sábado, 30 de maio de 2009
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Desculpem???
Sindicatos esperam mais de 50 mil professores na manifestação de sábado
Queremos MAIS!!!
VAMOS TODOS PARA A RUA AMANHÃ E SEREMOS MAIS DE 100 000!
(Re)lembrar: Manifestação de professores - 30 de Maio, Lisboa
Na manif eu vou gritar,
Deixem-me ensinar!
Concentração Geral - 15 horas, Marquês de Pombal, Lisboa
Locais de concentração e percurso da manifestação
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Sondagem Visão: O estado da «Educação» em Portugal
É um ex-secretário de Estado da Educação, José Manuel Canavarro que nos alerta para os resultados de dois anteriores estudos realizados nos últimos 6 anos (um elaborado em Setembro de 2003 pela Universidade Católica e outro em Novembro desse mesmo ano pela empresa Pitagórica.
«No primeiro, os pais classificavam de forma positiva a escola dos seus filhos; no segundo, a mesma avaliação foi atribuída aos professores. Seis anos depois, parece haver estabilidade nas opiniões: a imagem da escola e dos agentes educativos mantém-se positiva».
A análise destes resultados devem dar que pensar, não só aos governantes, mas também aos mais directos responsáveis pela educação - os pais. Isto se tivermos em conta que ressalta deste estudo como um dos factores que mais tem contribuído para a menor qualidade da educação de que «os alunos não querem estudar» - 40,2%. Não queremos (des)responsabilizar ninguém, mas dá que pensar, não é verdade?
(clique na imagem para ler)
Todos os dados desta sondagem merecem uma análise mais cuidada, e outras reflexões para enriquecer o debate. Vamos a isto. Fica o desafio a quem quiser dar uma achega.
Sondagem Visão enaltece os profissionais da educação
A Lei da Educação Sexual nas Escolas e a Educação de Adultos
Inês Pedrosa
O entendimento desrespeitoso sobre os menores de idade é a raiz de todos os problemas da educação.
O tema da distribuição dos preservativos nas escolas só é polémico porque ainda há quem não se queira habituar à ideia de que crianças e jovens não são marionetas dos pais: têm uma identidade autónoma e direitos específicos. As sucessivas sentenças judiciais em que "o superior interesse da criança" é tomado como sinónimo de "os caprichos dos pais biológicos", decretando que as crianças sejam levadas à força para longe dos que as criaram e amaram, só reforçam esta ideia boçal.
Os gritos de Alexandra, largada aos dois anos por uma mãe alcoólica que se prostituía, e devolvida quatro anos depois a esta mesma mulher, deviam ser capazes de nos abanar. "Luta mãe, não me deixes ir", suplicou a menina, antes de ser arrastada para um país e uma língua que desconhece (a Rússia, o país da mulher que a pariu). Os títulos da imprensa tablóide, onde pelo menos os gritos dos desgraçados e abandonados se ouvem, não lhe valeram de nada. Idália Moniz, a secretária de Estado-adjunta e da Reabilitação, afirmou que a decisão se baseou em "pareceres de técnicos qualificados" - por isso, tudo está bem. Se um técnico qualificado tivesse o poder de arrancar a senhora secretária de Estado ao seu mundo e à sua família, e a despachasse para um povoado a trezentos quilómetros de Moscovo, para viver com gente que desconhece, tudo estaria bem?
Este entendimento desrespeitoso sobre os menores de idade é a raiz de todos os problemas da educação em Portugal. Quando se fala em educação sexual, os adultos mais conservadores (uma outra forma de dizer reprimidos, ou mal resolvidos) entram em urticária moral.
Entendendo a sexualidade como um cortejo de perversidades infinitas, uma coisa suja e feia, uma vertigem de prazeres que não se sabe onde irá parar, querem proteger os seus rebentos disso mesmo - ou seja, das suas cabeças torturantes e torturadas. Precisam da inocência dos outros para se redimirem, e associam a sexualidade à perda da inocência.
Querem controlar os pensamentos e actos dos seus meninos. O terror manifestado pelas comunidades católica e muçulmana face à distribuição de preservativos nas escolas é eloquente: dizem eles que o preservativo é "um incentivo" ao sexo. Parece-me que é preciso ter-se uma mente completamente ocupada por sexo para olhar para um bocado de látex e ficar a salivar de luxúria. Acresce que o projecto agora aprovado é bem claro: os preservativos serão oferecidos em gabinetes de informação e apoio aos estudantes do 10º ao 12º ano - ou seja, rapazes e raparigas com mais de quinze anos. Não estarão disponíveis em máquinas espalhadas pelos estabelecimentos de ensino - se estivessem assim à solta, provocariam certamente animadas lutas de balões de água nos recreios, mas não mais do que isso. Um desperdício.
