com alguns poetas e escritores, e quis embasbacá-los.

- Conheço uma passagem da “Ilíada", que vem a propósito do que estávamos a conversar - disse ele, enquanto batia palmas - Chamem o “Ilíada".

Mas o escravo que sabia a “Ilíada" não apareceu.

- Que se passa? - perguntou o homem muito rico, estranhando a demora.

O governante do palácio, aflito, ajoelhou-se aos pés do seu exigente patrão e balbuciou:

- Perdoai-me, senhor, mas o “Ilíada" está com dores de barriga.

Parece que foi a partir deste incidente que o homem muito rico se resolveu a ganhar instrução pelos seus próprios meios.

In História do Dia

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Humor e Solidariedade


Cartoon de Luís Veloso


Mais um ciclo de colocação se inicia para milhares de professores. Para muitos, infelizmente, no desemprego, milhares... para outros, milhares também, significa colocação por 4 anos e deslocação a centenas de kilómetros da sua residência... muitos sacrifícios, muita resignação e muita paixão pelo ensino.

A todos os que se encontram nesta ilha, a minha solidariedade.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Da minha terra


Pela primeira vez, nas terras do Ribatejo, consigo escutar a Rádio Despertar - Voz de Estremoz. Uma descoberta que fiz hoje e que me fez esboçar um enorme sorriso que me encheu o peito de muita alegria. Tudo graças à Internet.

Iniciam-se hoje, em directo, na Rádio Despertar os debates integrados no "Especial Autarquicas, Estremoz/2009". Os interessados, podem assistir em directo aos debates, todas as quartas-feiras até 7 de Outubro entre as 22h e as 24h. Hoje, particularmente, está em cima da mesa um tema que me é muito querido:
– Educação, Juventude e Acção Social.

Quero saber o que os vários candidatos pensam e como pensam fazer a sua intervenção nestas áreas... afinal é num deles que vou votar, uma vez que o meu recenseamento continua fiel à terra que me viu nascer (e não penso mudar).

O debate de hoje é com:

- Luis Mourinha e Francisco Ramos – MiETZ

- Luis Mariano – BE

- Jorge Pinto e Rogério Correia – CDU

- José Alberto Fateixa e José Ramalho – PS

- António José Ramalho e Graça Figueira – PSD

- Luis Assis – CDS


Foto do 1º debate (2.9.2009) - retirada daqui


Dia 7 de Outubro acontecerá o debate final entre candidatos (aberto ao público), no cineteatro Bernardim Ribeiro - Estremoz.

Na segunda-feira, dia 7 de Setembro, inicia-se igualmente, o ciclo de entrevistas individuais com os cabeças de lista, será na “Volta do Rossio” das 15 às 17, repete das 22 às 24h no mesmo dia e com repetição às terças das 7 às 9h. Dia 7 em Estúdio, em directo, estará o candidato da CDU, Jorge Pinto.

De referir que haverá debates temáticos, às sextas-feiras entre as 7 e as 9h.

As freguesias sentar-se-ão igualmente à mesa da despertar, de manhã, no Programa “Antena da Manhã” a condução dos debates será do José Lameiras.

A filosofia que estará subjacente ao programa,“Especial Autárquicas, Estremoz/2009″, será a da contribuição, séria e honesta, para o esclarecimento dos estremocenses, de todos os assuntos, de todas as candidaturas e de todos os candidatos.

Para mais informações, acompanhar o site da Rádio Despertar - Voz de Estremoz ou em 94,5 FM a Rádio Despertar, agora com a possibilidade de acompanhar em qualquer ponto do globo, desde que ligado à internet. Aqui ao lado, na barra lateral.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Novo romance de José Saramago - "Caim"


Caim, o novo romance de José Saramago. As imagens utilizadas no vídeo que se segue são de Francisco de Holanda, pintor e humanista português. Mais informação em Instituto Camões. A música, Il Terremoto, tem composição de Joseph Haydn e interpretada por Jordi Savall. Mais informação aqui.




"Caim" vai ser lançado em Outubro pela Editorial Caminho na Feira do Livro de Frankfurt e no final do mês estará à venda nas livrarias em Portugal, Espanha e América Latina.


(...) Caim é um dos protagonistas principais. Outro é Deus, outro ainda é a humanidade nas suas diferentes expressões. Neste livro, tal como nos anteriores, “O Evangelho segundo Jesus Cristo”, por exemplo, o autor não recua diante de nada nem procura subterfúgios no momento de abordar o que, durante milénios, em todas as culturas e civilizações foi considerado intocável e não nomeável: a divindade e o conjunto de normas e preceitos que os homens estabelecem em torno a essa figura para exigir a si mesmos - ou talvez fosse melhor dizer para exigir a outros - uma fé inquebrantável e absoluta, em que tudo se justifica, desde negar-se a si mesmo até à extenuação, ou morrer oferecido em sacrifício, ou matar em nome de Deus.

Caim não é um tratado de teologia, nem um ensaio, nem um ajuste de contas: é uma ficção em que Saramago põe à prova a sua capacidade narrativa ao contar, no seu peculiar estilo, uma história de que todos conhecemos a música e alguns fragmentos da letra. Pois bem, com a cabeça alta, que é como há que enfrentar o poder, sem medos nem respeitos excessivos, José Saramago escreveu um livro que não nos vai deixar indiferentes, que provocará nos leitores desconcerto e talvez alguma angústia, porém, amigos, a grande literatura está aí para cravar-se em nós como um punhal na barriga, não para nos adormecer como se estivéssemos num opiário e o mundo fosse pura fantasia. Este livro agarra-nos, digo-o porque o li, sacode-nos, faz-nos pensar: aposto que quando o terminardes, quando fizerdes o gesto de o fechar sobre os joelhos, olhareis o infinito, ou cada qual o seu próprio interior, soltareis um uff que vos sairá da alma, e então uma boa reflexão pessoal começará, a que mais tarde se seguirão conversas, discussões, posicionamentos e, em muitos casos, cartas dizendo que essas ideias andavam a pedir forma, que já era hora de que o escritor se pusesse ao trabalho, e graças lhe damos por fazê-lo com tão admiráveis resultados.

Este último romance de José Saramago, que não é muito extenso, nem poderia sê-lo porque necessitaríamos mais fôlego que o que temos para enfrentar-nos a ele, é literatura em estado puro. Dentro de pouco tempo podereis lê-lo em português, castelhano e catalão, e então vereis que não exagero, que não me move nenhum desordenado desejo ao recomendá-lo: faço-o com a mais absoluta subjectividade, porque com subjectividade lemos e vivemos. E falo aos amigos, porque esta carta apenas a eles vai dirigida. Com muita alegria.

Felicidades a todos os leitores: um ano depois de A Viagem do Elefante temos outro Saramago. São três livros em um ano, porque também há que contar com O Caderno, o livro que vamos lendo aqui em cada dia. Não podemos pedir mais, o nosso homem cumpriu, e de que maneira. A idade, amigos, aguça a inteligência e agiliza a capacidade de trabalho. Que sorte a nossa, leitores, de ter quem nos escreva.
Pilar del Río, In Blog FJS


Saramago fala sobre "Caim"




Para saber mais e ver mais vídeos do
Público e outros, aqui ou aqui.

Entrevista com a Ministra da Educação


Aqui fica na integra a Entrevista infra mencionada da qual apresentei um excerto aqui.


Entrevista com Mª Lurdes Rodrigues_Diário Económico_31.8.2009



(Para uma leitura legível, clique no canto superior direito em Full Screen)