terça-feira, 2 de junho de 2009

Inquietações Pedagógicas



«A criança não é uma garrafa que há que encher, mas um fogo que é necessário atear.»

Montaigne

4 comentários:

ematejoca disse...

Penso como o Montaigne: «A criança não é uma garrafa que há que encher, mas um fogo que é necessário atear.»
Muitos pais enchem a garrafa, porque eles próprios são tão vazios, é uma espécie de compensacão. E como eles podem atear um fogo que eles próprios não possuem.
O último comentário, que desapareceu, e que eu disse ser melhor assim, é que eu escrevi uma crítica severa sobre certa espécie de pais.
Nota-se que venho de uma família de professores do lado materno. E que a minha melhor amiga, quase como uma irmã, que nunca tive, também é professora, e que sempre diz, que o problema não são os alunos, mas os pais.

Quero também lhe quero agradecer, Fátima, a mensagem deixada pelo meu aniversário. A raínha da festa não fui eu, mas sim a nossa EMA.

Boa noite, Fátima!

Marta Vasil disse...

Fátima , belo pensamento. Longe vão os tempos em que a escola enchia as crianças de saberes adquiridos à margem de si própria, do saber fazer e do saber pensar.
Felizmente que as coisas, de uma maneira geral, estão a mudar, quando se proporciona às crianças o pavio para atear esse fogo. Embora pudesse falar de outros campos, falei do campo educacional, por ser aquele que me preocupa muito, nestes dias agitados que correm. Não sei se, assim continuando as coisas, haverá força para ajudar os meninos a atearem o fogo que têm dentro deles.

beijinho

Cristina Bernardes disse...

Comovente este pensamento que faz reflectir sobre o papel do professor, educador e pais.

BC disse...

É um bela frase.
Mas nunca podemos, na educação ter um padrão muito rígido, depende dos pais e dos filhos e aí actuamos.
Numa família como muitos filhos não agimos com todos da mesma forma e o amor é igual para todos, eles dão-nos a fita métrica ao longo da vida.
Beijo