Um estudo recente da Associação do Planeamento Familiar demonstrou que metade dos jovens de 15 anos é virgem. Os mais novos têm hoje muito mais informação sobre sexualidade do que os seus pais tinham com a mesma idade - o que significa também um decréscimo da curiosidade e do interesse em experimentar tudo já. O crescimento do mundo das relações virtuais é sintoma desta mudança, que se prende também com um sentimento de insegurança face aos contactos físicos. Esta geração cresce no meio de um bombardeamento de notícias sobre pandemias, germes, contágios e crimes de pedofilia. Por outro lado, todo o conhecimento que os jovens têm sobre estas matérias é superficial e alarmista: sabem o que é a sida, em abstracto, mas sabem pouco sobre as formas de contágio e os perigos, e desconhecem o que sejam outras doenças sexualmente transmissíveis.
Continuam a circular nas escolas mitos como os de que o coito interrompido (pobres raparigas!) previne a gravidez, ou que não se engravida à primeira relação sexual, ou que a sida e as outras doenças do sexo só atacam os homossexuais. Por isso é tão importante que exista uma educação para a sexualidade. Creio que o melhor sistema será introduzi-la na disciplina de que ela faz parte: as ciências da natureza. A ideia de uma educação sexual "transversal" está condenada ao falhanço - o caso extremo da professora de História de Espinho que substituía o feudalismo pela análise crítica sobre a vida privada dos alunos demonstra-o. Os jovens têm direito a saber como funciona o corpo humano e o que pode acontecer com ele nas relações íntimas. Educação para a intimidade, felizmente, não há: o que somos na cama é o somatório do que somos e sonhamos fora dela. Qualquer que seja a nossa idade. Respeitemos isso.
In Expresso, 27 de Mai de 2009
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Imperativo!

Encontramo-nos no sábado!
1) Este governo desfigurou a escola pública. O modelo de avaliação docente que tentou implementar é uma fraude que só prejudica alunos, pais e professores. Partir a carreira docente em duas, de uma forma arbitrária e injusta, só teve uma motivação economicista, e promove o individualismo em vez do trabalho em equipa. A imposição dos directores burocratiza o ensino e diminui a democracia. Em nome da pacificação das escolas e de um ensino de qualidade, é urgente revogar estas medidas.
2) Os professores e as professoras já mostraram que recusam estas políticas. 8 de Março, 8 de Novembro, 15 de Novembro, duas greves massivas, são momentos que não se esquecem e que despertaram o país. Os professores e as professoras deixaram bem claro que não se deixam intimidar e que não sacrificam a qualidade da escola pública.
3) Num momento de eleições, em que se debatem as escolhas para o país e para a Europa, em que todos devem assumir os seus compromissos, os professores têm uma palavra a dizer. O governo quis cantar vitória mas é a educação que está a perder. Os professores e as professoras não aceitam a arrogância e não desistem desta luta: sair à rua em força é arriscar um futuro diferente. Sair à rua, todos juntos outra vez, é o que teme o governo e é do que a escola pública precisa. Por isso, encontramo-nos no próximo sábado.
Da Política Educativa
Demasiado intransigente na terminologia, politicamente incorrecto, ... no entanto, vale a pena ler a análise que faz dos erros e persistência nos mesmos, levados a efeito por este governo e por esta política educativa que não leva ninguém a bom porto.
terça-feira, 26 de maio de 2009
Como acabar com o Voluntariado nas Escolas
Ainda não me tinha debruçado sobre este decreto por uma questão de prioridades, até porque estou muito longe do seu enquadramento legal. Depois de ler atentamente, detive-me sobre alguma terminologia que me deixou perplexa. Assim:
Cabe à escola:
- Publicitar a oferta
- Seleccionar e proceder ao recrutamento dos voluntários
- Estabelecer com os candidatos os respectivos programas de voluntariado
- Avaliar periodicamente as prestações dos voluntários
Ao professor voluntário cabe:
- Cumprir prazos, horários, número de horas mínimas de trabalho, ...
- Elaborar um relatório anual da actividade que deve integrar uma auto -avaliação do trabalho desenvolvido
...
Pode ler-se em DL 124/2009 de 21 de Maio.
Mas há mais... entre as quais, o preâmbulo ao respectivo decreto-lei enquadra este atentado ao voluntariado no âmbito de uma evolução personalista, ligada ao direito ao desenvolvimento da personalidade. Que estranho! Eu interpreto-o precisamente como um impedimento, um obstáculo de acesso livre a esse direito. Este diploma vem invadir todos os espaços de liberdade, da escola e daqueles, os poucos, que ainda se dedicam ao serviço de voluntariado. Mas é o que eu penso, é uma opinião pessoal e vale o que vale.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
79.ª Edição da Feira do Livro do Porto
Retrato da Educação, por António Barreto
Aplicadores 24.05.2009, António Barreto, Retrato da semana
Todos sentem que o ano foi em grande parte perdido. Pior: todos sabem que a escola está, hoje, pior do que há um ano
A publicação, pelo Ministério da Educação, do Manual de Aplicadores não passou despercebida. Vários comentadores se referiram já a essa tão insigne peça de gestão escolar e de fino sentido pedagógico. Trata-se de um compêndio de regras que os professores devem aplicar nas salas onde se desenrolam as provas de aferição de Português e Matemática. Mais precisos e pormenorizados do que o manual de instruções de uma máquina de lavar a roupa. Mais rígidos do que o regimento de disciplina militar, estes manuais não são novidade. Podem consultar-se os dos últimos quatro anos. São essencialmente iguais e revelam a mesma paranóia controladora: a pretensão de regulamentar minuciosamente o que se diz e faz na sala durante as provas.
