sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Inquietações Pedagógicas


“(…) Se nos entregarmos à inércia, é possível que
continuemos a navegar à deriva, ou ainda mais grave,
rumo ao abismo.
Não há ventos favoráveis para um barco à deriva.
É necessário que nos questionemos constantemente
sobre o papel da escola, a sua função na sociedade e
a natureza das suas práticas numa cultura em mudança.
As escolas têm de aprender.
Têm de romper com a dinâmica obsessiva do ensino,
assumindo-se como uma inquietante interrogação
sobre a aprendizagem.
Sobre a sua própria aprendizagem. (…)”

(Santos Guerra, 2000)

In Santos Guerra, Miguel Angel (2000). A escola que aprende. Porto: Edições Asa.

Sem comentários: