quarta-feira, 9 de julho de 2008

O politicamente correcto da Formação de Professores

A brochura que se segue foi elaborada pelo Ministério da Educação – Direcção-Geral dos Recursos Humanos da Educação e foi parte integrante da documentação distribuída aos participantes na Conferência Desenvolvimento Profissional de Professores para a Qualidade e para a Equidade da Aprendizagem ao longo da Vida que se realizou em Lisboa de 27 a 28 de Setembro de 2007. Só teve acesso a ela, na altura, um grupo elite de convidados que participou na dita Conferência co-financiada pela Comissão Europeia.

Notas para reflexão:

As políticas de formação de docentes ao longo da sua carreira centram-se, actualmente, no combate ao insucesso e ao abandono escolares e na assunção do ensino secundário como referencial mínimo da qualificação da população portuguesa.

O que se entenderá, neste contexto, por Subida de nível de qualificação?

Será que a resposta está neste artigo de Maria Helena Damião: "Um diploma para todos… é um diploma para ninguém"? Presumo que SIM.

E remato com uma frase extraída do livro A felicidade de aprender e como ela é destruída, de François de Closets:

“O diploma é uma necessidade incontornável dos tempos modernos, ou é tão-só uma quimera (…)?”

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