Alguns exemplos denotam a qualidade deste manual: "Não procure decorar as instruções ou interpretá-las, mas antes lê-las exactamente como lhe são apresentadas ao longo deste manual." "Continue a leitura em voz alta: Passo agora a ler os cuidados a terem ao longo da prova. (...) Estou a ser claro(a)? Querem fazer alguma pergunta?" "Leia em voz alta: Agora vou distribuir as provas. Deixem as provas com as capas para baixo, até que eu diga que as voltem." "Leia em voz alta: A primeira parte da prova termina quando encontrarem uma página a dizer PÁRA AQUI! Quando chegarem a esta página, não podem voltar a folha; durante a segunda parte, não podem responder a perguntas a que não responderam na primeira parte. Querem perguntar alguma coisa? Fui claro(a)?" Além destas preciosas recomendações, há dezenas de observações repetidas sobre os apara-lápis, as canetas, o papel de rascunho, as janelas e as portas da sala. Tal como um GPS ("Saia na saída"), o manual do aplicador não se esquece de recomendar ao professor que leia em voz alta: "Escrevam o vosso nome no espaço dedicado ao nome." Finalmente: "Mande sair os alunos, lendo em voz alta: Podem sair. Obrigado(a) pela vossa colaboração"!
A leitura destes manuais não deixa espaço para muitas conclusões. Talvez só duas. A primeira: os professores são atrasados mentais e incompetentes. Por isso deve o esclarecido ministério prever todos os passos, escrever o guião do que se diz, reduzir a zero quaisquer iniciativas dos professores, normalizar os procedimentos e evitar que profissionais tão incapazes tenham ideias. A segunda: a linha geral do ministério, a sua política e a sua estratégia estão inteiras e explícitas nestes manuais. Trata os professores como se fossem imaturos e aldrabões. Pretende reduzi-los a agentes automáticos. Não admite a autonomia. Abomina a iniciativa e a responsabilidade. Cria um clima de suspeição. Obriga os professores a comportarem-se como robôs.
A ser verdadeira a primeira hipótese, não se percebe por que razão aquelas pessoas são professores. Deveriam exercer outras profissões. Mesmo com cinco, dez ou 20 anos de experiência, estes professores são pessoas de baixa moral, de reduzidas capacidades intelectuais e de nula aptidão profissional. O ministério, que os contratou, é responsável por uma selecção desastrada. Não tem desculpa.
Se a segunda for verdade, o ministério revela a sua real natureza. Tem uma concepção centralizadora e dirigista da educação e da sociedade. Entende sem hesitação gerir directamente milhares de escolas. Considera os professores imbecis e simulados. Pretende que os professores sejam funcionários obedientes e destituídos de personalidade. Está disposto a tudo para estabelecer uma norma burocrática, mais ou menos "taylorista", mais ou menos militarizada, que dite os comportamentos dos docentes.
O ano lectivo chega ao fim. Ouvem-se gritos e suspiros. Do lado, do ministério, festeja-se a "vitória". Parece que, segundo Walter Lemos, 75 por cento dos professores cumpriram as directivas sobre a avaliação. Outras fontes oficiais dizem que foram 57. Ainda pelas bandas da 5 de Outubro, comemora-se o grande "êxito": as notas em Matemática e Português nunca foram tão boas. Do lado dos professores, celebra-se também a "vitória". Nunca se viram manifestações tão grandes. Nunca a mobilização dos professores foi tão impressionante como este ano. Cá fora, na vida e na sociedade, perguntamo-nos: "vitória" de quem? Sobre quê? Contra quem? Esta ideia de que a educação está em guerra e há lugar para vitórias entristece e desmoraliza. Chegou-se a um ponto em que já quase não interessa saber quem tem razão. Todos têm uma parte e todos têm falta de alguma. A situação criada é a de um desastre ecológico. Serão precisos anos ou décadas para reparar os estragos. Só uma nova geração poderá sentir-se em paz consigo, com os outros e com as escolas.
Olhemos para as imagens na televisão e nos jornais. Visitemos algumas escolas. Ouçamos os professores. Conversemos com os pais. Falemos com os estudantes. Toda a gente está cansada. A ministra e os dirigentes do ministério também. Os responsáveis governamentais já só têm uma ideia em mente: persistir, mesmo que seja no erro, e esperar sofridamente pelas eleições. Os professores procuram soluções para a desmoralização. Uns pedem a reforma ou tentam mudar de profissão. Outros solicitam transferência para novas escolas, na esperança de que uma mudança qualquer engane a angústia. Há muitos professores para quem o início de um dia de aulas é um momento de pura ansiedade. Foram milhares de horas perdidas em reuniões. Quilómetros de caminho para as manifestações. Dias passados a preencher formulários absurdos. Foram semanas ocupadas a ler directivas e despachos redigidos por déspotas loucos. Pais inquietos, mas sem meios de intervenção, lêem todos os dias notícias sobre as escolas transformadas em terrenos de batalha. Há alunos que ameaçam ou agridem os professores. E há docentes que batem em alunos. Como existem estudantes que gravam ou fotografam as aulas para poderem denunciar o que lá se passa. O ministério fez tudo o que podia para virar a opinião pública contra os professores. Os administradores regionais de Educação não distinguem as suas funções das dos informadores. As autarquias deixaram de se preocupar com as escolas dos seus munícipes porque são impotentes: não sabem e não têm meios. Todos estão exaustos. Todos sentem que o ano foi em grande parte perdido. Pior: todos sabem que a escola está, hoje, pior do que há um ano.
