quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Comunicar os Direitos Humanos através da Poesia

A cor que se tem

Quando for crescida
Hei-de inventar
Um perfume de encantar.

Quem o cheirar
há-de ficar
Com a cor da pele
Que mais gostar.

Branco ou amarelo
Se preferir
Preto ou vermelho
É só decidir.

Para alegrar
até vou pensar
Outras cores acrescentar.

Cor de rosa
Verde ou lilás
São cores bonitas
E tanto faz.

E assim,
Há-de chegar
O dia de acreditar
Que o valor de alguém
Não se pode avaliar
Pela cor
que se tem.

E então,
Tudo estará bem.

Maria Cândida Mendonça

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