"O dever de educar para a Matemática"

Depois de na última sessão, o ciclo promovido no âmbito das Terças-Feiras de Minerva se ter debruçado sobre o ensino da Ciência, centra-se agora no dever de educar para a Matemática, uma das prioridades dos sistemas educativos actuais. No entanto, alinham-se, quanto a este tema, algumas questões a necessitar de resposta: Esta prioridade tem sentido? Estaremos a assumi-la correctamente? O que podemos fazer para melhorar a educação das crianças e dos jovens nesta área?
A convidada da 14.ª sessão do ciclo “O dever de educar” é Natália Bebiano, docente do Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra e responsável por diversas iniciativas de divulgação e educação da Matemática.
A sessão decorre na Livraria Minerva (rua de Macau, n.º 52 - Bairro Norton de Matos), em Coimbra. As sessões deste ciclo são quinzenais e estão abertas ao público (com certificado de presença).
A organização é de Helena Damião, João Boavida, Isabel de Carvalho Garcia, Mónica Vieira e Aurora Viães.
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Participar é divulgar a Cultura
O Revisitar a Educação participa no TOP BLOG - Prémio CULTURA. O principal objectivo é divulgar a cultura, particularmente a cultura portuguesa.Fica o convite aos visitates e amigos deste blog a VOTAR no "Revisitar a Educação" até ao dia 11 de Agosto de 2009.
Para votar clique na imagem lateral (direita ou esquerda). A votação exige confirmação. O voto só é válido depois de confirmar o e-mail recebido. Obrigada pela visita, pelo apoio, pela confiança, pelo tempo dispendido... e pelo voto!
Hino a Ísis
Num tempo em que tanto se fala de sexualidade, distribuição de preservativos nas escolas, e tão pouco se respeita a individualidade, o direito à diferença, a liberdade de escolha, os valores da vida, da família...
... Um dos mais belos poemas sobre a condição humana – o Hino a Ísis – datado entre os séculos III e IV da era Cristã, descoberto em Nag Hammadi.
Ísis é uma Deusa da mitologia egípcia. Mãe de Horus e mulher e irmã de Osíris. Símbolo da maternidade, doadora de vida e principal divindade egípcia nos ritos funerários.Ísis, é a mais popular de todas as deusas egípcias, considerada a deusa da família, o modelo de esposa e mãe, invencível e protectora.

Porque eu sou a primeira e a última
Eu sou a venerada e a desprezada
Eu sou a prostituta e a santa
Eu sou a esposa e a virgem
Eu sou a mãe e a filha
Eu sou os braços de minha mãe
Eu sou a estéril, e numerosos são meus filhos
Eu sou a bem-casada e a solteira
Eu sou a que dá a luz e a que jamais procriou
Eu sou a esposa e o esposo
E foi meu homem quem me gerou em seu ventre
Eu sou a mãe do meu pai
Sou a irmã de meu marido
E ele é o meu filho rejeitado
Respeitem-me sempre
Porque eu sou a escandalosa e a discreta.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Da Leitura
Na aventura da palavra ouvida, ou lida, treinamos a imaginação, aprendemos a tocar com os olhos o que nos seduz, alimentamos a sensibilidade para o Belo, nele incluindo a Natureza, recolhemos experiências das situações vividas pelas personagens, estreamo-nos na convivência com o mistério, que é preciso desvendar, actos que estimularão a criatividade e ajudarão a despertar a amizade pela ciência e pela arte.
O que sente o cientista perante a Natureza senão espanto e encantamento? Observando e folheando esse grandioso livro, estímulo da sua curiosidade, o cientista procura, como salientou Galileu, aprender a entender a língua, e a conhecer os caracteres em que está escrito (13), no intuito de interpretar com rigor aquilo que parecia impenetrável. Também nós, ouvindo quando crianças as histórias de fadas, desabrochamos quão misterioso, belo e exuberante é o espectáculo da Natureza.
Aprendemos Geografia, acompanhado cavaleiros, príncipes ou futuras princesas, e atravessando com eles aldeias e cidades, rios de corrente calma ou turbulenta, montanhas escarpadas, grutas tenebrosas ou planícies infindas, acabando por adormecer ao relento, sob o luar ou uma cúpula de estrelas; ou olhando, também preocupados, o caudal ameaçador do rio que a chuva torrencial engrossou, mas que o barqueiro ousará passar para salvar a princesa; ou ouvindo o uivo arrepiante e cortante do vento norte, que, condoído, se deitará a dormir para não fazer medo à menina, afligida com as tormentosas botas de ferro; ou assistindo, ainda agradecidos, à bondade da lua cheia que serena a preocupação do cavaleiro perdido, alertando-o para o caminho tortuoso e cheio de profundos abismos, que terá de percorrer antes de amanhecer. A Botânica surge nas ervas milagrosas que uma fada velhinha vai apanhar a lugar distante, e só dela conhecido, com as quais curará quem encontrar em aflição ou a procurar; também no bosque frondoso e enfeitiçado que é preciso atravessar, em busca de um imponente carvalho milenar que guarda o segredo de um tesouro; como ainda no florir deslmbrante de uma macieira, de cusjas flores resultarão belas maçãs, milagrosamente doiradas e com o dom de satisfazer três pedidos. Num esboço de Zoologia, familiarizamo-nos com nomes de pássaros, reconhecendo o canto da cotovia ao amanhecer ou o do rouxinol ao chegar da noite, a que se junta o piar de «mau agoiro» da coruja. Marcamos encontro com a Física e a Química, suspirando pela vinda do sol para derreter a neve que prende a perna da formiguinha, que quer «voltar para a sua vidinha», ou que isolou e aprisionou o rei caçador num velho casebre; ou quando presenciamos, também em aflição, o fogo na floresta e desejamos a salvação dos animais, que fogem assustados e em pânico por causa do fogo esfixiante. Visita-nos a Matemática em alqueires de trigo, arrobas de batatas, dúzias de ovos ou de maçãs mágicas, milhares de moedas de oiro, ou em números mágicos, como o 3, o 7 e o 40. Até a Mitologia nos presenteia a imaginação com montros que, não existindo, existem e persistem no nosso imaginário: dragões, sereias, bichas-de-sete-cabeças.
O Tempo encarregar-se-á de sustentar e fortalecer gradualmente esse sentimento afectivo pela ciência e também pela arte. Por exemplo, duas pequeninas cabaças compradas na Feira de Cintra, em saudade de uma história de infância, lembraram à Ana Luzia dois cisnes, enlaçados amorosamente. Uma construção de magia impressionista, selada na fotografia, que se reproduz. A necessidade da escrita pode igualmente advir do mundo colorido, variado e pelno de sinestesias dos contos de fadas, visualizado em descrições, que aprendemos a amar e a compor, e que suscitaram o intenso desejo de também comtar uma história."
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Alegria no local de trabalho :)
Recebido por e-mail. Desconheço o autor, mas é um bom momento de humor :)
terça-feira, 19 de maio de 2009
ABAIXO-ASSINADO
POR UMA REVISÃO DO ECD QUE CORRESPONDA ÀS EXIGÊNCIAS DOS PROFESSORES;
PELA SUBSTITUIÇÃO DO ACTUAL MODELO DE AVALIAÇÃO;
POR NEGOCIAÇÕES SÉRIAS!
Assinar on-line
Mais informações: Fenprof
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Provas de Aferição
Informação-Prova - 2.º Ciclo
Manual do Aplicador - 1.º e 2.º Ciclos
Informações para os Professores Classificadores
Prova de Língua Portuguesa 2009 - 1º Ciclo
Prova de Língua Portuguesa 2009 - 2º Ciclo
Velhas questões que não são de hoje, facilitismo, ambiguidades, condicionalismos nos processos de ensino aprendizagem...
... e uma questão pertinente levantada pelo presidente da APP "porque não são feitas aferições a outras disciplinas, além de Língua Portuguesa e Matemática?"
Esta é uma questão que é de muitos docentes...
"Anjos & Demónios"
Parece que alguém já se lembrou de afirmar que o Vaticano não gosta do filme. Mas não gosta do filme porquê? Trata-se de um filme de ficção e de acção para ser visto como tal. Ponto.
Portal Gulbenkian para Professores
(clique no logo para aceder ao portal)
"A Fundação Calouste Gulbenkian tem uma forte tradição de apoio à qualidade da educação em Portugal que tem envolvido quer a elaboração de conteúdos em áreas seleccionadas, quer o apoio à docência ao nível da formação. O presente projecto, um portal para professores de Ciência, surge na sequência desta lógica e é um veículo integrador e amplificador dos esforços actuais na utilização das tecnologias da Informação no processo de Ensino/Aprendizagem feitos por agentes muito diversos cujos resultados se encontram dispersos.
Este portal vai dar visibilidade e utilidade aos esforços de muitos docentes, reconhecendo-lhes o mérito que efectivamente têm, transformando-se num sítio web de referência para todos os professores de Ciência em língua portuguesa."

APRESENTAÇÃO PÚBLICA DA CASA DAS CIÊNCIAS
LISBOA, 18 DE MAIO DE 2009
FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN
Ver programa em PDF
domingo, 17 de maio de 2009
Cultivar atitudes de empatia
El chico de las los librosSe habla mucho de la violencia en la escuela. Se cuentan casos de preocupante gravedad. La prensa se suele hacer eco, con desmedido sensacionalismo, de hechos que tienen que conducirnos a la reflexión y a la intervención eficaz. Abundan los libros sobre el conflicto en la escuela, sobre bulling, sobre acoso escolar. Pero se habla menos de los incontables casos de generosidad, de ayuda, de sincera amistad.
Algunas de nuestras más duraderas y profundas amistades se han fraguado en la escuela. A través de salvíficas rutinas, de prolongada convivencia, de actividades compartidas y de pequeños gestos de ayuda se han ido forjando relaciones hermosas y felices.
Un buen amigo (curiosa redundancia, ya que un amigo siempre es bueno ya que si no fuera bueno, no sería amigo) me envía este aleccionador relato. Lo contaré con mis palabras para no sobrepasar el espacio de que dispongo.
Un estudiante de secundaria ve a un compañero caminando de regreso hacia su casa. Se llamaba Kale. Iba cargado de una gran pila de libros.
- ¿Por qué se estará llevando a su casa todos los libros el viernes? Debe de ser un empollón, piensa su colega.
Él tenía planes para todo el fin de semana, así que se encogió de hombros y siguió caminando. Hasta que vio a un grupo de chicos corriendo detrás de su compañero. Lo alcanzaron, le tiraron los libros y le pusieron una zancadilla que acabó con él en el suelo. Las gafas salieron disparadas a un metro de distancia. El chico derribado miró hacia arriba y el compañero vio sus ojos llenos de tristeza, así que corrió hacia él, le devolvió las gafas, le recogió los libros y le ayudó a levantarse.
- Gracias, dijo con lágrimas en los ojos.
Le preguntó si se encontraba bien y se ofreció par acompañarlo hasta su casa. Mientras caminaban le invitó a compartir sus actividades de fin de semana, entre ellas un atractivo partido de fútbol.
El lunes se encontraron de nuevo en el Colegio. Kale llevaba toda su pila de libros. La amistad entre los dos jóvenes, a partir de aquel día, fue creciendo y fortaleciéndose. Cuando iban a terminar la Secundaria, Kale decidió ir a la Universidad de Georgetown para estudiar medicina y su amigo a la de Duke para cursar Administración. Siguieron siendo amigos a pesar de la distancia.
Llegó el día de la Graduación de Kale. Allí estaba su amigo. A Kale le correspondió pronunciar el discurso. Era una de esas personas que se había encontrado a sí mismas durante la Secundaria, había mejorado en todos los aspectos, se veía bien con sus gafas, tenía éxito con las chicas. Estaba nervioso por su discurso, por eso le dijo su amigo:
- Vas a estar genial. Estoy seguro.
- Gracias, dijo Kale.
Limpió su gafas y comenzó su discurso. Dijo que la Graduación era un buen momento para dar las gracias a todas aquellas personas que le había ayudado en los años difíciles: los padres, los profesores, los entrenadores y, sobre todo, los amigos. Contó entonces lo que sucedió aquel fin de semana en el que se encontró con su amigo. Había decidido suicidarse. Explicó cómo limpió su armario y por qué llevaba todos sus libros con él: para que su madre no tuviera que ir después a recogerlos a la escuela donde tanto había sufrido.
- Afortunadamente fui salvado, dijo. Mi amigo me libró de hacer algo irremediable.
Hasta aquí la historia. Me pregunto por la veracidad de estos relatos que circulan por la red o de boca en boca sin explicitar a veces la fuente, ni el momento, ni el lugar, ni siquiera los nombres de los protagonistas. Pero siempre me digo que lo importante es la reflexión que provocan y el estímulo que suscitan en los lectores o los escuchas.
La responsabilidad de cada persona, configurada a través de múltiples influencias y, en definitiva, por la propia libertad, nos hace adoptar hacia los demás una postura de empatía o de rechazo, de ayuda o de perjuicio, de amor o de odio. Cada uno va haciendo cristalizar en su corazón una actitud básica hacia el prójimo. ¿Cómo sería el mundo si todos y todas cultivásemos actitudes de solidaridad, de respeto y de compasión hacia el prójimo?
Ante el chico de los libros unos compañeros reaccionan burlándose, humillándolo y despreciándolo y otro le tiende la mano y le ofrece su ayuda y su amistad. ¿Cómo potenciar esas actitudes de respeto y de solidaridad? ¿Cómo desarrollar la empatía? Creo que la respuesta básica a estas cuestiones está en la educación. En la educación entendida no como mera transmisión de conocimientos sino como aprendizaje de los valores. Educación que no sólo tiene lugar en la escuela y en la familia sino que tiene como agentes a todos los miembros de la sociedad. El ejemplo es la forma más bella y más eficaz de enseñanza de los valores. Y también lo es el amor. “Quien ama educa”, reza el título de un libro que acaba de publicar la Editorial Aguilar y cuyo autor es un reconocido psiquiatra, asesor de familias y psicoterapeuta de adolescentes llamado Içami Tiba. El autor habla de un amor generoso, de un amor que enseña, de un amor que exige, de un amor que intercambia y de un amor que recibe.
Hay que subrayar, ante la actitud de quienes en nombre del amor sobreprotegen, la necesidad de mantener una consistencia normativa que despierte el sentido de la responsabilidad y que lleve al fortalecimiento de la voluntad, tantas veces olvidada. Me remito al interesante libro de José Antonio Marina, tan certeramente titulado “El misterio de la voluntad perdida”. Y a otro que acaba de publicar el mismo autor y que se titula “La recuperación de la autoridad”.
Hay gestos, nacidos de la empatía, que conllevan unas consecuencias de valor incalculable. No siempre se conocen en el momento de realizarse. Es probable que, en ocasiones, no se conozcan nunca. De cualquier manera, la persona que cultiva una actitud de empatía, actúa de forma generosa y desinteresada ayudando a los demás, sin exigir (sin esperar siquiera) una reacción compensatoria. El amor es gratuito.
sábado, 16 de maio de 2009
"Todas as ruas do Amor"
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Software para detectar plágios académicos
Não se trata de uma inovação porque já existem no mercado outros softwares com a mesma função de detectar plágios escolares. O Approbo tem uma vantagem, a língua de edição é mais próxima da nossa, o Espanhol. Como tal, um factor facilitador. Descarregar o Approbo
Noite de Poesia
Convite
Estórias com Valores

A lição do peixe
Autor: António Torrado
Ilustrador: Cristina Malaquias
Num colégio de órfãos de antigamente, para onde iam os meninos que a família não podia sustentar, passava-se muita miséria. Miséria é modo de dizer... fomenica, larica, galga e outros nomes que a fome tem, mas que não disfarçam a penúria nem aconchegam o estômago.
As refeições, na enorme cantina enregelada, eram um fazer sofrer e um fazer de conta. Só o regente do colégio - o prefeito -, à cabeceira da mesa, comia a seu gosto. Dizia ele que era por ser grande, grosso e grave e que os pequenos, por serem pequenos, não precisavam de comer tanto. Mentiras. Desculpas.
Num almoço, puseram em cada prato dos pensionistas um peixinho de nada com a pouca companhia de uma concha de arroz.
Um dos órfãos, em vez de lançar o garfo faminto à refeição, encostou a boca à borda do prato e pôs-se a falar baixinho, como quem reza. Os colegas estranharam e, lá do fundo, o prefeito quis saber o porquê daquela extravagância.
- Estou a conversar com o peixe, senhor - esclareceu o mocinho. - Como o meu pai, que era pescador, morreu no mar, estou a perguntar-lhe se ele chegou a conhecê-lo.
- E que te respondeu ele? - indagou o prefeito, divertido, entre duas garfadas.
- Respondeu-me que não se lembra, porque é muito pequenino, mas que talvez o peixe grande, que está no prato do senhor prefeito, saiba dar-me alguma notícia.
Parece que a partir deste caso os meninos do orfanato passaram a ter ração melhorada. Vejam o que um peixe pequenino pode ensinar aos grandes.
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Ainda sobre a Lei da Educação Sexual nas Escolas
Leia aqui:
Projecto de Lei n.º 660-X - Educação Sexual em Meio Escolar (PS)
Projecto de Lei n.º 634-X - Estabelece o regime de aplicação da Educação Sexual nas Escolas (PCP)
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Lei sobre Educação Sexual nas Escolas, divide
Para terminar bem o dia...
...mimos, muitos mimos.

Políticas do "erro"
In Público, 13.5.2009
terça-feira, 12 de maio de 2009
Ter e Ser...
No final do dia, o convite a uns momentos de reflexão sobre o dom da Vida, a nossa vida, e os Valores que a consubstancia. Partilhar o que somos, o que temos - o convite à generosidade em nome da dignidade humana. Com Allanis Morissette.
Concurso - Promoção Literária
Ganhar Livros – Promoção Literária de Maio de 2009
O JORNAL D’ALENQUER, em colaboração com a editora GUERRA & PAZ proporciona aos seus leitores a oportunidade de ganharem um exemplar do livro "Aristides de Sousa Mendes, um Justo contra a corrente”, de Miriam Assor.
Organizado em dezoito capítulos, demarcados desde o nascimento de Aristides de Sousa Mendes até aos dias correntes, com textos de escrita clara e sucinta que aludem cada tema escolhido e que estão devidamente acompanhados por fotos e documentação legendadas, a obra proporcionará aos leitores uma leitura agradável e devidamente fundamentada.RESPONDA À SEGUINTE PERGUNTA:
- Uma visita aos campos de concentração nazis, faz Miriam Assor trocar o curso de Psicologia Aplicada e a cidade pela vida comunitária dos kibbutz e pelo voluntariado, em Israel.
Em que ano foi efectuada esta visita?
As respostas deverão ser enviadas para o e-mail ganhar.livros@mail.telepac.pt até ao dia 31 de Maio de 2009. (Coloque no "Assunto" a resposta correcta).
Após esta data haverá o sorteio de entre os e-mails recebidos, com a resposta certa, dos três leitores do JORNAL D’ALENQUER que irão receber, em suas casas, o livro "Aristides de Sousa Mendes, um Justo contra a corrente”, de Miriam Assor, editado pela GUERRA & PAZ.
Veja a Ficha Técnica do livro em:
http://www.jornalalenquer.com/fotos/51/2459.pdf
ATENÇÃO, MUITO IMPORTANTE: Só serão considerados os e-mails com a indicação do endereço postal.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
"O dever de educar para a Ciência"
Continuando a falar do dever de educar em áreas específicas do saber, centrando-nos, nesta sessão, no dever de educar para a ciência. Ainda que se apresente como uma das prioridades dos sistemas educativos actuais e doutras instâncias sociais, devemos perguntar: Estará esse dever a ser cumprido? Esta pergunta desencadeia outras: Porque é que devemos educar para a ciência? Como tem sido encarada esta educação ao longo do tempo? Que ligações estabelece com a educação humanística? E, por fim: O que se pode fazer para educarmos cientificamente as crianças e os jovens?
O convidado: Paulo Gama da Mota, biólogo, professor da Universidade de Coimbra, divulgador de ciência e Director do Museu de Ciência.
Local: Livraria Minerva (rua de Macau, n.º 52 - Bairro Norton de Matos), em Coimbra.
As sessões deste ciclo são quinzenais e estão abertas ao público (com certificado de presença).
Organização: Helena Damião, João Boavida, Isabel de Carvalho Garcia, Mónica Vieira e Aurora Viães.
Seminário «Avaliação das escolas: auto-avaliação e avaliação externa (2006-2009)»
Pretende-se, com esta iniciativa, apresentar o trabalho realizado e reflectir sobre o processo de avaliação externa das escolas públicas, iniciado em 2006 pelo Grupo de Trabalho para a Avaliação das Escolas e prosseguido, a partir do ano lectivo de 2006-2007, pela IGE. Procura-se também divulgar boas práticas no domínio da auto-avaliação das escolas e promover o debate sobre o contributo da avaliação externa para a consolidação da auto-avaliação.
Cabala?
Um artigo da jornalista Bárbara Wong (Público), que nos dá conta do perigo que é limitar a educação às exigências do mercado de trabalho. Por isso, como defende o Conselho das Conferências Episcopais Europeias (CCEE), as escolas devem oferecer às crianças e jovens uma educação completa, que inclua o ensino religioso.
sábado, 9 de maio de 2009
Inquietações Pedagógicas
Vladstudio
Immanuel Kant (1724-1804)
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Colóquio sobre Educação e Valores
Para aceder à página oficial, apresentação, programa, ficha de inscrição e outras informações, clique na imagem supra ou [aqui].
Edgar Morin
"Se pudesse existir um progresso de base no século XXI, seria que os homens e mulheres não fossem mais os brinquedos inconscientes não só das sua ideias mas das suas próprias mentiras. É um dever capital da educação armar cada um para o combate vital pela lucidez."
Edgar Morin,
In Os Sete Saberes para a Educação do Futuro, (1999), 2002, p. 43
Viver a Leitura e a Cultura na Feira do Livro de Lisboa
Sáb, 09/05/2009
14:00 - 15:00
Ciência Viva/ Pavilhão do Conhecimento
Oficinas à base de ciência em que se dará enfoque ao AIA 2009 - Ano Internacional da Astronomia 2009 bem como a Darwin (200 anos do nascimento e 150 anos da Origem das Espécies)
Praça Jovem - Oficina/Workshop
(Este Workshop também se realiza no dia 10 de Maio, no mesmo local, às 14h e às 21h)
17:30 - 18:30
Palestra – “Galileu Galilei e o Ano Internacional da Astronomia”
Dr. Guilherme de Almeida
Auditório - Palestra
19:30 - 21:30
Debate «Livros para pais do sec XXI».
Moderador: Isabel Stilwell. Convidados: Daniel Sampaio, Mário Cordeiro, Bárbara Wong.
Praça Central - Debate
21:00 - 22:30
Apresentação da Biografia do Paulo coelho, de Fernando Morais
Auditório - Apresentação
Oficina de Tecnologias de Informação e Comunicação TIC…Toque.
Actividades interactivas sobre a Cultura Artística Portuguesa/CD 31 Alerta, Imagens à Descoberta/ Edição do Ministério da Educação Monitor: António Xavier
Debate sobre Educação, subordinado ao livro de Daniel Pennac
Auditório - Debate
Espectáculo Musical e Sapateado - Com Livros à Volta.
Este espectáculo pretende dar a conhecer o sapateado e simultaneamente colocar as crianças em interacção com o artista. Convidado: Artista Michel
Praça Infantil - Espectáculo
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Ainda sobre "A Arte, Mestra da Vida"
Uma reflexão lúcida que nos alerta para a necessidade de (re)pensar nas medidas e nos caminhos que com elas têm sido traçados para a Educação. Medidas que maioritariamente apontam horizontes de relativização e contextualização das aprendizagens. Medidas que desta forma impossibilitam alunos de classes mais desfavorecidas aceder à cultura mais erudita e quiça, impedidos para sempre de descobrir a sua vocação.
Um livro que vale a pena ler. Uma entrevista que vale a pena escutar.




























